Dedicatórias Fitas do Curso de Psicologia
Nunca se falou tanto neste século em motivação. Pessoas que se julgam bem sucedidas por algum motivo desconhecido e instável, ministram o motivável aos desmotivados, uma forma de se manterem sempre no topo, uma maneira de alimentarem o seu ego e tentarem de alguma forma superficial, atingir o ápice motivacional de outros seres. Isso é válido e construtivo, só não consigo ver verdade nestas construções de palavras prontas, ou seja, de tudo aquilo que sabemos e não colocamos em prática. Por que necessitamos ouvir algo que já conhecemos para nos motivarmos? A resposta é que simplismente atuamos em papéis secundários para a reafirmação desses motivados, um atalho mais sereno e bem menos turbulento do que tentarmos descobrirmos as nossas reais fontes motivacionais.
A experiência só tem me machucado ultimamente, sabe? Escuto palavras de motivação, penso no que está por vir... E não tenho fé.
"A busca do indivíduo por um sentido é a motivação primária em sua vida, e não uma "racionalização secundária" de impulsos instintivos."
Comece pela mudança de visual. A partir daí, você vai ganhar motivação para mudar muitas outras áreas da sua vida.
A cada degrau que descer será sempre mais uma motivação a subir
A motivação move seu dia, seu dia move sua vida, sua vida move seu tempo e com o tempo sempre vem à conquista.
Fé é motivação também, mesmo que traga um pouco de expectativa, essa da qual eu não gosto muito porque pode te trair
O estado de espírito está na origem de nossa atitude. A motivação dela é que determina nosso comportamento.
"Reflexão, Motivação"
Tem coisas que morrem não por falta de Deus. Mas por falta de lutar.
@Suednaa-Santos
"Equilíbrio não é frieza; é ordem."
"Motivação não é exaltação; é fidelidade perseverante ao dever."
Diante das adversidades tenha fé e motivação:
Até mesmo as crises das cidades
você as vence pela fé e gratidão.
A percepção é o processamemto dos estímulos captados pela sensação, distinguindo, organizando, selecionando e interpretando os estímulos.
A prática do auto conhecimento torna inevitável o hábito de observação.
E a partir disso, mínimas alterações e desvios de padrão são facilmente notados, reconhecidos e compreendidos.
Certa vez me contaram uma lenda que, em determinado país, havia certo homem conhecido por sua capacidade de olhar as pegadas de uma pessoa e, a partir das suas marcas, adivinhar seu futuro. De alguma forma, ele apenas examinava para as pegadas de alguém e previa os prováveis acontecimentos do futuro daquela pessoa. Até que, um dia, um homem "iluminado" andou por ali. Horas depois, o adivinho ali chegou e, diante de algumas pessoas, se propôs a adivinhar o futuro do dono daquelas pegadas. Ele ficou ali, parado, por quase uma hora, olhando atonitamente para aquelas marcas, mas nada conseguiu prever. Angustiado, ele começou a seguir as pegadas, pois precisava conhecer tal pessoa, e o que a fazia assim tão diferente. Seria algum grande rei? Seria algum grande mágico? Ele precisava saber, e começou a trilhar o mesmo caminho que as marcas deixavam. Dois dias depois, ele alcançou o homem "iluminado", e conversou com ele: "Eu esperava encontrar um rei, ou um grande mago, mas olho para você e me parece uma pessoa como as outras. Quem é você? O que você fez para que suas pegadas não me deixassem adivinhar seu futuro?". O homem respondeu: "Eu sou alguém diferente, liberto das amarras da mente. Eu tenho uma mente, e a utilizo, mas ela não mais me aprisiona. Por isso, não é mais possível prever meu futuro, pois meu futuro não é cristalizado, não é um quadro morto e paralisado; ele é vivo, e por isso está em constante movimento Porém, não se preocupe, pois eu sou menos que um em um milhão. Você continuará a adivinhar o futuro das pessoas, pois encontrará muito poucos como eu. Ainda são raros aqueles que se libertaram dos padrões cristalizados de suas mentes.". Atônito, o adivinho retornou à sua cidade. Nunca conseguiu explicar esse evento. Mas conta-se que ele, a partir daí, preocupou-se muito mais em se libertar dos seus padrões mentais, do que em fazer a leitura das pegadas alheias.
