Dedicatória para a Mãe

Cerca de 142582 dedicatoria Dedicatória para a Mãe

Quando se tem quase 15 anos, e está no 8º ano do ensino fundamental, a coisa que uma garota mais deseja na vida, é a tal sonhada festa de 15 anos, ou ser a mais popular da escola. Mas não para Ana, o que ela mais desejava com seus quase 15 anos, era a liberdade de poder ser o que ela quisesse sem ter que dar satisfação, a liberdade de ir em buscar dos seus sonhos.Hoje ela tem 20 anos e ainda sonha com essa liberdade!

Eu já vi mil versos
Belos e simétricos

Mil versos
Coloridos e singelos

Mas só um
Chamou a atenção

Somente esse
Ganhou o coração

Nessa hora
Vou te dizer

Que de todos mil versos
Ganhou foi você

Quando crescer, quero ser pipa

Cores dançantes em um mar de azul. Assim Pedro vê o céu repleto de pipas da laje de sua casa. Ansioso, inicia o desenrolar de sua linha, o vento amigo está a seu favor, sua pipa vermelha levanta voo. Pedro “dá linha”, gosta da sensação de controle, sabe que pipa feliz é pipa amarrada, se ela se perde, acaba em tragédia. Aconteceu outro dia quando Pedro teve sua pipa cortada, sabe como é, nem toda pipa do céu é pipa parceira, tem pipa que tem fio de navalha e, do mesmo jeito que andar no morro pode ser perigoso, sua linda pipa amarela foi assassinada, após o corte fatal, rodou, perdeu o cúmplice controle e caiu em seu voo final. Nunca mais foi vista, embora ainda seja lembrada.

Pedro gosta de pensar na vida das pipas como pensa na vida das pessoas, a noite, deitado na cama, planeja suas aventuras. Hoje, com sua pipa vermelha, pretende sair dos limites da favela e conhecer o mundo que existe do lado de lá, do lado que ele nunca foi. Será que a linha vai dar?- pensa consigo.

Dá um puxão na pipa para ver se ela responde, ela puxa de volta. Tá tudo bem, ele pensa. Pedro gosta de imaginar que quando o sol reflete no papel de seda e ele consegue ver um pequeno brilho é sua pipa sorrindo, que ela sorri porque está voando. Aí Pedro fica feliz e sorri também. Mas interrompe o sorriso e para por um minuto, concentra-se, lembra da palavra da mãe, tem medo de cair da laje como caiu o Teco, seu vizinho. Foi outro dia mesmo, Teco estava tão feliz com sua pipa voadora que esqueceu que o chão tinha fim. Pedro sente falta dele, mas no fundo, tem esperança que ele more no mundo das pipas perdidas, talvez até conheça sua pipa amarela. Lá deve ser mais bonito que aqui, ele pensa.

Quando crescer Pedro quer ser piloto de avião, quer subir lá onde as pipas vão. Mas ainda não tem certeza. Ele queria mesmo era ser pipa.

Me ganhar é um tanto quanto fácil, me perder também!

O homem tem uma mulher no exato momento em que ele a faz se sentir especial, única. Felizes são aqueles que sabem disso.

Há uma maré que é baixa
Mas é no fundo do oceano
Que se acha
Guardado o seu conteúdo

Meus pés jamais se limitaram ao seu querer

Eis aí a oportunidade não tenha medo de arriscar-se; eu sei dá um friozinho na barriga! Vem o medo! Mas, não perca sua motivação, vá em frente! Não ligue para o que as pessoas vão falar, este é o teu sonho, é a tua realização! Explore novas possibilidades. Você é um conquistador!

Uma verdadeira amizade não se adquire por causa de habilidades ou bens materiais de outrem, mas sim, pela confiança que se conquista. Se isto não for mantido...

Há muitos anos eu tinha um desejo. Desejo que o tempo não deixou apagar, não me fez desistir e a história me conduziu a realizar. Quando, como, onde?? Eu não sabia. Apenas sentia profundamente que este dia, de alguma forma, chegaria. Hoje, olho o passado e me perco nas lembranças das vezes que estive a ponto de realizar; olho o futuro e vejo a grandeza dos meus sonhos sendo multiplicados pouco a pouco e dia após dia; olho o presente e vejo mais um sonho concretizado. De tantos sonhos que eu tive, e que tenho, Deus me coloca a prova que nada é por acaso, tudo tem um “por que”; ensina-me que não precisamos querer as coisas ao nosso tempo. Na verdade, o tempo, é quem administra tudo isso. É necessário apenas ACREDITAR e NUNCA parar de SONHAR. Pois são os nossos sonhos que movimentam a vida. Que eu, JAMAIS, perca a fé em meus sonhos. Por que Deus, o universo e a vida têm me mostrado, a cada dia, que quando menos imagino, é que eles acontecem.

A vida não precisa fazer sentido. Precisa valer a pena.

Não sobreviva. Viva.

