Declaração de Amor de Mãe para Filha

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MÃE


Quem te criou, mulher?
E botou o teu nome de mãe?


Fez do teu colo uma força
Pra cada manhã.
Do teu abraço, um abrigo.
Saiba que sou teu fã.


Hoje entendo que mãe é eterna!
Só pode ser criação divina
Essa personalidade protetora,
Que não se prioriza.


Fica sem comer se for preciso,
Pro teu filho não dormir sem comida.


Essa é a tua poesia, divina:
Ensina quando briga,
Protege quando precisa.
Faz brotar amor
Mesmo nos dias mais cinzas.


Você não merece só um dia,
365 ainda é pouco
Pro tamanho do teu amor.


Obrigado por você existir,
Mesmo quando a existência não faz sentido.


Obrigado por me fazer sentir
Seguro no abraço do seu abrigo.


Você será lembrada
De geração em geração,
Pela grandeza desse teu amor,
Que tem o nome:


MÃE!

Isso é o rap mãe, não é apologia pai.

Isso é o rap mãe, não é apologia pai, é cultura, aprendizado que daqui não sai, é discurso rítmo, com rima e poesia, batidas envolventes, contos e melodia...

Se o homem mau é capaz de abusar da própria mãe, o que ele não será capaz de fazer com as mães dos outros?

AVÓ, MÃE, TIA E MADRINHA

Quando Deus envia ao mundo
uma criança em seu nascer,
cerca-a logo de mulheres
que lhe ensinam a viver.
Cada gesto de carinho
faz a alma florescer.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A avó borda a experiência
com ternura e devoção;
conta causos, faz lembranças,
cultiva a tradição.
Seu colo é porto seguro,
seu conselho é direção.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A mãe é fonte de amor,
é coragem e proteção;
ensina os primeiros passos,
a verdade e o perdão.
No silêncio de um abraço
fala mais que uma oração.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A tia chega sorrindo
feito um raio de alegria;
é parceira das brincadeiras,
da conversa e da folia.
Mas também sabe aconselhar
com firmeza e cortesia.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A madrinha faz promessa
diante de Deus e do altar;
recebe um filho do coração
para amar, guiar e cuidar.
Na bonança ou na tormenta,
nunca deixa de amparar.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Cada uma tem seu jeito,
cada qual sua missão;
uma afaga, outra corrige,
todas dão a mesma mão.
Na união desses cuidados
cresce forte o coração.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

O café feito com afeto,
o remédio e a oração,
o vestido bem cuidado,
o pão quente e o feijão;
tudo ensina à criança
o valor da gratidão.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

A bênção dada à noitinha,
o sinal da Santa Cruz,
a palavra de esperança,
a confiança em Jesus.
São sementes de uma vida
iluminada pela luz.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Quando a lágrima aparece,
logo chega uma das quatro;
uma enxuga o rosto triste,
outra acalma o desacato.
E o amor transforma a dor
num bonito reencontro.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Quem cresce cercado assim
leva o bem por onde for;
faz da bondade um costume,
da humildade o seu valor.
Aprendeu desde pequeno
a linguagem do amor.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Que Deus guarde essas mulheres
como estrelas a brilhar;
são alicerces da família,
são razão para sonhar.
Onde existe esse carinho,
Deus escolhe ali morar.

Senhoras da minha vida.
Casa, Lar, Ninho e Moradia.

Ninguém sabe quantas vezes uma mãe batalhadora chorou em silêncio para que seus filhos nunca vissem suas lágrimas. Mesmo cansada, ela continua de pé, transformando amor em força todos os dias.

A RAINHA DOS ANJOS.

“Maria Santíssima é acolhida por Jesus”

“Sim, minha mãe, sou eu!... Venho buscar-te, pois meu Pai quer que sejas no meu reino a Rainha dos Anjos...”

A alvorada desdobrava o seu formoso leque de luz quando aquela alma eleita se elevou da Terra, onde tantas vezes chorava de júbilo, de saudade e de esperança.

Não mais via seu filho bem amado, que certamente a esperaria, com as boas vindas, no seu reino de amor; mas extensas multidões de entidades angélicas a cercavam, cantando hinos de glorificação.

Experimentando a sensação de se estar afastando do mundo, desejou rever a Galileia com os seus sítios preferidos.

Bastou a manifestação de sua vontade para que a conduzissem à região do lago de Genesaré, de maravilhosa beleza.

Reviu todos os quadros do apostolado de seu filho e, só agora, observando do alto a paisagem, notava que o Tiberíades, em seus contornos suaves, apresentava a forma quase perfeita de um alaúde.

Lembrou-se, então, de que naquele instrumento da Natureza Jesus cantara o mais belo poema de vida e amor, em homenagem a Deus e à humanidade.

Aquelas águas mansas, filhas do Jordão marulhoso e calmo, haviam sido as cordas sonoras do cântico evangélico.

