Declaração de Amor para Esposa
Minha esposa amada, meu amor sem fim.
Não há um segundo em que não penso em ti.
Seu toque suave me acalma e me faz feliz.
E sua presença é tudo o que preciso para existir.
Eu escrevo isso para ti, mulher.
Para que saibas que em meu coração
não há espaço para mais ninguém.
Você é minha vida, minha paixão.
Meu querido e amado filho,
Conserve o amor, dignifique sua esposa, ame o seu lar.
Pois para ser feliz é preciso ser verdadeiro, é preciso ser inteiro.
Conserve o lar, ame sua esposa, dignifique o amor.
Pois para ser inteiro é preciso ser feliz, é preciso ser verdadeiro.
Amor da minha vida, minha amada esposa, mulher segundo o coração de Deus.
Estarei sempre ao seu lado para segurar sua mão e dizer que nunca estará sozinha.
Deus tem grandes propósitos a nosso respeito e planos soberanos. Ele está nos levando onde nunca poderíamos ir sem os planos dele. Te amo.
O amor de um homem por sua esposa, não pode ser comparado pelo amor que sente por sua mãe.
Sua esposa o conquistou e ganhou seu coração.
Por sua mãe ele já nasceu apaixonado, em seus braços conheceu a calmaria, em seu sorriso conheceu o mundo.
Existem cinco principais tipos de amor a saber, amor paterno ou materno, amor de esposo e esposa , amor incondicional, amor de amigo e o amor de Deus.
O amor verdadeiro de um marido salva primeiro a sua esposa, e não os filhos, porque os filhos vêm depois dela.
Declaro amor à minha esposa de diversas formas: uma delas é lançando longe de mim o ódio pelo seus erros.
"Declaração de Amizade"
Ser amigo(a) é poder dizer com convicção: AMIGO(A) TU ÉS O MEU REFÚGIO NOS MOMENTOS DE AFLIÇÃO... AMIGO(A) TU ÉS A FONTE DA MINHA ALEGRIA... AMIGO(A) TU ÉS A RAZÃO DO MEU VIVER... AMIGO(A) VC É MAIS PRECIOSO(A) QUE O OURO E A PRATA... NADA NESSE MUNDO VAI ME FAZER MUDAR DE IDEIA QUANTO AO QUE EU PENSO DE TI... EU TENHO A CERTEZA QUE VC FOI ENVIADO(A) POR DEUS, PRA FAZER PARTE DA MINHA HUMILDE VIDA... VC ME FAZ FELIZ E SEMPRE ME FARÁ FELIZ... AMO-TE
Andamos tão pra baixo que qualquer discurso ou declaração retórica assume uma postura heroica em nossa consciência.
Demasiadamente forte: Inclusive.
Declaração
Eu preciso te confessar uma coisa.
Sabe aquele momento frustrante que você sente que está perdendo o jogo?
Eu estou assim porque o meu coração está ganhando e superando todas as minhas expectativas quando se trata de você.
Cada dia que nos falamos isso só cresce e meus sorrisos só se tornam mais reais.
E só me fazem querer desafia-lo a me deixar ser sua.
É tudo por sua causa, pelas coisas que você diz e como faz eu me sentir.
Você faz eu acreditar que isso é real e me faz querer viver nessa realidade perfeita para o resto da minha vida.
Então você aceita viver essa realidade comigo?
Como não há um momento único – nenhum golpe, declaração de lei marcial ou suspensão da Constituição – em que o regime obviamente “ultrapassa o limite” para a ditadura, nada é capaz de disparar os dispositivos de alarme da sociedade. Aqueles que denunciam os abusos do governo podem ser descartados como exagerados ou falsos alarmistas. A erosão da democracia é, para muitos, quase imperceptível.
*C*aso haja alguma dúvida,
*A*qui vai minha declaração:
*S*ou sua eterna apaixonada,
*A*mo você de montão!
*C*omo num conto de fadas,
*O*utro amor não vou querer,
*M*eu futuro é contigo, não me
*I*magino sem você. Te
*G*aranto meu amor, esse é
*O* meu jeito de ser!
Declaração de Independência.
Eu sou o cão desafiador,
eu sou o gatuno rebelde,
aquele que combate a tão temida proliferação:
do bastardo injusto, o saqueador da nação.
