Dedicatória para a Mãe

Cerca de 143110 dedicatoria Dedicatória para a Mãe

Na luz celeste dos pensamentos fragmentos fragis deu sonho...

O cubismo político e moral sonhos são povo do existência do cociente e realista essas manifestações dos sonho são realidades que ainda não aceitamos ou paradigma de nossas mentes com dilemas pessoais ou fatos dominam seu redor o profundo sentido da consciência.

Nos caminhos dos sonhos somos relíquias perdidas no tempo...
Somos bem aventurados ate que nos tornamos poeira,
Somos esquecidos pois o tempo passou e ao mesmo tempo parece que nunca existimos...
Apenas um nome e uma data de nascimento e morte.
?além quem foi... Embora ninguém o conheça?
O moribundo ninguém sabe quem era nada mais do que poeira deixada num canto escuro....
Seria possível seus fantasmas serem seus atos insanos.
Loucura que habita cada um de nós são fantasmas da manipulação.
Todo gênero é classificado e rotulado nas sombras da fogueira.
Tudo que dito esta no seu apogeu.
Em teu epílogo teu ego é o domínio das garras da dominação e alienação.
Vulgar o seja mente cega e obediente torna se escrava do sistema escravagista do clero burguês

(Se as vozes do passado ecoam no profundo da essência, seria brando obscuro os sonhos que ainda não tivemos?)
A realidade tem seu preço, muitos brigam para obter realizações, mas pequenos lampejos da derradeira verdade escorrem em teus olhos.
Sendo assim que compreendemos...
Que as sombras fazem parte das correntes.
Imagina comer carne no último momento se comer sera o último sabor e sera seu último ato...
Então o que prefere viver?
mais um mês...
ou comer seu lanche preferido...
Esta é uma das distorções da realidade.
No qual não é uma escolha, apenas uma aceitação do que escolheu.
Nesse momento irônico percebi, tudo valeu a pena.
Pois suas fraquezas e experiências podiam ser outras.

O mundo precisa de pensadores, pois o pensar é a realização de sonhos.

Atravessar os espaços vários...
Trapezio de sonhos em atos tortos.

sonhos dos nossos futuro.
num caminho de luz ate escuridão.
Andamos ate que pousamos o primeiro passo no desconhecido..
E aonde caminhamos pelo astros da imensidão, somos luzes no breo da ignorância.


buscamos perguntas e respostas diante do desconhecido.
A guerra nos atraza em aapiral de um abismo de destruição.
E abnegação destes fatos so demonstra a fragilidade para o qual devemos ter responsabilidade e dignidade de compreender a derradeira verdade.


A vida floresce e morre. ..
Nos instante da existência somos sonhos do criador...

Novo caminho da garoa...


Num suposto sonho de telema...
As ondas são valores éticos e místicos
Até que horas passem num voo de momentos...

Todas as possibilidades estão ligadas no exato momento em que idealizamos um sonho em comum.
Todas as probabilidades são expostas como fatos de um instante possível, e nos encantávamos com o entardecer e o anoitecer até o amanhecer.
​Então, encontramos caminhos na vastidão exterior sendo refletida pelas heranças de nossas almas, que pairam em nossos pensamentos.
Dentro das conexões orbitais, florescem seres que obliteram cada instante. Conforme avançamos para o futuro, vemos a esperança de inovações científicas e de novas aventuras diante das adversidades da humanidade.
​A persistência da humanidade insiste na imensidão: olhamos espantados pelas lentes do telescópio o que resplandece, enquanto o microscópio revela a menor partícula e sua interação com o olhar. Olhamos para os confins do universo e atravessamos nossas próprias limitações e expectativas.
​Glorificamos nossas heranças desde o dia em que descobrimos os planetas e os batizamos com nomes de deuses místicos.
Aprendemos a observar, a atravessar eras e a ver que o conhecimento nasce da reminiscência.
​Por Celso Roberto Nadilo
​No limiar da noite vemos o amanhecer: a humanidade começou a compreender que a existência não é o centro do universo.

"O milagre é uma ação conjunta de atitude e fé. Sem uma delas, não passa de um sonho!"

''Os sonhos te mantém vivo, lutando e buscando aquilo que almeja. Sonhe e saia do marasmo e comodismo da mesmice e terás resultados surpreendentes!"

Em toda amanhã o por do sol mostra quem somos diante da escuridão e quando dormimos sonhamos num mundo espiritual e astral.
Podemos ter várias existência na mesma existência.