Dulcíssimas alegrias lhe invadiam o coração e já a caravana espiritual se dispunha a partir, quando Maria se lembrou dos discípulos perseguidos pela crueldade do mundo e desejou abraçar os que ficariam no vale das sombras, à espera das claridades definitivas do Reino de Deus.

Emitindo esse pensamento, imprimiu novo impulso às multidões espirituais que a seguiam de perto.

Em poucos instantes, seu olhar divisava uma cidade soberba e maravilhosa, espalhada sobre colinas enfeitadas de carros e monumentos que lhe provocavam assombro.

Os mármores mais ricos esplendiam nas magnificentes vias públicas, onde as liteiras patrícias passavam sem cessar, exibindo pedrarias e peles, sustentadas por misérrimos escravos.

Mais alguns momentos e seu olhar descobria outra multidão guardada a ferros em escuros calabouços.

Penetrou os sombrios cárceres do Esquilino, onde centenas de rostos amargurados retratavam padecimentos atrozes.

Os condenados experimentaram no coração um consolo desconhecido.

Maria se aproximou de um a um, participou de suas angústias e orou com as suas preces, cheias de sofrimento e confiança.

Sentiu-se mãe daquela assembleia de torturados pela injustiça do mundo.

Espalhou a claridade misericordiosa de seu espírito entre aquelas fisionomias pálidas e tristes.

Eram anciães que confiavam no Cristo, mulheres que por ele haviam desprezado o conforto do lar, jovens que depunham no Evangelho do Reino toda a sua esperança.

Maria aliviou-lhes o coração e, antes de partir, sinceramente desejou deixar-lhes nos espíritos abatidos uma lembrança perene.

Que possuía para lhes dar? Deveria suplicar a Deus para eles a liberdade?

Mas Jesus ensinara que com ele todo jugo é suave e todo fardo seria leve, parecendo-lhe melhor a escravidão com Deus do que a falsa liberdade nos desvãos do mundo.

Recordou que seu filho deixara a força da oração como um poder incontrastável entre os discípulos amados.

Então, rogou ao Céu que lhe desse a possibilidade de deixar entre os cristãos oprimidos a força da alegria.

Foi quando, aproximando-se de uma jovem encarcerada, de rosto descarnado e macilento, lhe disse ao ouvido:

“Canta, minha filha! Tenhamos bom ânimo!... Convertamos as nossas dores da Terra em alegrias para o Céu!...”

A triste prisioneira nunca saberia compreender o porquê da emotividade que lhe fez vibrar subitamente o coração.

De olhos extáticos, contemplando o firmamento luminoso através das grades poderosas, ignorando a razão de sua alegria, cantou um hino de profundo e enternecido amor a Jesus, em que traduzia sua gratidão pelas dores que lhe eram enviadas, transformando todas as suas amarguras em consoladoras rimas de júbilo e esperança.

Daí a instantes, seu canto melodioso era acompanhado pelas centenas de vozes dos que choravam no cárcere, aguardando o glorioso testemunho.

Logo, a caravana majestosa conduziu ao Reino do Mestre a bendita entre as mulheres e, desde esse dia, nos tormentos mais duros, os discípulos de Jesus têm cantado na Terra, exprimindo o seu bom ânimo e a sua alegria, guardando a suave herança de nossa Mãe Santíssima.

Por essa razão, irmãos meus, quando ouvirdes o cântico nos templos das diversas famílias religiosas do Cristianismo, não vos esqueçais de fazer no coração um brando silêncio, para que a Rosa Mística de Nazaré espalhe aí o seu perfume!

FONTE

Irmão X (pseudônimo espiritual), psicografia de Francisco Cândido Xavier, Boa Nova, capítulo 30, “Maria”. O texto acima corresponde a uma reprodução parcial desse capítulo, conforme indicado na própria publicação compartilhada.

Referência bibliográfica:

XAVIER, Francisco Cândido. Boa Nova. Pelo Espírito Irmão X. Rio de Janeiro: FEB, capítulo 30, “Maria”.

Rosa, por que choras?
Helaine Machado, para minha mãe Rosa Alves

Rosa, por que choras?
Se tua beleza é radiante,
tua pétala é tão delicada,
tua cor… puro resplendor.
— Eu choro…
porque minhas lágrimas ninguém vê,
minha dor se esconde no silêncio,
nos espinhos que em mim nascem
e contam tudo o que sofri.
— Mas, rosa…
tua beleza é mais que paixão!
— Para alguns…
mas para mim, sou um coração aberto,
cada cor que carrego
é um sentimento meu.
Sou suave, sou intensa,
sou feita de emoções…
mas cada espinho que cresce em mim
guarda aquilo que me feriu.
— Oh, rosa…
tua beleza é sublime,
enche de vida quem te vê.
— Mas nem todos querem sentir…
alguns desejam só a beleza,
sem aceitar os espinhos
que também fazem parte de mim.

