Dedicatória a Filha Formanda
Viver colocando política em tudo e sem sonhos é perigoso, e se torna solo arado para a guerra. Sem sonhos não há rota de liberdade.a
Navegando com convicção
e a multidão de sonhos
no oceano da Via Láctea
quando a Lua atingir
o esplendor do seu Nácar,
Você vai encontrar
o caminho que irá mostrar
a tenda do meu amor
para buscar abrigo,
porque sem amor na vida
nada mais tem feito sentido.
O Sonho da Fortuna
mostra que não é lenda
que as aparências enganam,
E os sonhos muitas
das vezes nos avisam.
Um poeta nunca morre nem mesmo depois de morto. A sociedade assassina mesmo são os sonhos de todos e dela própria. Sociedades sem sonhos vivem em guerras internas e distribuem guerras pelo mundo afora.
A poesia se maio
se escreve com
os teus sonhos,
flores, carinhos
e com tudo aquilo
que pode te fazer
feliz e satisfeito.
Na altura dos olhos,
muito mais altas
do que os sonhos,
as nossas mãos
começaram serenas
a se enamorar no ritmo
da Valsa de Mão Trocada,
Que num estalo fez
de mim por ti gamada.
Os gaúchos e as prendas
a rodopiar começaram
no salão a se alternar,
Não quis fazer nenhum
esforço para disfarçar.
A poesia romântica
do seu perfume a partir
deste dia nunca mais
eu consegui olvidar:
Você não vai se segurar.
Uma vida sem o brilho dos sonhos e da expectativa romântica é uma vida em vão; desvie o olhar, a mente e o coração de tudo aquilo que tire ambos de você.
Ao redor dos teus sonhos
sou a presença inabalável
e a borboleta oriental
desconhecida num mundo
invadido pelo banal.
Onde não há espaço
para ser não forço,
não fico e jamais insisto;
Se não for oferecido
o respeito não é amor
e nem obra do destino.
Como Leyla deste século
permaneço até quando
me vou como manifesto
de descontentamento:
forte sou encantamento.
O silêncio faz escutar
o meu nome mesmo
que você não queira,
Leyla viva em ti e perpétua
mesmo que eu não queira.
Você se uniu comigo
por dentro e agora
sou a dona do seu
coração e do pensamento;
Você é a minha fortaleza,
e eu na tempestade o abrigo.
Sempre que me espalhar
como cinzas no deserto,
os ventos dos sete pontos
cardeais trarão cada grão
para perto dos teus dias.
Como a borboleta oriental
infinita as minhas asas
feitas de estrelas os teus
olhos guiam na escuridão
imensa e o teu coração
de Mecnun não fará resistência.
(Até quando uns disserem
para que me esqueça!)
Iraceminha
Pequenos lábios de mel,
sonhos gigantescos
e bem brasileiros,
A tua gente gaúcha
com coragem te ergueu.
Iraceminha querida
e hospitaleira como
ninguém tu bem sabes
ser amável e por esta
nossa Pátria guerreira.
Pequena saída de mel
e com amor inesquecível,
é deste jeito que a sua gente
com constância te devota.
Iraceminha é
na poética do teu Lajeado
que leva o teu nome
é onde até hoje o meu
coração permanece apaixonado.
Região bonita, Maravilha!
És minha estância poética
onde a imigração que honro
inoxidável por tudo o quê
foi, tem sido e assim será:
Minha Iraceminha em tupi,
guarani ou no idioma pátrio,
a minha poesia sempre homenageará.
Senzala, que fez surgir em cada negro nela habitada os sonhos de fuga, de um quilombo, liberação e a independência tão querida e almejada.
Aproxime-se de pessoas monidas de sabedoria que falam sobre prosperidade, sonhos e tenham grandes objetivos de vida, afaste-se de idiotas de falam da vida dos outros ou vivem de fofocas e modismos passageiros!
Cansado de lutar por sonhos que nunca virão, enfrento minhas dores sabendo que a vitória é impossível. A cura plena não chega, e o peso da ausência é maior que a dor. Cada esforço esvai-se como sombra ao sol, mas ainda persisto, porque a rendição seria pagar o preço mais alto: perder a mim mesmo.
Ergui sonhos e afeições como castelos de bruma, mas nada se prendeu às minhas mãos. No silêncio desse desvelo, acolhi minha essência, o pulso livre de uma luz que sempre foi só minha, pois, não posso sentir falta do que nunca foi meu.
Que a magia do Natal transforme todos os seus sonhos em realidade com a esperança de um Feliz Ano Novo!
Existem sonhos e desejos que não devem, de maneira, sair da caixa.
Insanos pensamentos de Romeu velho, que corriam, e pulavam, e gargalhavam dentro de minha mente.
Alma de poeta maldizente, como aquele boca do inferno que diz: ah! Pensamentos, vocês estão encarcerados nessa prisão perpétua.
Ela que insiste em se quebrar, vive latente e maldizente. Como um doce epitalâmio proibido.
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