Declaração de Amor a uma Amiga
Para tudo tem limites...
Limites para o amor
para que ele não se transforme em dor.
Limites para paciência,
limites para o perdão
pois, algumas pessoas costumam abusar dele.
Limites para o tempo,
pois, não temos todo o tempo do mundo.
para ficar esperando por pessoas
que não se importam conosco.
Limites para pessoas mal educadas,
pois nos cansam ao considerem-se sinceras.
Limites para brincarem com nossos sentimentos.
Limites para chorarmos
por pessoas que não valem a pena.
Limites para o silêncio, pois uma hora nossa alma grita...
Chega uma hora que tudo cansa
e damos as costas sem nos importarmos com nada!
"Entre todos os sentimentos, priorize o amor,
pois o amor pode te levar ao infinito de todos os outros sentimentos"
Ah, o amor. O que é o amor senão a arte de conviver, o poder da compreensão e a simplicidade do perdão?
AMOR
Amor é uma faca que se crava e faz sangrar.
É o fogo que arde sem se ver.
É a pétala que acaricia e o espinho que machuca.
O amor e uma ferramenta capaz de salvar, e uma arma capaz de destruir.
Dá e tira vidas, cria e destrói esperanças.
Amor é á felicidade e a tristeza,
é o prazer e sofrimento,
provoca o riso e causa o choro.
O combustivél dos apaixonados,
e o veneno dos não amados.
O amor pode ser desde a semente de uma flor,
até o inicio de uma erva daninha.
É a doença que mata e o remédio que cura,
cria vida e causa a morte.
Quem inventou o amor?
Todo aquele amor veio de novo me atormentar, me fazer sorrir, me fazer chorar, me fazer sentir o frio fino e seco do amor, me fazer te amar com prazer, com meu ardor, sentir o teu desprezo te amando sem pudor.
Singela é a razão que como sopro de esperança me deixa seu perfume que assume a minha vida sem a herança que desse amor sou eu merecedor, coração que as vezes sei lá, cobra-me coisas sem ao menos se dar, ou dá conta que o amor renasceu, um amor que em mim nunca morreu.
Pode vir, venha trazendo de novo tudo o que um dia me fez feliz, deixando em minha face a felicidade, a alegria de viver, viver um amor que se fez sem sentido e no sentido da dor que se fez saudade, o meu prêmio na verdade foi o seu existir, e o meu coração veio a dor do amor sentir.
E nas curvas do seu corpo encontrei o meu caminho, uma guarita, como se encontrasse a saída para o desespero, tenho medo, sinto sede, sede de você, uma rede onde não consigo me desprender, e a cada dia que passa mais desprezo esse sofrer.
Tenho o receio de você, como um menino que carrega seu destino, mas não sabe ao certo por onde começar, não sei como te negar nem por onde te alçar, você está nos meus sonhos e se faz realidade, vivo do seu lado e morrendo de saudade, um caminho sem volta num amor com castidade.
Será que foi saudade, ou um pingo da maldade que te fez voltar, ou seria o tão limpo e claro gosto do querer, um querer que assume a vida da gente e transforma o espinho em flor, me diga por favor, quem inventou o amor?
SAUDÁVEL
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)
Pra que eu vou brigar
Se o amor sempre sera rei
Através dos tempos
Mesmo se os ventos
Soprarem temporais.
Pra que eu vou me irritar
Se o amor sera companheiro
Regendo meu signo
Mesmo se o inimigo
Espreitar feroz
Deixem que se rasguem
Que xinguem ate que firam
Suas consciências imbecis
Um dia
Quando o tempo cobrar
Talvez alguém pense que foi azar
Ser tao infeliz
Pra que eu vou chorar
Se a dor e dadiva dos fracos
Que não sabem se impor
Mesmo se o amor
Clama um pouco de paz
Só quero te amar
Pra ser saudável da cabeça
E sempre da razão
Mesmo se o seu coração
Não aceita um amigo a mais
© 2007 Globrazil Inc/Islo Nantes Music(ASCAP)
Não quero explicar definições para sentimentos como saudade e amor, quero apenas que saiba que você me fez senti-los.
