Dedicatórias Fitas do Curso de Psicologia
Os melhores momentos que vivi, talvez foram meras ilusões, mas ainda assim, foram os melhores momentos que vivi.
Não te entristeças por qualquer coisa
Nem por grandes perdas
Não te lamentes por não ter conseguido algo,
A vida é um eterno perder e ganhar
Mas luta para ali na frente alcançar o objetivo
E assim poder agradecer a Deus por suas vitórias.
Mas não te vanglories.
Elas são passageiras e tudo quanto fizeres será sempre recomeço
Mesmo nos momentos de angústia
Nunca perca a vontade de viver
Lembre-se de alguém que te ama.
E esse amor é o nosso refugio e fortaleza
Nada será maior nem melhor.
Pense nisso
Marlene não se iguala a mambembe.
Quando ousa sonhar
É cigana e não se deixa enganar
Quando dança se faz criança
Rodopiar
Nem os pés renovados e experientes
Contentes
Viram os passos dos anos chegar
Sua alegria ...contagia
Sua luta noite e dia
Sua história
Compre o livro - Valle dos sonhos ( Um passado real )
E saberá.
Soberana em sua trajetória
Faz da escória
Seu pulo do gato
E de fato
Reescreve páginas que a vida irá contar...
Dedicado a minha amiga
Marlene de Oliveira ( Autora do Livro - Valle dos sonhos)
“” Meta é juízo no lugar da emoção
É loucura recheada de razão
Redefinição caótica
Oficina de idéias
É solução mágica
Magnífico acordo
Ante fina casta jovial
Predisposto nupcial
Marca passos e não conta a ida
Mas se perde na lida
Absurda de ser quem é
Em noite enluarada.
Meta é atino
Do desatino
É sonho
De menino grande...””
Eu te amei no momento mais louco da minha vida
naqueles instantes a verdade morava no teu sorriso
a paz estava no teu abraço
e te amei, com o amor angelical de uma criança
mergulhei e naveguei
como navegam os idosos ou...
como gozam os adolescentes
e te amarei, ainda que distante
ainda que embriagado, grite teu nome aos quatro cantos
não declinarei desse amor
te amar é o meu legado
meu tesouro
minha fé
te amar é tudo
complexo, infantil
delicioso
te amar é ter teu colo
doce, perfumado, acolhedor
mesmo que no imaginário
para sempre...
"Quando o homem sonha com a liberdade, ele está envolvido numa justa causa, mas quando a constrói ele se aprisiona, porque liberdade se conquista."
“Ninguém que esteja ainda escalando uma montanha conhece melhor os desafios para se chegar ao cume, senão quem já o tenha conquistado”
“Oh! Brasília...
Esperei-te tanto!
1011 –1960”
A dádiva de um sonho!!!
Brasília foi construída pela NOVACAP em 1.309 dias corridos (3 anos, 7 meses e um dia) de 19 de setembro de1956 a21 de abril de 1960... Com operários vindos “espontaneamente” de todos os recantos do Brasil...
Quanta gente, histórias, cores...
... Era Brasília nascendo, do suor, no braço, na raça...
Vidas cheias de esperanças...
... Pessoas injustiçadas, que conheceram o lado amargo de uma dádiva de um sonho...
... E guardam na lembrança a satisfação de ter participado da "profecia" em construção que falava de um lugar onde a Terra tocava o Céu ou seria o contrário, não sei...
Mas, acho que se enganaram, pois, aqui já é um PEDACINHO DO CÉU!!!
A borboleta Azul
Ela tem tantos poemas...
Que nunca pensei...
Muitos já a viram...
Não foi só eu...
Li vários significados
Não sei se são todos verdades...
Alguns gostaria que sim...
Outros, talvez....
O que sei é que...
Foi uma sensação maravilhosa...
Algo mágico...
E não sei se mereço...
O direito de presenciar
Um milagre assim...
E isso me assusta...
E penso: "Quem sou eu?"
"Para vivenciar todo esse encanto..."
"Um pequeno grão de areia..."
E que é, incrivelmente, real...
E nesse momento de reflexão,
compaixão e humildade...
Ela pousa em mim...
O meu coração se renova...
E enche de uma alegria inexplicável...
