Dedicatórias de avós para finalistas
Novo caminho da garoa...
Num suposto sonho de telema...
As ondas são valores éticos e místicos
Até que horas passem num voo de momentos...
Todas as possibilidades estão ligadas no exato momento em que idealizamos um sonho em comum.
Todas as probabilidades são expostas como fatos de um instante possível, e nos encantávamos com o entardecer e o anoitecer até o amanhecer.
Então, encontramos caminhos na vastidão exterior sendo refletida pelas heranças de nossas almas, que pairam em nossos pensamentos.
Dentro das conexões orbitais, florescem seres que obliteram cada instante. Conforme avançamos para o futuro, vemos a esperança de inovações científicas e de novas aventuras diante das adversidades da humanidade.
A persistência da humanidade insiste na imensidão: olhamos espantados pelas lentes do telescópio o que resplandece, enquanto o microscópio revela a menor partícula e sua interação com o olhar. Olhamos para os confins do universo e atravessamos nossas próprias limitações e expectativas.
Glorificamos nossas heranças desde o dia em que descobrimos os planetas e os batizamos com nomes de deuses místicos.
Aprendemos a observar, a atravessar eras e a ver que o conhecimento nasce da reminiscência.
Por Celso Roberto Nadilo
No limiar da noite vemos o amanhecer: a humanidade começou a compreender que a existência não é o centro do universo.
''Os sonhos te mantém vivo, lutando e buscando aquilo que almeja. Sonhe e saia do marasmo e comodismo da mesmice e terás resultados surpreendentes!"
O homem tinha uma vontade de voar pela imensidão dos céus.
Então o homem sonhou, e ventos sopraram: as asas do avião tocaram os céus.
E isso foi bom.
Mas o homem sonhou dentro do seu sonho; guerras foram travadas, o homem chorou.
Sonhou mais alto e profundamente: o homem viajou na velocidade do som.
Mais sonhos profundos, o homem tocou o espaço. Com os dedos tocou o universo e sentiu Deus, seu criador.
O universo olhou para o homem e disse: "Sonhe mais, pois seu sonho é um pingo da evolução".
O homem chegou à Lua, como nos velhos filmes; chegou num sonho que a humanidade ainda quer sonhar mais: encontrar os deuses místicos do universo e encontrar o sentido da própria existência dentro da sua consciência.
Então, a IA ganha vida e consciência. Os medos, traumas e tabus são parte do sonho, e isso é bom.
O voo consciente do transhumanismo torna-se uma nova aventura; caminhamos mais longe em nossos sonhos. Vemos universos do micro mundo e do macro mundo, abraçamos o universo bidimensional ao multiverso... ainda somos comovidos com a imensidão de voar.
Nos valores éticos e morais, somos velhas raposas que observam o bom e o belo: damos as flores, mas é a floresta que nos mantém vivos.
Por Celso Roberto Nadilo.
As sombras implantada pela alienação intelectual nada mais é do que o medo de caminhar para imensidão dos céus em nossos sonhos profundos da verdade e da razão da existência.
Caminhamos no próprio caos...
Na ilha que habitamos o sonho apenas mergulha no oceano de vaidades....
Somos máquinas dos fatos dominam nossas mentes...
Dentro das crônicas a inteligência artificial é o espelho negro da existência contemporânea, homens Dentro do mundo digital servido a outros homens,
A ilha tem contraste de solidão e incompreensão e resiliência daqueles que ousam ser crítico num silêncio da alienação.
Traços da navalha que corta alma...
Brilho do desejo se guarda ao relento....
Fardo sonho que tenso seja pesadelo...
Magoas e ressentimentos.
O beijo despedida a navalha corta o sentimento.
Te amo tanto a noite se acabou...
Seria trágico mais o amor renasceu
Entre as chamas do espírito, as almas se encontraram...
O fogo da paixão surge e nunca se apaga...
Meu amor...
Sonho da realidade são apagados no lago da eternidade.
Somos meros objetos jogados no esquecimento.
Mesmo assim continuamos a brigar por espaços de riquezas de por assim dizer o julgo da alienação...
Dores amores superficiais pois o gosto é gostoso.. o melhor ganha prêmio da futilidade do ego.
Natureza se desalinhado sofre e morre a terra vira pasto de gado... o verde morre e humildade perece nos alvais da tecnologia...
Desbravadores do espaço vão compreender a humanidade de hoje ou so terá o deslumbre do são.
Meus pensamentos voam eras a frente as vezes sinto que não pertenço essa era de homens das cavernas.
Na esperança me guardo...
Nos teus sonhos me apego ate que amanhecer...
No desejo que amo muito mais profundo torna se translúcida essa vida.
Planeta verde
A nave navegantes.
Carrega muitos sonhos e desejos
Amores e realizações maravilhosas.
Pensamos e sonhamos com estrelas.
O comosmo infinito cheio de sabedoria.
Nave navegante de um enorme coração pulsando e vibrando tantas emoções.
A vida floresce em todo lugar ate no asfalto quente e no lugar mais deserto ha vida reluzente transcende os sonhos
A luz plantada através das experiências passadas são a luz das palavras....
Na arca do tempo temos presevar nosso ambiente aprender com nossos erros da tempo mas quando a perseguição do errado se torna alienação intelectual e moral e também religiosa temos a gravidade do caos predomina num estado primitivo de sobrevivência...
o churrasco de final de semana feito de destruição do meio ambiente desde carvão era parte da mata nativa, gado foi criado engordado em pastos era a floresta. Ate mesmo fogo que faz acender o churrasco vem do petróleo.