INGRATO AMOR
Tu és ingrato Por sair da minha vida
Quem te deu este direito
De sair sem despedida
Este amor que era lindo
Você decidiu romper
Mas antes de tudo isso
Deveria ter lembrado
Que primeiro precisava
Me ensinar a te esquecer
Eu nem tento te encontrar
Porque sei vai ser em vão
Você já me esqueceu
Outro amor apareceu
Neste seu ingrato coração
Não te peço pra voltar
Você deve ter razão
Porque eu não soube amar
Mas se um dia tu voltares
Vai encontrar guardadinho
O amor e o carinho
Deste relutante coração
Amor nem é tudo!
Primeiro vem o respeito, a lealdade, o companheirismo e a fidelidade!
Ninguém vive de amor!
"A coisa mais bonita do mundo é o amor que não pede nem espera retribuição. Se eu te amo, o problema não é teu, é meu."
O que há entre nós
é muito mais do que química.
É amizade, companheirismo,
cuidado e amor.
Combinação perfeita e imensurável,
um laço de fidelidade e dedicação.
Você não entende, mas eu não mereço um qualquer-amor. O coração arranhado já conheceu o lado obscuro do amor. Não mereço o lado torto, desajeitado, mistificado do amor. Eu quero o impecável. Quero o acordo que une, o nó que desata. Quero tocar o impossível. Ser sugada para outro mundo. Quebrar barreiras. Investir no meu avesso. Quero ser de alguém, sem me trair. Sem me ultrapassar. Sem desmerecimentos. Você não entende, mas eu preciso amar um amor que me mereça por inteira. Não quero entender o processo do amor. Não quero ler os sinais do amor. Eu quero ser levada por ele. Eu quero em minha ousadia máxima, ser o próprio amor. Porque eu não amo aquilo que entendo. Eu só amo aquilo que eu não entendo. Aquilo, que eu apenas sinto.
Meu amor saiu por aí e não voltou mais. Perdeu-se o meu amor. Deve ter entrado numa tabacaria, livraria, lavanderia, tornearia, padaria, sabe-se lá. O fato é que meu amor perdeu-se. Nunca pensei que meu amor sairia a vagar, ficaria olhando uma vitrine, dobraria numa rua qualquer, entraria em um beco, cairia no chão e ficaria lá, preso entre o meio fio e a desilusão, olhando o movimento dos carros, fixado nos passos das pessoas, no vai e vem dos dias, apático, apoplético.
Meu amor perdeu-se. Não sei se um belo dia decidiu fugir de livre e espontânea consciência, ou se foi uma idéia que lhe surgiu de repente. Nunca foi distraído, o meu amor. Nunca deu-se a arroubos de insanidade nem a inconsciências transitórias. Penso que talvez esteja sofrendo de amnésia ou Alzheimer, com sorte quem sabe apenas um surto passageiro de estafa. Sumiu faz algum tempo – tempo demais para este meu coração danado de ansioso – e faz-me uma enormíssima falta. Já não há capuccinos que cheirem a canela, não há livros que me façam chorar. Abandonaram-me as músicas que eu sei de cor e que são obrigatórias por lei serem cantadas com as janelas do carro bem abertas, ou para que os vizinhos ouçam e riam. Enegreceu qualquer coisa que deveria estar por perto e agora não se acha, desertaram os perfumes da terra, da chuva, das manhãs de sono, de cabelos molhados, de café com pão, dos inícios das tardes quentes que contrariam as frentes frias.
Meu amor saiu e não voltou mais e não há o que possa suprir sua falta, não há o que possa ocupar seu lugar. Sem meu amor eu não sou eu, sou o forro roto do meu casaco, a pedra fria da minha casa, sou um corpo deambulante e oco que dormita dia e noite. Se alguém o encontrar, é favor devolvê-lo com a máxima urgência, avisar os bancos de sangue, a polícia militar, chamar a ambulância, convocar a assembléia de condomínio, tocar trombetas, marcar cirurgia, decretar feriado, publicar na imprensa de grande circulação, gritar por mim. Por favor.
Bom dia, meu amor! Eu só queria dizer que amo escrever com você cada letra, cada frase e cada página da história das nossas vidas. Esse nosso livro pode ser cheio de altos e baixos, mas existe amor em cada capítulo.
Entre nós há amor, cumplicidade, amizade e carinho. Estou aqui para te proteger, para fazer com que seu medo passe e o amor sintonize.
O amor é inexplicável, da mesma forma que as estrelas que vagam pelo céu. O amor não se explica, o amor não se julga, o amor apenas se vive.
