Declaração de Amor para Casados
Eu peço que não tente desafinar meu riso frouxo.
Pois não podes imaginar como estou feliz com minha loucura.
Todas noites eu fecho os olhos e me emociono de tantos sentimentos vivos que borbulham.
Feio é não sentir, feio é não sorrir, feio é de definir.
minha mania de corrigir brinquedo torto não vai mudar...
Pois amar não é delimitar o que de belo a vida te ensinou a compartilhar.
Marketing é o estudo atemporal da realidade do mercado e do comportamento das pessoas dentro das suas transformações constantes e estudo de indicadores do que é tendencia. O mundo não para assim como a compreensão das necessidades humanas que estão em constante mudança.
Quando um funcionário se sente parte do crescimento da empresa ele não tenta fazer nenhum conhecimento de refém. Empresa que possui seu conhecimento livre, cresce.
Teu silêncio, tão meu silêncio, um encontro sem nenhum desencontro, desaparecendo na brisa, ao som do teu sorriso que aprecio calado, teu silêncio.
O que os poetas falam? Os poetas falam do que as pessoas querem ouvir. O que as pessoas querem ouvir? As pessoas querem ouvir de amor. E como se escuta o amor? Sobre o amor, a gente apenas sente.
Se cobrar pela recompensa futura é igual a sentir dor.
Construa o dia, se surpreenda com o resultado, vá acolhendo e deixando o passado pra trás, tudo cura, tem que ter paciência.
Um dia de cada vez.
Ninguém sai da vida de ninguém porque quer.
Simplesmente vai embora porque ali, ela não está mais fazendo a diferença.
Amar não é ceder sempre,
pois quando se cede sem se impor
nega-se ao seu próprio amor.
E quem não tem amor-próprio,
não pode ter o próximo como seu amor.
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
Entrego-te a minha vontade, entrego-te as minhas lágrimas e as minhas promessas ficaram todas em minha voz. Não as calarei, deixo na mão do destino, todos os meus planos falidos.
Faça a sua parte universo, ou me tira de vez desse mundo ou me prove para quê afinal, caí nesse jogo sujo a qual se desdenham tanto sobre o amor?
"Imaginando a janela do seu sorriso"
Eu gosto de olhar para você enquanto dorme, vejo a imagem de um anjo refletindo na sua calmaria, sinto o gosto dos seus beijos ao imaginar a delicadeza que tocastes suas mãos em minha face, sinto você e de você apenas imaginei-me, afinal alguns minutos de uma boa conversa, quase me derreteram em sal. E o meu ódio por você aumentou em 77%.
SOB A SOMBRA DA BELEZA NO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O amor nasce já ferido.
Não como promessa, mas como necessidade.
Uma carência inscrita na própria estrutura do querer.
Ama-se não por plenitude, mas por falta.
A beleza surge como engano sublime.
Ela se oferece ao olhar como redenção,
quando na verdade é apenas o véu mais refinado da dor.
Toda forma bela carrega em si a sentença do perecimento,
e é justamente por isso que fascina.
O espírito, ao reconhecer o belo, não encontra repouso.
Antes, inquieta-se.
Pois compreende que aquilo que o atrai
jamais poderá ser possuído sem perda.
Amar é desejar o que inevitavelmente escapa.
A consciência, ao amadurecer, percebe
que o amor não promete felicidade,
apenas instantes de intensidade.
E intensidade é sempre sofrimento condensado.
Quanto mais profundo o vínculo,
mais aguda a percepção do fim.
A mística do amor revela-se então trágica.
O sujeito não ama o outro,
ama a imagem que nele desperta sua própria carência.
E quando essa imagem vacila,
a dor emerge não como surpresa,
mas como confirmação da natureza do querer.
Há uma tristeza inerente à beleza
porque ela nos obriga a desejar o que não se fixa.
Tudo o que é digno de amor
é, por essência, transitório.
E a consciência disso não liberta: aprofunda.
Assim, amar é consentir com o sofrimento lúcido.
É aceitar a vigília permanente do espírito
diante de um mundo que não promete consolo.
A grandeza não está na felicidade,
mas na coragem de contemplar o abismo
sem desviar o olhar.
