De Repente Nao mais que Derepente
Olhe no espelho e veja
O que o mundo enxerga: um vencedor
Mesmo quando não se sente inteiro
Você é mais do que pensou - Frase da música Olhe no Espelho do dj gato amarelo
Instruções para Não Ser Máquina
Não nos ensinem
a fazer amor
como quem planta trigo
em solo fiscal.
Não nos paguem
para gerar corpos
como se o útero fosse
fábrica de cidadãos
e não templo
de escolhas silenciosas.
Vocês marcam nossas noites
com relógios de Estado,
apagam nossas telas
para que façamos
o que vocês chamam
de “futuro” —
mas que é só
mais carne
para os canhões
dos seus mapas.
Dizem: “Tenham filhos.
É seu dever.”
Mas onde está o pão?
Onde está o teto?
Onde está o direito
de olhar nos olhos
de quem se ama
sem pensar
em bônus,
em certificados,
em perdão de dívidas
como moeda de afeto?
Amor não tem preço.
Tem território:
o espaço entre dois corpos
que decidem,
livres,
sem medo,
sem decreto,
se querem
ou não
criar mundo
juntos.
Enquanto isso,
vocês contam cadáveres
e chamam de estatística.
Contam berços
e chamam de vitória.
Mas não perguntam
se há paz
na casa
onde a criança nasce.
Nós não somos soldados
do vosso inverno demográfico.
Nem peões
num tabuleiro
de nações ansiosas.
Somos gente.
E gente
não se programa
com isenção de impostos.
Deixem-nos
errar.
Deixem-nos
esperar.
Deixem-nos
ficar sós
sem serem julgados
como desertores.
Porque o verdadeiro futuro
não nasce
onde há dinheiro.
Nasce
onde há liberdade
para dizer:
"não hoje",
"sim, mas com quem eu quiser",
"Jamais, e ainda assim sou inteiro".
Que nenhum governo
decida por nós
quando o coração
deve bater
mais forte.
Que nenhuma lei
meça o valor
de um abraço
pelo número
de berços
que ele produz.
E que, um dia,
as nações entendam:
não precisamos
de mais corpos.
Precisamos
de mais alma.
Se algo em nossa vida está tão penoso de ser iniciado ou concluído, se aquela expectativa não se desdobra em atos concretos, vamos dar uma pausa, focar no possível e tomar um fôlego! As respostas logo virão e, com elas, a paz! (LJ)
“No fim, não somos lembrados pelo que conquistamos,
mas pelo que continuou vivo depois que passamos.”
“Algumas presenças não cabem no tempo.
Elas permanecem onde a memória se recusa a esquecer.”
— Sandro Gonçalves
Os casais que têm o suficiente para serem felizes, mas não são.
Têm casa, um carro simples, trabalho, filhos e uma vida construída.
Ainda assim, permitem que coisas pequenas os decapitem:
o orgulho que não cede,
a vaidade que fere,
a ambição que afasta,
as aparências que mentem.
Esses males corroem silenciosamente o amor,
cegam os olhos, endurecem o coração
e fazem pessoas viverem perdidas,
resmungando dentro do próprio casamento.
A vida oferece caminhos verdadeiros
a quem realmente deseja viver a felicidade.
Ela se revela no agora, no simples, no essencial.
Aproveite o momento.
Valorize o que é real.
Você é importante para Deus.
Senhor,
Trago-Te os meus sonhos amarrotados...
Não para que Tu os alises, mas para que me ensines a alisar!
O ato de se cuidar deve ser primordial e único e não ditado pela indústria que lucra em cima de você prometendo uma beleza inalcançável.
Como é estranho e belo o poder da imagem e das experiências.
A criança que corria e sorria não sabia.
Crescia, e sem perceber, as raízes que a sustentavam
se desfaziam em silêncio,
na mesma medida em que o mundo se abria diante dela.
A criança agora é jovem.
Reconhece-se no espelho sem se reconhecer.
Não é mais a infância.
O familiar, de tanto se conhecer, já é outro.
O conhecido também desconhece.
O mundo, ele próprio, é uma imagem.
Flutua, muda de forma, de cor, de sentido.
E ao mesmo tempo é pequeno,
e tão imenso quanto os astros.
Um enigma:
quem o conhece, o perde.
Quem o desconhece, o encontra.
O mundo é tecido por personagens e papéis que não se mudam; apenas se alternam os atores e se refaz o cenário.
O peso das palavras é sutil. E o peso de ser a peça-chave, também. Sinto: ter nada é bom, mas não ter nada é corrosivo. O nada. Ele corrói a casca da nossa frágil harmonia.
A culpa é da globalização, sim. Ela vem, e remove. Enriquece uns, empobrece outros até o osso. Até o respirar custa, e para pagar, é preciso pagar com o próprio ser. Esta globalização: é corrosiva, dificulta o simples viver.
Então escrevo. Escrevo para rasgar as culpas que nem são minhas, para soltar a palavra que não pôde ser ouvida. É duro pensar, é duro ser. É tudo. Sim, as palavras são sutis. Mas enfrentar o peso é o risco. E o sonho de vencer a barreira que o mundo traz esse sonho, é maior.
O poder imersivo do conhecimento corrói corações que não aprenderam que a ciência é imune à empatia.
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