Dedicatória para Crianças
Criɑnçɑs " de ruɑ "
O ɑsfɑlto é seu pɑlco.
O sinɑl suɑ iluminɑçɑo.
As buzinɑs sɑo seus seus ɑplɑusos.
Os trocɑdos ɑ suɑ sustentɑçɑo.
A cɑlçɑdɑ é seu cɑmɑrim.
O ɑrtistɑ foi engɑnɑdo.
Não se sabe onde estão seus empresários.
Sabe-se que eles o ɑbɑndonɑrɑm.
Criɑnçɑ "de ruɑ"
Nɑo ɑ romɑntizem
Nɑo fɑçɑ do seu sofrimento umɑ superɑçɑo
Elɑs ecoɑm um grito de socorro
Fɑçɑ dɑ suɑ ɑrte um exemplo de "help me "
Nɑo queriɑ estɑr ɑqui, queriɑ estɑr brincɑndo
E ɑ pɑlɑvrɑ ɑmor nɑ escolɑ soletrɑndo.
Ideologia de gênero é só a pontinha do iceberg. Há anos as escolas e universidades têm servido ao plano do diabo para destruir as famílias.
Infelizmente nos tornamos adultos omissos as nossas próprias emoções, e cada dia trancando mais e mais as das nossas crianças. Atitudes simples como ouvi-las, são capazes de salvar a humanidade.
"Lembrei da minha mãe contando de quando estudava, quando carregava seus pertences no saco de arroz e apagava os cadernos com borracha dos irmãos pra aproveitar no ano seguinte, hoje em dia o muleque só vai na aula se tiver roupa de grife e o playstation de final do ano virou a motivação que os pais criaram pros filhos estudarem. Já não se fazem pais (na maioria dos casos) e crianças empenhadas como antigamente."
Pobres meninos, pobres meninas palestinas
Sexta da Paixão, Momento de Compaixão
Pobres meninos, pobres meninas
Pobres crianças palestinas
Impiedosamente assassinadas
Descaradamente contrabandeadas e maltratadas
Desfiguradas...
Pobres meninos e pobres meninas
Pobres crianças palestinas
Sem noção de tempo, não terão semana santa
Não sabem o que é o santo...
Não sabem o que é paixão
Nunca souberam o que é compaixão
Não terão chocolates, não terão afagos
Não terão abraços...
Milhares perderam suas pernas
Perderam seus braços...
Há muito perderam seus pais
E nunca tiveram um país
Perderam seus brinquedos
Nunca tiveram infância
Perderam a noção do ser
Perderam a noção do que é ser criança
Perderam a dignidade e perderam a esperança
Pobres meninos e pobres meninas
Pobres crianças palestinas
Uma oração precisa ecoar, de todos os corações
Para os meninos e para as meninas
Pobres crianças palestinas.
Os pais e responsáveis pela educação têm que saber que nenhuma criança nasce odiando outra pessoa pelo seu jeito diferente, pela cor de sua pele, origem ou ainda por sua religião e opção. Para odiar e discriminar as pessoas, elas precisam aprender. Se elas aprenderam a odiar e discriminar, elas também podem ser ensinadas desde cedo a amar, respeitar e considerar.
Pense nisso; boa educação começa em casa, é o primeiro método excelente para mudar o mundo.
A infância logo passa,
feito avião de papel,
voa rápido no céu.
Brinque e de tudo faça,
pois logo perde a graça.
Solte pipa e peão,
com papel faça avião.
Essa fase passará,
um dia só haverá
lembranças no coração.
Nós, professores, somos uma espécie que deveria ser estudada: não é fácil lidar com uma sala com trinta crianças ao mesmo tempo, vivas, conscientes e cheias de energia. Ou seja, trabalhamos diariamente com o perigo!
Em um país tão desigual como o nosso, onde a grande maioria dos adultos é analfabeta funcional, não podemos esperar que as famílias sejam responsáveis por ampliar o horizonte das nossas crianças. Se a escola não apresentar os mundos que existem para além dos muros das periferias, se não apresentar as diferentes profissões que existem, se não motivar o aluno, com exemplos e encorajamento, a acreditar no poder do estudo e a sonhar, é muito pouco provável que isso aconteça.