Coisas de Mãe, Jeito de Mulher
Helaine Machado
Mãe é detalhe que ninguém vê,
mas sustenta tudo sem aparecer.
É mão que guia, é voz que acalma,
é colo que cura rachadura da alma.
Tem cheiro de casa, gosto de cuidado,
olhar atento mesmo estando cansado.
É pressa por dentro e calma por fora,
é quem se doa inteira… toda hora.
Coisas de mãe são feitas de silêncio:
um “vai dar certo” em meio ao sofrimento,
um joelho no chão quando ninguém vê,
conversando com Deus por você.
E ainda assim, é mulher — inteira, viva,
com sua dor que quase ninguém cativa.
Guarda vontades, adia desejos,
mas nunca economiza nos abraços e beijos.
Se reinventa em cada fase da vida,
mesmo quando se sente perdida.
Porque dentro dela existe um poder
que só quem é mãe consegue entender.
É raiz profunda, é vento leve,
é quem nunca solta, mas também não prende.
É amor que ensina, corrige e acolhe…
é mãe sendo mulher,
e mulher sendo forte.
Helaine Machado

Filho,
É avião.
Mãe,
Pista de pouso.

Se você é filho de mãe solteira e não pode honrar seu pai por algum motivo, sempre honre a sua mãe para que tenha uma vida próspera e feliz.

Assim é ela:
Hilária, divertida, moleca, alegre, maçã com limão, mãe, irmã, amiga, avó, tia, sogra, cunhada, brigona, original, Skol, chopp, quibe, chá, café, café, café sem açúcar, patrola, dorminhoca, fogosa, bandida, descarada, sincera, honesta, meia boca inteira, e eu fico maravilhado com ela.
(Saul Beleza)

*Mulher, Poema Inteiro*

Faço poemas pois existe uma mulher,
desde a mãe que reza baixo ao pé da cama,
até a amada amante que acende a chama
com um só olhar de quem entende e quer.

A menina moça que carrega o mundo
no caderno aberto e no riso solto,
tropeça em sonhos, levanta em tumulto,
e escreve o futuro no segundo.

E a moça flor que desabrocha em calma,
tem pétala no gesto e raiz na alma,
perfuma a casa, a rua, a vida inteira
sem pedir licença pra ser primavera.

Faço poemas pois mulher é verbo:
nasce, cuida, luta, ama, inventa.
E quando o verso pensa que termina,
ela recomeça o ponto onde ele sentiu saudade.
(Saul Beleza)

As mães.

A minha mãe, e a sua mãe.
A mãe nossa, e a toda mãe.
A mãe que está no céu, e a mãe aqui da terra.
A mãe de paz, e a mãe de guerra.
A mãe que assumiu, e a mãe que sumiu.
A mãe que voltou, e a mãe que nunca viu.
A mãe cega, e a mãe que tudo vê.
A mãe que é pai, e o pai que é mãe.
A mãe que lê jornais, e a mãe que nada lê.
A mãe brigona, e a mãe brincalhona.
A mãe que ajudamos e a mãe que ajuda nós.
A mãe elegante, e a mãe demodê.
A mãe viajante, e a mãe que nunca sai.
Em nome da tua, da minha, e em nome da mãe de todos.
"Em nome do pai."
(Saul Beleza)

A Letra, H.
Agar foi uma serva egípcia de Sara e mãe de Ismael, filho de Abraão. Sua história no livro de Gênesis é marcada por conflitos familiares, exílio no deserto e a experiência de ser vista e socorrida pelo próprio Deus em momentos de grande aflição.

A minha mãe,
economiza.

Obrigado por tudo
( Mãe )



Mãe…
Obrigado por tudo.
Eu sei que nunca fui o melhor filho,
Já te trouxe preocupações,
Já errei mais do que deveria,
E mesmo assim a senhora
nunca soltou minha mão.


Mesmo nas minhas fases difíceis,
Seu amor continuou aqui, firme,
Me protegendo em silêncio,
Orando por mim quando ninguém mais acreditava.


Se hoje eu ainda consigo continuar,
É porque existiu uma mãe forte me sustentando.
Uma mulher que chorou escondido
Só pra me ver sorrir depois.


Obrigado pelos conselhos,
Pelos abraços, pelas broncas,
E principalmente por nunca
desistir de mim.
Eu talvez nunca consiga
retribuir tudo…
Mas vou passar a vida
Tentando te dar orgulho.

O coração de uma mãe possui o abrigo de que um filho precisa. Agiganta-se pela forma como acolhe e imensurável pela dimensão do amor que carrega.

O poder de uma mãe é tão influente quanto um rio que corre em direção ao mar, até tornar-se um só com ele.

" 'Mãe a gente só tem uma' . Ainda bem! Já pensou ter que dar presentes e levar para almoçar 4, 5, 6 Mães? Poizé!"
Texto Meu 0870, Criado em 2017

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com