Eu sou um homem temente
aquele que canta um único repente:
“Morte a independência,
morte a Corte da Suprema negligência,
morte ao rico e vida ao pobre,
morte a miséria e a falta de educação,
morte a todos, os que se proclamam donos da nação.
Morte a hipocrisia,
morte ao falso romance e a qualquer tipo de tirania.”
Como uma pequena reparação
Faço jus a quem a sociedade trata com distinção:
“Viva o índio,
viva o negro escravizado,
viva o vinho e os italianos colonos a pouco chegado,
viva o preto e viva o branco,
viva o gatuno e viva o desafiador,
um grande viva, a todos que enxergam no outro, uma semente do amor”.
O riso é vinho para a alma - riso suave, ou alto e profundo, tingido com seriedade - a declaração hilariante feita pelo homem que a vida vale a pena viver.
DECLARAÇÃO DE MALES
Ilmo. Sr. Diretor do Imposto de Renda.
Antes de tudo devo declarar que já estou, parceladamente, à venda.
Não sou rico nem pobre, como o Brasil, que também precisa de boa parte do meu dinheirinho.
Pago imposto de renda na fonte e no pelourinho.
Marchei em colégio interno durante seis anos mas nunca cheguei ao fim de nada, a não ser dos meus enganos.
Fui caixeiro. Fui redator. Fui bibliotecário.
Fui roteirista e vilão de cinema. Fui pegador de operário.
Já estive, sem diagnóstico, bem doente.
Fui acabando confuso e autocomplacente.
Deixei o futebol por causa do joelho.
Viver foi virando dever e entrei aos poucos no vermelho.
No Rio, que eu amava, o saldo devedor já há algum tempo que supera o saldo do meu amor.
Não posso beber tanto quanto mereço, pela fadiga do fígado e a contusão do preço.
Sou órfão de mãe excelente.
Outras doces amigas morreram de repente.
Não sei cantar. Não sei dançar.
A morte há de me dar o que fazer até chegar.
Uma vez quis viver em Paris até o fim, mas não sei grego nem latim.
Acho que devia ter estudado anatomia patológica ou pelo menos anatomia filológica.
Escrevo aos trancos e sem querer e há contudo orgulhos humilhantes no meu ser.
Será do avesso dos meus traços que faço o meu retrato?
Sou um insensato a buscar o concreto no abstrato.
Minha cosmovisão é míope, baça, impura, mas nada odiei, a não ser a injustiça e a impostura.
Não bebi os vinhos crespos que desejara, não me deitei sobre os sossegos verdes que acalentara.
Sou um narciso malcontente da minha imagem e jamais deixei de saber que vou de torna-viagem.
Não acredito nos relógios... the pule cast of throught... sou o que não sou (all that I am I am not).
Podia ter sido talvez um bom corredor de distância: correr até morrer era a euforia da minha infância.
O medo do inferno torceu as raízes gregas do meu psiquismo e só vi que as mãos prolongam a cabeça quando me perdera no egotismo.
Não creio contudo em myself.
Nem creio mais que possa revelar-me em other self.
Não soube buscar (em que céu?) o peso leve dos anjos e da divina medida.
Sou o próprio síndico de minha massa falida.
Não amei com suficiência o espaço e a cor.
Comi muita terra antes de abrir-me à flor.
Gosto dos peixes da Noruega, do caviar russo, das uvas de outra terra; meus amores pela minha são legião, mas vivem em guerra.
Fatigante é o ofício para quem oscila entre ferir e remir.
A onça montou em mim sem dizer aonde queria ir.
A burocracia e o barulho do mercado me exasperam num instante.
Decerto sou crucificado por ter amado mal meu semelhante.
Algum deus em mim persiste
mas não soube decidir entre a lua que vemos e a lua que existe.
Lobisomem, sou arrogante às sextas-feiras, menos quando é lua cheia.
Persistirá talvez também, ao rumor da tormenta, algum canto da sereia.
Deixei de subir ao que me faz falta, mas não por virtude: meu ouvido é fino e dói à menor mudança de altitude.
Não sei muito dos modernos e tenho receios da caverna de Platão: vivo num mundo de mentiras captadas pela minha televisão.
Jamais compreendi os estatutos da mente.
O mundo não é divertido, afortunadamente.
E mesmo o desengano talvez seja um engano.
Paulo Mendes Campos, in O amor acaba
