Dedicatória para a Mãe

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Muitos não aprendem o básico de economia por dois motivos: dá trabalho e convém mais depender do Estado do que pensar.

Olhos De Poesia


Há quem veja o mundo com os olhos da poesia
e aprenda a medir o tempo pela luz do amanhecer
e pelo jeito que o sol se curva ao partir,
deixando nas janelas o rastro de ouro que ficou.


O vento empurra nuvens como barcos de algodão,
a vida acontece nos intervalos que ignoramos,
o café esfriando, a xícara vazia,
o silêncio entre duas palavras ditas.


As coisas ordinárias são as mais extraordinárias,
só porque poucos se dão ao trabalho de notar.
Um minuto pode virar saudade doce,
uma tristeza pode marcar a alma como cicatriz palpável.


A maioria caminha por esse mundo como errante,
sem experimentar a poesia que a própria vida é,
sem perceber que tudo exige aprender a dualidade,
entender o fim, a morte, o ponto final,


e saber também que tudo pode reiniciar,
que mesmo no meio do caos mais denso
ainda há possibilidade de um final bom,
de um raio de sol atravessando a tempestade.


Quem enxerga assim vive de verdade.

Quem aprende com a dor deixa de ser vítima e passa a ser autor da própria história. 🎭


-Jouberth Toffoli

"Aprendi que há peso nos ombros porque memórias traumáticas clamam por reconhecimento e significado."


projeto Trilho365

"Há vidas que só aprendem humanidade atravessando abismos."


projeto Trilho365

Quem conhece o preço das escolhas e das omissões não espera viver sem dor; aprende a distinguir sofrimento de consequência. Sabe cobrar o que merece, romper quando necessário e sustentar o custo da própria liberdade. Mas justiça não é vingança, e karma não é fantasia cósmica: é a energia transformada em comportamento, o comportamento transformado em destino, e a vida devolvendo, cedo ou tarde, o mundo que ajudamos a construir.

O que você mudaria em seu passado, se pudesse?


Certamente,
o empenho ao estudar para aprender,


o estudo com método (testarie vários),


rotina de produção textual diversificada...


[...]


Entretanto, isso só seria possível,


ou melhor: viável,


apenas,


se


houvesse um bom orientador.


[...]


Não houve.


Resultado?


Agora, sou meu mestre e pupilo.


Não porque não seria se fosse bem direcionado.


Mas porque tive que formar meu próprio professor...


enquanto formava meu próprio aluno.

Fogo Morto


Eu comecei a estudar para em um concurso passar
Objetivo era aprender. Literatura e matemática
Eu estava indo até muito bem
Velocidade Média eu aprendi também
Até que um dia do meu lado se sentou alguém


A timidez me dominou
Eu só pensava em me mudar de lugar
Até que ela me cutucou
Pedindo um lápis se eu pudesse emprestar


Foi nessa hora que eu fiz besteira
Disse não tenho lápis. Uso lapiseira
Infelizmente não posso emprestar


Então entrou o professor
E foi chamando pelo bombeirinho
E perguntou se ele estudou
Ou se o Fogo Morto se apagou


Rapidamente eu me levantei e disse sim senhor
Claro que eu estudei. Fogo Morto não é história de amor


Fogo Morto! Fogo Morto! É a paixão que se acabou
Fogo Morto! Fogo Morto! É o amor que se apagou

Honre seus filhos para que eles aprendam a honrar pai e mãe

Temos uma vida longa, quando aprendemos a morrer todos os dias.

Você tem um grande poder nas mãos! O sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que todos nós temos nas mãos o maior de todos os poderes que é o poder espiritual, e que só precisamos aprender a usá-los. O poder do fogo por exemplo, pode ser usado para aquecer o frio ou para causar grandes desastres e incêndios. Assim também ocorre com o nosso poder espiritual, você usá-lo para o bem o para mal, canalize seus poderes positivamente e venha viajar feliz com esse sapinho...

Misturado como omeletes! O sapinho mochileiro Gabiroba aprendeu que é assim que um relacionamento amoroso deve ser, e não dá para fazer omeletes sem quebrar a casca do ovo. Então quebre esse casca e seja feliz no seu relacionamento, e outra dica...o sapinho mochileiro evita ficar colocando outros ingredientes na omelete para não perder o sabor. Faça sua omelete com muito carinho e aproveite o paladar...saboroso da paixão...todos os dias o dia todo. Curta a simplicidade do relacionamento.

Nossa tendência é destruir o que não dá para salvar...e o sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que temos que destruir relacionamentos tóxicos antes que ele nos destrua, temos que destruir o medo antes que ele nos destrua, temos que destruir a incredulidade e ter fé no amor, na amizade e na caridade. Venha ter fé no amor com o sapinho mochileiro Gabiróba...

Como você quer crescer sem ser esticado? E o sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que para crescer na vida, na profissão, nos estudos e principalmente no amor e nas tantas outras coisas do coração, você precisa ser testado, amassado e esticado. Onde você está buscando segurança para as suas relações, essa é a questão. Confie sempre no Amor e deixe que o amor seja sua fortaleza, faça tudo com amor e pelo amor você será alcançado. O sapinho mochileiro adora navegar nas águas calmas do amor...vamos?

"Até o meu desconforto é lucro. Aprender a lidar com as críticas e com o peso da caminhada é o que diferencia os curiosos dos profissionais. Se eu me abalo, eu paro, respiro, aprendo e continuo: eu sempre ganho."

