Dedicatória para a Mãe
O ÚLTIMO SONHO E O CÂNTICO DO INFINITO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Foste tu quem me ensinou a coragem das estrelas antes da partida. Mostraste-me que a luz não se extingue com a ausência e que ela prossegue silenciosa mesmo quando a matéria silencia. Assim compreendi que a morte não interrompe o sentido. Apenas desloca o olhar para regiões mais profundas da consciência."
"No último sonho essa lição retorna com solenidade. A respiração torna-se curta não por medo mas pela vastidão do que se revela. O infinito não se impõe como mistério opressor mas como verdade acessível à alma desperta. Existir revela-se raro. Existir revela-se belo. Existir torna-se um privilégio ético e metafísico."
"Tentei pedir que tudo fosse dito novamente. Não por esquecimento mas porque certas verdades exigem repetição para serem inscritas no espírito. Quis escrevê-las mas não encontrei instrumento que comportasse tal grandeza. Há ensinamentos que não cabem na linguagem. Apenas na interioridade."
"O último sonho então se amplia. Ele une memória e cosmos. O universo deixa de ser vastidão impessoal e assume finalidade íntima. Tudo parece ter sido tecido para ser contemplado por um olhar consciente. Não por vaidade humana mas por correspondência tão íntima entre o ser e o todo."
"Nesse estado a psicologia encontra repouso. O eu já não se fragmenta em expectativas. Ele aceita sua raridade e sua responsabilidade. Filosoficamente o sentido não está em durar indefinidamente mas em ter sido capaz de perceber. Perceber a beleza. Perceber o outro. Perceber o infinito no instante."
"E se ainda fosse possível ouvir uma última vez essa verdade ela diria com voz serena que o existir é improvável e por isso mesmo sagrado. Que a consciência não é acaso mas chamado. Que o último sonho não encerra a jornada mas a coroa com lucidez reverente."
"Assim o espírito compreende que viver foi aprender a ver. E que ter visto com coragem ternura e verdade já constitui um feito épico diante do silêncio eterno do universo."
O ÚLTIMO SONHO E O CÂNTICO DO INFINITO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Foste tu quem me ensinou a coragem das estrelas antes da partida. Mostraste-me que a luz não se extingue com a ausência e que ela prossegue silenciosa mesmo quando a matéria silencia. Assim compreendi que a morte não interrompe o sentido. Apenas desloca o olhar para regiões mais profundas da consciência."
"No último sonho essa lição retorna com solenidade. A respiração torna-se curta não por medo mas pela vastidão do que se revela. O infinito não se impõe como mistério opressor mas como verdade acessível à alma desperta. Existir revela-se raro. Existir revela-se belo. Existir torna-se um privilégio ético e metafísico."
"Tentei pedir que tudo fosse dito novamente. Não por esquecimento mas porque certas verdades exigem repetição para serem inscritas no espírito. Quis escrevê-las mas não encontrei instrumento que comportasse tal grandeza. Há ensinamentos que não cabem na linguagem. Apenas na interioridade."
"O último sonho então se amplia. Ele une memória e cosmos. O universo deixa de ser vastidão impessoal e assume finalidade íntima. Tudo parece ter sido tecido para ser contemplado por um olhar consciente. Não por vaidade humana mas por correspondência tão íntima entre o ser e o todo."
"Nesse estado a psicologia encontra repouso. O eu já não se fragmenta em expectativas. Ele aceita sua raridade e sua responsabilidade. Filosoficamente o sentido não está em durar indefinidamente mas em ter sido capaz de perceber. Perceber a beleza. Perceber o outro. Perceber o infinito no instante."
"E se ainda fosse possível ouvir uma última vez essa verdade ela diria com voz serena que o existir é improvável e por isso mesmo sagrado. Que a consciência não é acaso mas chamado. Que o último sonho não encerra a jornada mas a coroa com lucidez reverente."
"Assim o espírito compreende que viver foi aprender a ver. E que ter visto com coragem ternura e verdade já constitui um feito épico diante do silêncio eterno do universo."
Sonhei com peixes. Com esses peixes, a abundância está lá, mas não sei bem o porquê. O mundo é justo ou estranho? Já não sei o que pensar. A minha mente se perde nos laços que crio, nos pensamentos que emergem sem resposta. Será que existe o vazio? Mas não é a fome que me atormenta. A noite, linda e escura, me abraça e acalma meu coração. Pois você é como os peixes, um sonho etéreo, assim como o mundo, que já não sei mais como compreender. Será que o que está por vir acontecerá, ou a incerteza será nossa companhia? Olho a lua, as estrelas, o céu negro. E penso que, de alguma forma, estamos compartilhando os mesmos olhos, os mesmos destinos. Pois a mesma lua que você olha, é a mesma que me espera. Espera por você.
É impossível conquistar paz interna buscando atividades externas, pois ela se inicia dentro de nós e pela abdicação.
Existem duas vidas, uma que vivemos das quais a realidade é o professor e a outra sonhamos viver, e que nem sempre acabamos de vive-la.
Ausente, diferente
Nada é tão implacável agente
Como um sonho derramado.