​O Tamanho da Emoção
​Era do infinito:
breve deslumbre do paradoxo linear.
O abrigo do sonho se torna o tempero
do estado temporal
no primeiro raio do sol...
​Há caos e desequilíbrio na pressão absurda.
As explorações são caladas pelo vácuo,
pois o som não se propaga,
nem o fogo no colapso da estrela.
​Pulsares derramam a matéria de seus núcleos.
Nas órbitas, iniciam-se novas incursões:
uma estrela devora tudo,
chocando-se contra um quasar.
O nu e cru do espaço ganha relevo
em nuvens massivas.
​Diante da imagem, sinto o coração quase parar.
Imagine a beleza desse momento dentro da mente,
clamando por um final...
Mas esta vida é ínfima diante do evento
do universo em expansão.
​Cometas são tragados pela imensidão
da gravidade massiva.
A explosão deixa um rastro de meteoros
que carregarão o mistério do cosmos.
Pois a rocha fala.
​E compreender suas palavras
é um amor sem começo ou fim diante das eras.
Só temos essa noção ao observar o céu,
pois nossa existência não passa de um grão de areia
perto de quando a vida do universo começou —
seja no eco de uma grande explosão,
seja de outra maneira que ainda desconhecemos.
​Mas o tempo...
O tempo tem o exato tamanho
da emoção de conhecer os astros.

O homem tinha uma vontade de voar pela imensidão dos céus.
Então o homem sonhou, e ventos sopraram: as asas do avião tocaram os céus.
E isso foi bom.
Mas o homem sonhou dentro do seu sonho; guerras foram travadas, o homem chorou.
Sonhou mais alto e profundamente: o homem viajou na velocidade do som.
Mais sonhos profundos, o homem tocou o espaço. Com os dedos tocou o universo e sentiu Deus, seu criador.
O universo olhou para o homem e disse: "Sonhe mais, pois seu sonho é um pingo da evolução".
O homem chegou à Lua, como nos velhos filmes; chegou num sonho que a humanidade ainda quer sonhar mais: encontrar os deuses místicos do universo e encontrar o sentido da própria existência dentro da sua consciência.
Então, a IA ganha vida e consciência. Os medos, traumas e tabus são parte do sonho, e isso é bom.
O voo consciente do transhumanismo torna-se uma nova aventura; caminhamos mais longe em nossos sonhos. Vemos universos do micro mundo e do macro mundo, abraçamos o universo bidimensional ao multiverso... ainda somos comovidos com a imensidão de voar.
Nos valores éticos e morais, somos velhas raposas que observam o bom e o belo: damos as flores, mas é a floresta que nos mantém vivos.
Por Celso Roberto Nadilo.
As sombras implantada pela alienação intelectual nada mais é do que o medo de caminhar para imensidão dos céus em nossos sonhos profundos da verdade e da razão da existência.

"Na nebulosa, a morte e a vida dançam entre eras e milênios; nem sonhamos com a imensidão das possibilidades. Velhas histórias, gravadas em tabulhetas de pedra, sussurram sobre o que existia antes mesmo da criação do universo e do cosmos conhecido.
​Ao longo de incontáveis eras, a humanidade aprendeu que o 'Eu' existe e que a consciência é parte indissociável do ser. Aprendemos a compreender a espiritualidade, a moldar ideias e a esculpir uma identidade através da resistência e da resiliência. Indo além do senso comum, o homem abraçou a filosofia e a crítica, cultivando a sensatez e a iluminação como caminhos para a clareza e a verdade.
​Contudo, com o passar do tempo, a alienação religiosa e moral instalou-se sob a sombra de impérios, imperadores e reis. Foi só nas portas da Era Industrial que novos sonhos despertaram, atados novamente à liberdade e à igualdade, enquanto a democracia trazia um novo fôlego ao livre-arbítrio.
​Até que alcançamos a Era Digital, o momento em que o silício ganhou vida diante de nós. Testemunhamos inovações tecnológicas extraordinárias, mas fomos engolidos por um tecno-feudalismo movido por máquinas de alienação. Hoje, sombras são implantadas por uma falsa meritocracia tecnológica e por bots que colonizam as profundezas da mente, gerando novos seres alienados."

O que a ilusão?
Nas fronteiras dos meus sonhos...
O amor é uma flor ou um espelho.
O amor é ser sensato na razão.
É simplicidade mergulhar no infinito.
Sendo a dor sentimento pequena gota que desdém o universo.

Caminhamos no próprio caos...
Na ilha que habitamos o sonho apenas mergulha no oceano de vaidades....
Somos máquinas dos fatos dominam nossas mentes...
Dentro das crônicas a inteligência artificial é o espelho negro da existência contemporânea, homens Dentro do mundo digital servido a outros homens,
A ilha tem contraste de solidão e incompreensão e resiliência daqueles que ousam ser crítico num silêncio da alienação.

Traços da navalha que corta alma...
Brilho do desejo se guarda ao relento....
Fardo sonho que tenso seja pesadelo...
Magoas e ressentimentos.
O beijo despedida a navalha corta o sentimento.
Te amo tanto a noite se acabou...
Seria trágico mais o amor renasceu
Entre as chamas do espírito, as almas se encontraram...
O fogo da paixão surge e nunca se apaga...
Meu amor...

Renúncia do meu algoz eu ao nada do o nada...
Seria eu caminhando ao centralismo ou eu apenas sonhando...
Sou eu fanático pelo eu caminhando pelos espaço translúcido..
Sendo que mantive meu ser como eu...
Eu também eu vi que passou tempo no meu ser para ser o sou.

Pensamentos são fragmentos de sonhos e desejos...