Declaração de Amor para o Homem Amado
Um poema na madrugada.
Hoje, eu só queria dizer que aprendi a te amar (philos) de uma forma que nem eu mesmo me permito explicar.
Não sei por que, mas aconteceu. E, aos poucos, esse sentimento foi tomando forma.
Eu e você temos nossos universos, é verdade.
Mas, quando converso com você, eu me perco. Eu me lanço nessa loucura que é este sentimento impossível, de não ser julgado, posso ser apenas livre sem amarras.
Se existe realmente amizade, seja lá da forma que for, eu estou perdido no meio dela.
Cada palavra sua, cada frase que vejo alimenta mais e mais isso dentro de mim, a liberdade.
São palavras que alimentam a alma e são verdadeiras.
Até que ponto o egoísmo supera o sentimento?Estou sendo egoísta, my lady, em te falar estas coisas, pois te coloco em risco ao expor o que sinto.
Em um raro momento de sensatez, eu te peço: é melhor me pararmos.
Iremos ficar com estas lembranças e sentimentos de algo que nunca aconteceu.
Pois eu estou cada vez expondo mais o que sinto e isso te coloca em risco.Quem ama não machuca, não fere. Quem ama cuida, quem ama se torna um só.A vida já não lhe pertence, pois foi entregue a um outro coração.
Apenas um poema
"O que é amar?" Bom, amar é guardar segredos. Por isso não direi o que é amar, afinal é um segredo meu e dela.
(Cada um ama do jeito que sabe amar)
Será que eu posso pegar um biscoito?
Será que eu posso beber água?
Será que eu posso amar a vizinha?
Será que eu posso…
botar as mãos no coração
e sentir o infinito?
Será que eu posso me sentir satisfeito?
Será que eu posso evitar o vazio?
É preciso sonhar o tempo inteiro?
É preciso dormir na solidão?
É preciso amar superficialmente?
É preciso engolir plástico todos os dias?
É preciso jantar todos os dias?
E dormir de barriga cheia?
É preciso eu ser assim e não ser aquilo?
Ser mais ou ser menos?
É preciso dar uma performance?
Usar uma máscara?
Dançar até os meus joelhos falharem,
até os meus pés tremerem?
É preciso ser isso?
E eu preciso ser isso?
É preciso ser feliz e não ser triste?
Será que eu posso ao menos amar?
Será que eu posso ao menos deixar de ser isso?
Será que eu posso escrever um poema?
Mas…
no fim,
a pergunta mais urgente:
Será que eu posso ou não pegar um biscoito?
Alguns dizem que só se ama uma vez. Outros que podemos amar várias vezes ao longo da vida, de formas diferentes. Na verdade já nascemos sendo amados, conhecendo o amor mais bonito do mundo que é o amor de mãe. Somos apresentados ao amor paterno, fraterno e crescemos ouvindo falar desse 'amor que faz parar o tempo', o amor das novelas, dos filmes românticos, o amor que muitos de nós não conhecemos dessa forma.
Nos apaixonamos pelo que vemos; enxergando também um pouco de nós, do que gostaríamos de ser. Nos apaixonamos também pela possibilidade de que alguém também esteja se apaixonando por nós. Nos apaixonamos por fragrâncias, olhares, manias. Nos apaixonamos pela saudade, pelo que ela nos diz em silêncio, quando poucos de nós temos forças e vontade para ouvir o que tem a dizer, refletir, praticar. Nos apaixonamos pouco a pouco, até sermos completamente tomados pelo desejo de amar verdadeiramente. Nos apaixonamos pelas canções que são locutoras do oculto, dos sentimentos parcialmente revelados, não negados ou totalmente.
Nos apaixonamos pela aura de mistério que o outro nos transmite, nos convida a explorar o admirável mundo novo, mundo do amor. Nos apaixonamos pela oportunidade de desfazer os nós e tornar tudo claro. Para nós, também. Nos apaixonamos pelos diálogos que podem nunca ser ditos, mas o são em pensamento. Nos apaixonamos pelos sonhos que são nossa realidade noite após noite. Nos apaixonamos pela timidez ou a falta dela.
Nos apaixonamos pela esperança, pelas pequenices que transformam palavras bobas em poesias. Nos apaixonamos pela magia que nos torna crianças diante de quem amamos. Nos apaixonamos pelas cafonices que desprezamos quando nos machucamos. Nos apaixonamos quando mesmo magoados não podemos mais fugir e mais ainda quando nos damos conta de que o fácil realmente não atrai. Nos apaixonamos pelas esquisitices que nos fazem perceber que somos todos tão diferentes e ao mesmo tão próximos de nos entendermos. Nos apaixonamos pela ímpar solidão a qual buscamos abrigo para nossos próprios medos. Nos apaixonamos, inevitavelmente, por nós mesmos também.