Era uma vez um país bem distante, muito rico, mas cujo povo era extremamente pobre. Eles ignoravam regras sanitárias, exploravam trabalhadores, não ouviam o que os sanitaristas diziam. Certo dia seu povo adoeceu gravemente, por causa de um bichinho bem pequeno, mas muito malvado. Em vez de mudar suas regras sanitárias e confiar nos sanitaristas, preferiu usar seu ouro para construir um imenso castelo de plástico e colocar os doentes que chegavam aos montes. O bichinho se espalhou mundo afora. Os outros países, encantados com esse lindo castelo de plástico resolveu fazer um igual. Infelizmente, milhares de pessoas também morreram. Mas um pequeno país, muito esperto, orientado por uma Enfermeira muito sábia, fez exatamente o contrário daquele distante país. Instruiu ao rei a investir todo o seu tesouro em segurança sanitária, valorizou o trabalho da atenção primária e, em vez de construir castelos de plástico que depois não teriam utilidade, ajudou as pessoas a ficarem em casa, fornecendo ajuda para que elas não perdessem seus empregos, investiu em transporte individual saudável aos trabalhadores, protegeu as pessoas dos bichinhos acompanhando de perto e cercando cada rua que tivesse alguém doente. Até que a nuvem de bichinhos passou. Com o apoio dos empresários aguentou firme e quem nada comprou, acumulou grande tesouro. Assim, todos tinham acumulado tantos tesouros que puderam comprar tudo o que sonhavam. E todos foram felizes e saudáveis para sempre, graças às sugestões da enfermeira sábia.
Sinfonia em Boa Viagem:.... "Sinos... Picolé ou sorvete... Camarão aê... Olha a ostraaa, ostra gelada olha a ostraaa... Caldinho, cladinhô! Mais alguma coisa aí familia?! Olha a hena, castanha torradinha, castanha! Amendoim do já! "Sai daí passafome!" Caldinho, caldinho, caldinho... Aê ovo! Ei ovo... Toma ovo, ovo de cordona..." "Eu quero! Pai compra! Compra pai! Obaaa"... Traz dinheiro para comprar para a/o teu filho/a tudo que passa...
Todo ser que vive emocionalmente tem a mesma responsabilidade pela lei da vida, da evolução e da preservação. Diante disto deve se proteger sempre todas as sementes, todos os filhotes e todas as crianças que jamais podem ser vistos como pertencentes a qualquer cultura isoladamente e sim como patrimônio prospero comum da vida e promessa livre e perfeita da fraterna igual universalidade.
Vivemos em um tempo astral e dimensional que já não mais é admissível segredos. Todos que buscam as verdades, terão.
Tanto o bebê humano quanto o animal são portadores de uma inocência encantadora e é isso que enche o coração de amor cada vez que o nosso olhar os toca.
Quem dera voltar a ser criança.
Chutar bola, pique-pega, esconde-esconde.
Sonhos, alegrias, esperança.
Dia do Cachorro-quente
Esse é um prato preferido
Quando se junta a criançada
Também é bom quando une os amigos
Pra bater papo e dar risada
O nome dele é engraçado
O seu consumo é popular
Tem versão gourmet ou prensado
Andando pelas ruas vai encontrar
No dia da guloseima ou pra matar a fome
Com batata palha, purê e servido quente
Esse prato gostoso tem nome
É o famoso cachorro quente
Os pais que alimentam os filhos de terceiros tem mais valor do que aqueles que apenas comeram as mães.
Na Europa, nas antigas civilizações, os contos de Fadas constituíam uma forma de entretenimento tanto para crianças como para adultos, contadas principalmente entre as comunidades agrícolas, na época do inverno, chegando a dizer-se que "os contos de Fadas representam a filosofia da Roda de Fiar".
> (Marie-Louise Von Franz em "A Interpretação dos Contos de Fadas"; citada por Bárbara Vasconcelos de Carvalho em "A Literatura Infantil - Visão Histórica e Crítica")
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