Sou flor. Nasci e cresci num campo onde as demais são um tanto quanto diferentes de mim. Eu poderia dizer que eu sou diferente delas, afinal, sou minoria; Uma flor amarela entre centenas de flores rosas. Quando brotei, eu sabia que não seria fácil defrontar as discordâncias, e que o modo como as coisas fluiriam dependeria apenas de minhas escolhas. Bem, por vezes tive a chance de me igualar às outras; pensar, agir e ser como elas. Confesso que o abandono alheio é capaz de nos mover para longe de nossos conceitos. Há quem se curve por medo de acabar sozinho. Contudo, o abandono de si mesmo, afinal, é o pior de todos. Ainda não sei qual o meu propósito nesse mundo, mas garanto que não estou aqui para agradar ninguém. Vivo para os meus anseios, corro pelos meus sonhos. Faço o que me estima e não me envergonho de admitir que o meu gosto é mais acentuado do que habitualmente vemos por aí. A liberdade que tanto procuramos ter vem do interior, e há um pássaro que voa dentro de mim. Sou livre para ser quem eu quiser. Preservo a minha essência e nunca, de maneira alguma, me retiro do MEU lugar pelo pesar de estar incomodando. Ninguém irá podar minhas pétalas. Pois quando olho para céu, não é de rosa que o Sol se pinta. Já dizia o velho ditado que a porta é serventia da casa e, honestamente falando, não me fará falta quem não quiser ficar. Florisos!

Tua Presença

E quando falta fizeres em mim
E eu de ti não me souber apartar
Que faço eu sem teu alento
Brio inocente do qual me fazes
Mais que um simples ser a vagar?

E quando tu puderes me fazer sentir
O que só em teu comando despertas em mim
Rezo por tua presença veemente
Sonhos desfeitos, fatos reais
Que trazes no acordar luzente
De tudo que o amor seja mais belo e capaz.

E quando finalmente quiseres morada
No sempre em nós habitar
Fecho-te a porta de saída
Pois, na entrada, tu fazes bem
Conta feita, dias sem fim, doravante,
Amor, eternamente, ficar.

Deixa Voar!

Deixa voar!
Vai, deixa ir!
Não prende
Nem segura
Não guarda
Não adianta
Nem atrasa
Coração vai ligeiro
Pra se encontrar com você.
Voar...
Deixa!
Ele sabe o que faz
Onde posa
Onde aninha
Monta e remonta
Esse velho desejo
E sonhos renascer.
Voa lá!
Voa cá!
Coração...
Sabe se ter em você.

Quando me descobri mulher, entendi por que não podia estudar e nem trabalhar enquanto esposa.
Mulher independente não aceita migalhas, mulher independente não aceita o posto de empregada, mulher independente não mendiga nada, não abaixa a cabeça para homem nenhum. Mulher independente é dona das suas vontades, construtora do seu futuro e realizadora dos seus sonhos!

Sou um poeta de uma poesia inacabada, de um amor ainda não encontrado, apenas mais um idealizador, um poeta sonhador, que busca encontrar aquele amor que tirar o ar, que da asas para voar, que te faz sonhar, que não sinta mais vontade de acabar

Ao avistar teu olhar não
pude conter minhas lágrimas.
Teu jeito meigo queria dizer-me
mais que tuas poucas palavras
tímidas; que no momento não
soube decifrar.
Fui então guiada pelo coração
que me falava de coisas ainda
não sentidas e tomada de
coragem; fui buscar-te no
caminho.
Encontrei-te novamente.
E no cair da madrugada lançou
sobre minha pele teus desejos
contidos, tua alegria, tua volúpia
reprimida por detrás de teu olhar
perdido.
Em fim completei tudo que minha
alma gritava no silêncio de minhas
fantasias.
Dominando e sendo dominada
nossos corpos se comunicavam
perfeitamente.
Parecia um sonho vivo e real.
Deite um beijo e um até mais,
e mesmo com medo de não
rever-te; enlacei meus lábios
aos teus com tanta intensidade
que parecia o primeiro da vida.
E retornaste novamente, para
saciar-me de coisas reprimidas
e contidas e até desconhecidas
por mim.
Só havia tempo para nós dois.
Em conversa carinhosa e com
ternura continuas a amar-me
até os dias de hoje.
Onde habitas em mim e eu em ti.

"Escute bem: em cada noite eu me converto em água, me trespasso em líquido. [...] Para dizer a verdade, eu só me sinto feliz quando me vou aguando. Nesse estado em que me durmo estou dispensada de sonhar: a água não tem passado. [...]

( em "A varanda do frangipani", Lisboa: Editorial Caminho, 1991.)

Hoje é um daqueles dias que adoraria ter alguém pra chamar de meu, que chegasse na porta da minha casa e falasse que sentiu minha falta e juntos tomaríamos alguma coisa sentados no sofá e conversaríamos sobre o nosso dia e assistiríamos um bom filme e por fim acabaríamos percebendo que não existe lugar melhor para estar do que ali.