NINGUÉM NASCE PARA SOFRER: A DOR É TRANSITÓRIA, O APRENDIZADO É ETERNO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há uma ideia profundamente enraizada na cultura humana que afirma existirem pessoas destinadas ao sofrimento. Diante de vidas marcadas por enfermidades, perdas, decepções e desafios incessantes, muitos concluem, precipitadamente, que Deus distribui a dor segundo um misterioso decreto de predileção ou abandono. Contudo, essa interpretação não resiste ao exame da razão nem encontra respaldo na Doutrina Espírita.
O Espírito jamais é criado para sofrer. Ele é criado simples e ignorante, destinado à perfeição, à sabedoria e à felicidade. Seu destino não é a aflição, mas a luz; não é o desespero, mas a plenitude moral conquistada pelo próprio esforço.
Se a dor visita a existência humana, ela não representa a finalidade da vida, mas um recurso pedagógico das leis divinas. Deus não encontra satisfação no sofrimento de seus filhos. Ao contrário, oferece-lhes oportunidades incessantes para crescer, reparar, amar e compreender. A dor surge, muitas vezes, como consequência natural das escolhas do Espírito ou como instrumento de educação livremente aceito antes da reencarnação, jamais como castigo arbitrário.
A vida terrestre é uma escola da eternidade. Cada encontro, cada separação, cada vitória, cada fracasso e cada lágrima encerram lições que ultrapassam os estreitos limites de uma única existência. O que hoje parece apenas sofrimento pode constituir, sob a perspectiva da imortalidade, um dos mais valiosos patrimônios espirituais.
A inteligência humana costuma medir a existência pelos acontecimentos imediatos. O Espírito, porém, escreve sua história ao longo dos séculos. Há aprendizados tão profundos que se realizam silenciosamente, sem que a consciência corporal os perceba. Enquanto o homem acredita estar apenas suportando uma prova difícil, sua alma pode estar desenvolvendo a humildade, fortalecendo a paciência, vencendo antigos impulsos egoístas ou despertando para a compaixão.
Nada disso acontece de forma ruidosa. A evolução espiritual raramente se manifesta por espetáculos exteriores. Ela se assemelha ao crescimento de uma árvore robusta, que se fortalece durante anos sem alarde, ou à nascente que, gota após gota, transforma a paisagem sem violência.
Assim também ocorre com a alma. As maiores conquistas espirituais frequentemente nascem das lutas invisíveis travadas no íntimo da consciência.
Existem pessoas que, após longos períodos de sofrimento, descobrem uma capacidade de amar que desconheciam. Outras aprendem o valor da humildade quando perdem o poder, da gratidão quando enfrentam a escassez ou da fé quando todas as certezas humanas parecem ruir. Não foi o sofrimento que as engrandeceu por si mesmo, mas a maneira como responderam a ele.
É precisamente aí que reside um dos mais belos ensinamentos do Espiritismo: não é a dor que santifica o Espírito, mas a transformação moral que ela pode favorecer quando acolhida com coragem, discernimento e confiança em Deus.
O progresso, contudo, não depende exclusivamente das experiências dolorosas. Allan Kardec demonstra que o Espírito pode avançar pelo estudo, pelo trabalho no bem, pela caridade, pelo perdão e pela reforma íntima. Quanto mais cedo compreende e vive as leis divinas, menos necessita das advertências severas da dor.
Por isso, ninguém deve resignar-se passivamente ao sofrimento, como se ele fosse um destino inevitável. O verdadeiro espírita procura compreender sua origem, extrair dele os ensinamentos possíveis e, ao mesmo tempo, trabalhar incessantemente para aliviar a própria dor e a dor alheia. A resignação ensinada pelo Espiritismo jamais significa conformismo diante do mal; significa confiança na justiça divina aliada ao esforço permanente de transformação.
Quando contemplamos a existência apenas pelos olhos da matéria, vemos perdas. Quando a observamos pela perspectiva da imortalidade, percebemos conquistas invisíveis.
Cada renúncia fortalece a vontade.
Cada ato de perdão ilumina a consciência.
Cada prova vencida amplia a capacidade de amar.
Cada gesto de caridade aproxima o Espírito das leis eternas.
E mesmo quando nada parece mudar exteriormente, algo continua florescendo no mais profundo da alma.
A verdadeira finalidade da encarnação nunca foi sofrer. Seu propósito é aprender, evoluir e aproximar-se de Deus. A dor pertence ao tempo; o aprendizado pertence à eternidade. As lágrimas secam, os corpos envelhecem e retornam ao pó, mas as virtudes conquistadas permanecem para sempre, acompanhando o Espírito em sua ascensão infinita.
Por isso, ninguém nasce para sofrer. Nascemos para despertar. Nascemos para aprender. Nascemos para transformar a nós mesmos. E, ainda que muitas vezes esse aprendizado seja imperceptível aos olhos humanos, nenhuma experiência vivida sob a inspiração do amor e da justiça divina deixa de produzir frutos imperecíveis para a alma imortal.
Fontes
O Livro dos Espíritos — questões 115, 132, 258, 260, 266, 920 e 967.
O Evangelho segundo o Espiritismo — Capítulos V e IX.
O Céu e o Inferno.
A Gênese.
O Problema do Ser, do Destino e da Dor.
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Esse enfoque reforça um ponto central da Doutrina Espírita: a dor não possui valor por si mesma; o que possui valor é a transformação moral que o Espírito realiza a partir das experiências vividas. Essa compreensão preserva a justiça e a bondade de Deus, conforme ensinadas por Allan Kardec.

"Quem persevera aprende a dialogar com o próprio cansaço sem obedecer a ele."

“Quem aprende a escutar o sofrimento alheio eleva o próprio espírito a um patamar de maturidade ética.”

“O sol não hesita em nascer. Aprende com ele a não hesitar em viver.”

"A alma aprende mais em uma noite de angústia do que em muitos anos de tranquilidade."