Declaração de Amor para Casamento
Ter uma conexão com alguém não está fácil. E é ainda mais difícil encontrar alguém com os meus objetivos, planos, valores e princípios que nós.
Na vida todos nós desde que nascemos trilhamos um caminho. Muitas vezes tentamos pegar um atalho desviando do cansaço, da desmotivação das incertezas e por muitas vezes pra desviar de sentimentos que não queremos sentir...
Mas não há como fugir do caminho por mais que queremos tomar atalhos sempre voltamos para o caminho principal, pois só ele leva ao destino certo.
As vezes encontramos pessoas no caminho pra nós ajudar em parte da caminhada, outros pra nós afastar do caminho e tomar atalhos e muitas vezes também nesses atalhos encontramos outras pessoas que também estão no atalhos desviando dos mesmo sentimentos, problemas e obstáculos...
Porém quando o destino prepara algo reencontramos essa pessoa no caminho e temos a oportunidade de dar as mãos e caminhar juntos pois entendemos no atalhos que temos os mesmos objetivos no caminho...
E entendendo isso que eu decidi dar as mãos pra vc e caminhar contigo...
Me leva junto nessa caminhada, segura na minha mão e não solta... Porque quando as coisas estiverem difíceis, ainda que cansado, se necessário for, te carrego no colo, mas não desisto de ti....
Reflita: Se alguém te quer na vida dela, ela irá te colocar lá. E não haverá necessidade de competir com ninguém para ter esse amor. Não se contente em ser segundo plano, lembre que Deus te fez merecedor, sábio, e não um objeto de utilidade apenas. A confiança se conquista, e tornar-se a prioridade desse alguém, é algo que não se disputa e sim se ganha.
Não se trata de escolher a pessoa certa; trata-se de fazer as coisas certas com a pessoa que se escolheu.
”Um dia você vai olhar para o lado antes de dormir, vai pensar em mim e perceber que eu não era tão ruim assim, que na verdade minhas partes boas sempre foram maiores que as ruins, mas quando perceber isso vai ser tarde demais.”
Em tempos tão tecnológicos, ler uma carta em um papel se tornou raro, tão raro quanto um sorriso seu (temos que mudar esse jogo), não negue a você mesma a oportunidade de se ver sorrindo. VOCÊ JÁ SORRIU HOJE? Eu gostaria muito que sua resposta fosse sim, será que você vai tomar café hoje? Será que não vai? Será que vou te fazer sorrir hoje, antes de você ler essa carta?
Se olhe no espelho e repare na pessoa que você é, digna de tirar fotos todos os dia, para registrar seu momento de felicidade, mesmo que ao seu redor, as coisas não andam como o esperado, mas, sorria, tenha sempre um motivo para sorrir e se um dia esse motivo não mais te fazer sorrir, busque outros motivos e por aí vai.
Repare nesse seu carrinho, cada coisa em seu lugar, cada coisa tem a sua importância, cada coisa é especilista em fazer alguma coisa e todos caminham juntos para o mesmo projeto de limpeza (é claro que seu carrinho é especial, imagina o privilégio de ser empurrado por você, sentir sua mão pelo menos uma vez por dia) se eu fosse esses utensílios e produtos ai, não sairia daí nunca mais.
Sou chato né, mas, escrevo só para te lembrar das coisas boas, da importância de sua presença, independente do lugar em que você esteja, pois, o que faz a especialidade do momento não é o lugar mas, sim, você. Já tirou foto hoje? Não seja exigente com você mesma, se cobre menos.
FELICIDADE A DOIS
Se querem a felicidade a dois
não casem pela aparência –
esta é como bijuteria:
com o tempo perde o brilho...
Se querem a felicidade a dois
não casem por interesse –
pois se a dificuldade vem e demora,
a afetuosidade logo vai embora...
Se querem a felicidade a dois,
pra toda vida, e da cor do arco-íris,
se assumam pra um cuidar do outro,
que só assim, serão mais felizes!
Amar não é uma batalha ou uma competição. Não há vencedores, nem vencidos. Amar é doar-se com qualidade. Quem ama verdadeiramente não sabe ser egoista, não maltrata, não machuca. Portanto, quando decidimos amar alguém de verdade, a cumplicidade, fidelidade, respeito e companheirismo devem ser o tempero principal na relação.
Um único dia seria insuficiente para descrever, o quanto te amo! Sinto-me um homem amado, realizado e ainda digo-lhe mais:
Nestes 15 anos, 180 meses, 780 semanas, 5 mil e 475 dias, 131 mil e 400 horas,
7 milhões e 884 mil minutos, 473 milhões e 400 mil segundos, continuo te AMANDO.
Aliás como sou feliz ao seu lado! e mesmo todo este tempo, parece que foi ontem mesmo que descobri "que eu te amo" continuarei a enamorar-te sempre, todos os demais dias da minha vida, ou seja, continuaremos ser um casal de enamorados, que reformam, reformulam, renovam e restauram o conceito do namoro no casamento!
"Sabe aquela velha história de que os opostos se atraem? Quer saber? Não é beeeeem assim, não. Levar uma vida a dois sem afinidades, não dá!"
"Sabe aquela velha história de que os opostos se atraem, fiquem ligados, pois isso não quer dizer que eles suportarão a convivência."
Não sou um grande poeta
E minha escrita é modesta
Mas tu me inspira as mais belas poesias
De sentimento e fala honesta.
No vasto universo
Nem um astro já se viu
Que tenha tamanha beleza
Como quando você sorriu.
Encanta com seu brilho intenso
Ofusca a Lua que anela
E te observa lá do alto
Desejando que a beleza fosse dela.
És tão bela, quão astro neste sistema
Sua forma os planetas desalinha
Cada qual que a deseja intensamente
Pensando: Ah! Quem dera fosse minha!
Tens uns jeito que encanta
Seus olhos brilham na imensidão
Arde com fogo e brasas vivas
E abala com qualquer desavisado coração.
SOU BELA, RECATADA E DO LAR!
SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.
SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).
SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.
Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.
Ass: uma esposa, com orgulho!
Cuidado. É possível que aquilo que você veja como defeito na pessoa amada, outros enxerguem como raridade.
É lindo pousar ao lado que quem amo e poder em nossos sonhos voar;
É lindo saber que temos nosso ninho e o melhor caminho é nele morar;
É lindo ter a certeza, que mesmo na dor ou na tristeza, você sempre será meu par.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