Eu odeio te amar, porque eu não sei querer outra coisa a não ser isso, te amar, não suporto o fato de te querer, e não te ter, ter você perto, e ao me deitar, não poder te fazer carinho até dormir e poder acordar com seu abraço. Odeio te amar, porque até com as nossas diferenças, não sei te negar, até mesmo odeio te amar, na parte que brigamos porque a gente não come da mesma comida, não temos os mesmos horários pra dormir, e ainda pior o porque eu odeio te amar, porque quando você você faz birra em negar algo pra mim, me faz ficar com muita raiva, em negar um beijo se quer, mesmo eu sabendo que logo em seguida, vem correndo me dar todos os beijos teus. Odeio te amar também, que quando eu preciso da tua voz e do teu bom dia, boa noite, bom trabalho, boa aula meu amor, e você esquece ou não tem o costume, mas eu sinto falta, porque você já fez isso milhares de vezes. Eu odeio te amar, porque querendo ou não, é odiando te amar, que eu nunca deixo de te amar, é odiando te amar, que eu me pego olhando tuas fotos guardadas, que eu me pego sorrindo todas as vezes que eu tento apagar e não consigo, porque eu odeio te amar. E por odiar tanto esse amor, eu me odeio e acabo te amando ainda mais.
Eu admiro essas pessoas que não se apegam a nada e a ninguém, pois pra mim é bem difícil não amar, não me envolver, não gostar, e não proteger.
Quando se deve desistir
Dos seus ideais, ainda que amar
Seja tudo que seu coração precise
Ainda que seu amor seja o bastante
Para suprir a necessidade da outra
Pessoa.
Quando se deve desistir do amor
Quando tudo que há de bom nessa
Vida é amar e amar viver
E pensar que sua existência
Mesmo que vaga, apagada
Um dia possa ser notada.
Se lembrar que seu amor é real
Esquecer que um dia você teve
Um ideal, amor e amar, sofrer e
Chorar, sorrir e cantar.
Assim é estar apaixonado, entregue
De alma corpo e coração.
Quando se deve desistir do amor
Somente quando o sol não nascer,
Quando a lua não brilhar, quando
Os pássaros não voarem ou
Quando seu mundo se acabar.
Na essência do viver.
Nossa vida se passa como um lindo
Amanhecer, nossos anos se passa
Como um belo entardecer e nosso
Tempo é tão curto como uma
Noite escura que me deito
E durmo e não vejo passar.
Ainda que por mais difícil que seja entender
O amor e por mais difícil que seja conquistá-lo,
O amor é o sentimento mais lindo.
E por isso não devemos nunca
Desistir de alcançado.
Amar sempre, nunca se sentir só, chorar só de
Alegria, sorrir sempre que possível, dizer que
Ama alguém mesmo sem querer algo
Em troca, abraçar apenas para ver um
Sorriso alegre, e dizer eu te amo e
Esperar um dia ser amado.
O rio do amar.
Guiando meu coração
Nas margens calmas de um rio
Um nome paira sobre minha mente
Como um bom presságio, um aviso,
Lembro-me de como era bonito estar do se lado
Seus olhos me avisavam que eu corro perigo
Seus lábios me diziam que não era possível
Mais não é fácil guiar o coração nas margens desastrosa
Da solidão, ao ver uma luz eu acreditei que seria um refugio
Um lar um lugar seguro pra eu ficar, a onde eu encontrei um
Abismo com um final, um túnel com uma saída.
Apeguei-me, mais o fim estava próximo ainda não ouvi da
Sua boca, mais sei que sim seus olhos me dizem, seus lindos
Lábios mesmo fechados gritão que não.
Mesmo que você fale que eu só te trago o bem,
O destino em nossos caminhos manda
E o futuro um caminho difícil de trilhar, eu posso
Ajudar-te, te amar, e tudo que você não teve
Com outras pessoas eu vou te dar.
Um rio calmo trilha seu caminho sempre por
Onde a correnteza o leva, assim como o
Destino que guia nossas vidas
Por onde a gente menos
espera.
Amar, não é fácil, você sofre, rir, chora. Porém, esquecer, também não é fácil, você chora, chora, chora e quando acha que já pode sorrir, você volta a chorar.Pois esquecer, é impossível, mas a amar menos,é um desejo que pode ser alcançado...
Ser criança é...
perdoar com facilidade,
amar com sinceridade
e viver como se não houvesse posterioridade.
Ser criança é ser feliz de verdade!
Entreguei meu coração de pedra por um outro que podia sentir, sofrer e amar, mas nunca imaginei que ter um coração fosse tão difícil. Às vezes, preferia não tê-lo.
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