Me sinto completa...
Me sinto num mundo de fantasia...
De faz de conta...
Ela levanta vôo...
Dança feliz...
E em nenhum momento
Pensei em possuí la...
Porque a maravilha...
É a vida...
E está em ser livre...
Penso que talvez
Seja um sonho...
Do qual nunca quero acordar...
Não vi só beleza...
Vi magia...
Abaixo a cabeça novamente...
E, humildemente, agradeço...
"Obrigada, meu Deus!¡!"
"Obrigada, Borboleta Azul..."
Em horas presentes de infortúnios e tédios...
Eu choro e espero...
Diante ao vendaval que ruge...
Luto...
Não me entrego...
Tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas...
Junto a toda a gente que eu conheço e que fala comigo...
Em vão tentei quebrar o círculo mágico...
Inútil escapar...
Procurei esconder-me...
Em esperanças...
Em audácias...
Pensei em não mais lutar...
Poetas, que somos nós?
E bater, é bater com alma na bigorna...
Mas vou pelos passeios...
Entre a sombra e a luz...
Meu sonho conduz...
Tirando da alma os bocados precisos...
Nem mais...
Nem menos...
Só o que sinto...
Sandro Paschoal Nogueira
Como queiras amor...
Como queiras...
Entrego a ti todo o meu abandono...
Tudo quanto espero...
Tudo quanto sonho e desejo...
Toda minha loucura...
Todo meu desespero...
A chama estremece...
No momento em que os deuses invejam e concedem...
A ventura e o castigo...
Por tudo que vivemos e sentimos...
Ao amor que tomou posse...
De coração que já não mais sossega...
Há um fogo que devora…
Que me devora a mim...
Rendido pela paixão...
Tendo começo...
Não tendo fim...
A paixão traz a dor...
Quem é que se acalma nessa estranha brincadeira de gato e rato?
Nesses pensamentos e gestos todos emaranhados?
O teu tempo ao meu se seguirá...
Encontrarás aqui o amor tranquilo?
Tão triste estou na noite escura...
Sem levar nos olhos meus...
O teu derradeiro olhar...
Sandro Paschoal Nogueira
Imenso e fundo...
Desta meia vida...
Olhando o mundo...
Não põe fé...
Ao que observa e recolhe...
Em busca do que sonha...
Ou no que pensa que é...
Nu...
Sem cárcere e sem véu...
Em que tudo é força e calma...
Por obra da misericórdia...
Agarra-se a Deus...
Vida...
Em pedaços repartida...
Entre chegadas e partidas...
As saudades abrem as feridas...
Amarras...
Loucuras...
Perto ou distante...
Reconhece e inventa...
Nas palavras que diz...
Sua ventura...
Onde é que dói este ferimento mortal?
Passa perto...
Passa longe...
Entre o bem e também o mal...
A luta é apenas uma espécie de regresso...
Um sopro...
Um alento...
A terra que não muda...
Dá a vida e devora...
Apenas segue...
Entre as perdidas horas...
E de súbito...
Na rua que segue, tropeça...
Ri da noite embebecido...
Afinal o ocorrido...
É apenas mais um tropeço...
Dos sonhos e enganos...
Do menino desconhecido...
Vê...
Que aida há pouco...
O vento limpara o céu anoitecido...
E assim no tempo de não sei quando...
Às estrelas confessa o teu tédio...
De ver o longe tão perto...
E não achar-se reconhecido...
É só um vagar...
Entre uma lágrima...
E um sorriso...
Sandro Paschoal Nogueira
“Sou a luz da minha escuridão.”
Não posso consertar o mundo, mas sei quem pode.
Ninguém vai me impedir de voar, mesmo na chuva, vou encontrá-lo.
Mesmo com os olhos fechados posso ver o caminho para acalmar meus sonhos inquietos.
"Quando sua estrada estiver sem luz, sua intuição lhe guiará; seus medos lhe fortalecerão para buscar seus sonhos."
“Há quem não tenha sapatos e viva com os pés no chão, há quem não tenha casa e viva vendo as estrelas, há quem não tenha carro e viva sempre viajando, há quem não tenha celular e viva conectado, há quem não tenha comida e viva se alimentando de sonhos e fé."
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