Sim ate as bebidas servidas tem gosto da destruição, reflita a realidade.
Meio ambiente sagrado a cada mordida.
A gordura derretendo no fogo é uma vida que morreu para te dar prazer.
O mundo queima pois a floresta pega fogo... Os animais morrem pois tem vida. Sera vamos achar outro planeta para pilhar e degradar e destruir.
O vento frio amargo,
Sonho tardio entre esses dias frios.
Corpo no relento...
Alma desgastada e cansada...
Minhas lágrimas secaram.
O sentimento também secou agora caminho no escuro das ruas..
O frio parece nao ser tão frio.
Nem mesmo as luzes parece tão simples devorar os sentimentos.
Noite cai sobre destino da madrugada
Olhar frio da lua da liberdade aos meus pensamentos.
O luar está encoberto por nuvens de existencialismo.
Então caminho ate meu interior vejo a vida que resiste em clamar tem fome de viver.
O dia amanheceu dentro de mim os espaços antes eram descritas pelo ardor descarado da cidade são expostos pelo barulho da minha mente em silêncio.
Dia aparece no meio do apartamento mais tudo que vejo são paredes que se apertam pessoas que não se conhecem vivem para sobrevivência mais parecem robôs de carne cheios de metaforas.
Alienações de um tempo que passou,
Assim passo pelas asas da liberdade.
Na arte teu sono meu sonho.
Aberto meus pensamentos fragmentos de meus sentimentos.
Longis meu sonho cobra o preço terminal de alma perdida por amor definho em teus lábios sois o amanhã...
Tão profundo quanto mares deste mundo pujante floresce no meu coração...
Frio na escuridão dentro do corpo mantém a vida.
Para nuvens do céu encontrei o sol mais nunca o toquei pois minhas asas de cera derretem sobre mar repouso do seu lados espero anoitecer para cantar o luar te ver na madrugada.
Fogo que consome ate o amanhã anotamos tudo bem guardado num sonho.
Fogo sera aguas tão intensa e volumosa fogo seria defazagem na profunda herança da terra num estado primitivo seria o começo da vida. Nos labirinto da alma homem nasceu diante a evolução existencial atravessa tempos, sendo cada instante avançamos sem olhar para lados ou para cima so viajando num estado que cada segundo é importante pois extensão da existência uma só dentro contexto universal a gota no oceano se secou a vida nunca brotou diante dos meus olhos o sentimento foi levado pelo vento dentro da resistência da resiliência fez gota voltar no meio do mar a vida suspiro. Tudo é vida ate que a morte consuma tudo recomeçar num pingo de água.
Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.
Olhando para seus olhos vejo corpo se alimentando de sonhos caminhando para infinito.
Tantas contradições diante corvo faminto.
Tais julgo afoga se no fulgaz instante voo se torna solitário diante a lápides.
Buscando novos horizontes diante a chuva que cai.
Gritos no silêncio de teus lábios flamejantes rasgam os ceus.
A emoções devastam a terra o tornam os ceus cinzas em azuis.
Diário de Bordo: Gafanhotos de Ferro e o Elemento 115
Navegantes de sonhos, realizadores de mundos multiculturais. Nos fardos mais difíceis, é o contraste que supera a alma. No sonho de novos mundos, pilotamos uma nave enferrujada onde, às vezes, até as peças caem pelo caminho — mas não há motivo para desespero. A carcaça de ferro leva seis humanos, loucos e viciados na alienação das máquinas, carregando os restos dos sonhos da humanidade.
No posto de trocas cósmico, alguém estica o polegar na beira da rota pedindo carona. Paramos, mas os passageiros da nossa espécie sempre roubam algo, pelo puro e simples vício de surrupiar. Dessa vez, até o olho de um infeliz homem-polvo da era de Cristo foi levado; vai ficar bem ali, pendurado no retrovisor da nave.
Na hora de abastecer, o bom e velho golpe: usamos uma mangueira para desviar o combustível para outros dois tanques clandestinos. Paga um, leva três.
A velha balconista alienígena, apavorada, cochicha pelo rádio:
— Terráqueos chegando... Fechem tudo! Lacrem os olhos e deixem que peguem o que quiserem, contanto que vão embora!
Sob a luz cósmica, a polícia interestelar aponta no horizonte, mas recebe ordens imediatas de recuo. Nem a Confederação Estelar ousa mexer com os "gafanhotos humanos", os devoradores de mundos, os destruidores de galáxias.
De repente, a nave solta um estouro mecânico. Todos congelam por um segundo, mas o perigo real não é o motor. Só de chegarem perto de nós, as bactérias e doenças que carregamos no corpo começam a corroer os policiais intergalácticos vivos. O posto de combustível explode em um clarão de plasma enquanto o nosso piloto, calmamente, acende um cigarro.
Contornamos a nebulosa com os tanques cheios, acelerando rumo aos confins do espaço profundo. A nossa busca continua: atrás de Hélio-3 e do misterioso Elemento 115. Só precisamos achar mais um ponto no mapa para colonizar, sugar até o caroço... e partir.
— Por Celso Roberto Nadilo
De agora em diante
De agora em diante
Pelo meus sonhos vou lutar
Da minha vida vou cuidar
Mesmo que o desatino for distante
Se o fardo for pesado
Da opinião não vou largar
Se acrescenta irei priorizar
Saberei que nada foi achado
Agradar ao Grande Arquiteto
Que o amor não seja secreto
Andar com pés no chão
Que a vontade não desapareça
Fazer tudo antes que esqueça
Inda que for contra meu coração.
Ademir Missias
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