Aquele que soltas, mas esta amarado.
Aquele que foges, mas te persegue.
Aquele que evitas falar, mas alguém fala e segue.
Aquele que esqueces, mas alguém te lembra.
Aquele que parece preto e branco, mas não é zebra.
Você entrou na minha vida e plantou a sua haste,
Você mudou de direção e foste para o leste.
Será que virá algum pirata para roubar essa lembrança de mim?
Acredite, se isso acontecer será o fim.
O fim de uma presença como a ferra.
O fim de uma era, fértil como a terra,
Onde chovia, onde plantar e colher
Era um dom, já não quero sofrer.
Quero estar com você,porque assim eu tenho fé
Quero estar com você, porque assim eu tenho sonhos,
Quero estar com você, porque assim eu busco forças,
Quero estar com você, porque assim não tenho medo.
A Lua é a musa do poeta
Mas, a sua fiel companheira se chama Solidão.
A Lua é a dama do sonho deste cavalheiro.
Ela vem à noite de mansinho,
Feitiça ele com carinho,
E quando ela não aparece;
Ele dorme com saudade da sua bela.
A Solidão nunca lhe abandona.
Permanece quando todos vão embora,
Está na sua mão agora e toda hora,
Ela é persistente, não desaparece;
Ele só encontra a paz quando foge dela.
A Lua é complicada,
De tempo em tempo muda o seu semblante.
A Solidão sempre estável;
Tão sem graça, que nem sabe ser amante.
É a Lua, divina e perigosa,
A musa deste pobre poeta,
Cheio de ilusão.
Porém sua companheira,
Aquela amargosa;
Sempre será a Solidão.
Dezembro chegou com cheiro de festa,
Trazendo nas asas o brilho que resta.
É tempo de sonhos, de luz a brilhar,
De abraços que aquecem e fazem morar.
O ano suspira seu último fôlego,
E a esperança renasce, num doce diálogo.
Dezembro é promessa, é fim e começo,
Um laço de tempo que envolve o endereço.
Então, que venha com riso e ternura,
Com paz que acalma e amor que perdura.
Dezembro chegou, trazendo alegria,
Um presente embrulhado em pura magia!
O sol se despede devagar,
tingindo o céu de ouro velho e sonho.
As nuvens, douradas, flutuam no horizonte,
e as sombras se esticam, preguiçosas.
O vento sussurra histórias antigas,
o dia se inclina, entregando-se à noite.
Tudo se banha em luz morna,
como um abraço que aquece a alma.
E ali, parado, contemplo o milagre,
uma obra que não pede aplausos.
Só o silêncio basta,
porque o ouro velho fala por si.
Felicidade Surge em pequenos gestos, como um sorriso, uma boa companhia ou a realização de um sonho.
Felicidade Surge em pequenos gestos, como um sorriso, uma boa companhia ou a realização de um sonho.
É uma escolha diária de ver a beleza no comum, valorizar o que se tem e estar em paz consigo mesmo.
Ao longo desse caminho, aprendemos que a felicidade não é algo a ser alcançado ao final, mas uma construção diária de escolhas,
Buscar a felicidade é, acima de tudo, aceitar que ela é um caminho a ser apreciado em cada etapa.
A felicidade está nas pequenas coisas: nos detalhes que muitas vezes passam despercebidos
Ela mora em um abraço apertado, em um café quente em uma manhã fria, no cheiro da chuva e no sorriso de quem amamos.
Está no prazer de realizar algo simples, na tranquilidade de um fim de tarde, ou no som de uma risada espontânea.
Quando aprendemos a enxergar o valor desses momentos, percebemos que não é preciso esperar por grandes conquistas ou acontecimentos para ser feliz.
A felicidade, na verdade, está presente em nosso dia a dia, basta desacelerar e abrir o coração para essas pequenas maravilhas.
MULHER
Ela é feita de estrelas e tempestades, de sonhos e cicatrizes. Cada passo que dá ecoa a força de todas as mulheres que vieram antes dela, e em seu coração arde uma chama que nunca se apaga.
Ela é única, um universo em constante expansão, repleto de mistérios e belezas que ninguém jamais entenderá por completo.
Que nunca a tentem diminuir, pois seu valor é incalculável, e sua luz brilha mais forte do que qualquer sombra que tentem lançar sobre ela.
Ela é feita para voar, e mesmo quando tropeça, levanta-se com ainda mais determinação.
Que ela nunca esqueça: o poder que carrega dentro de si é inquebrável, e sua essência é uma poesia que só quem realmente vê com o coração pode apreciar. Deixe que falem, que tentem, mas nada poderá apagar o brilho de quem nasceu para iluminar o mundo.
Naquela noite, olhando as estrelas, tão próximas de nós, contamos segredos e sonhos ... e de repente uma estrela caiu.
Todo idealista precisa tirar o projeto
do papel e projetá-lo.
Assim como, todo sonhador precisa
dar o passe proporcional ao tamanho
do seu sonho.
Não espera da vida nada além daquilo que você luta para conquistar. Querer não é suficiente, faça por merecer.
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