De Repente Nao mais que Derepente

Cerca de 786387 frases e pensamentos: De Repente Nao mais que Derepente

⁠O único bem que a morte oferece é não permitir que o sujeito lembre-se que morreu.
F. Meirinho

A arte não só me inspira mas como também me devora.


Um universo lotado de rabiscos,esboços e um poço de tinta.


Aos olhos de artista tudo é arte.
Ao meu corpo,que carrega tantas cicatrizes eu posso dizer:


Eu sou uma mera obra de arte.

De nada vale, ou adianta essa tal liberdade se você não sabe oque te aprisiona!
Entende?
Não?
Percebe?

Não importa qual seja o seu caminho.
Mas a mensagem sempre fará questão de te encontrar.

Flores rosas, as minhas favoritas, você não imagina como eu precisava disso. Sim, eu amei, nunca me senti tão emocionada e amada e bem-cuidada. Sinto que eu devo confiar no único homem que aceitou moldar meu coração e minha alma sempre aflita. Obrigada por estar curando minhas dores e meus traumas. Te amo pra sempre. Nunca irei embora porque minha razão e meu coração lhe pertencem!

A sociedade tem o advogado como o guardião que luta para que a justiça não cometa injustiça.

Sempre existimos, só não sabíamos, porque o Criador quis assim.

O design não é sobre como a solução será desenvolvida (código), como será vendida (marketing) ou como será medida (dados). É sobre como a solução será SENTIDA.

A solidão é um espelho que não reflete o rosto,
mas a ausência.

“As palavras são ditas, mas não são sentidas, os sentimentos, nesses casos, não são vividos.”

Overdadeiro amor, aquele que vem de Deus, não pede a nossa ruína; ele nos restaura, nos faz florescer, nos devolve a nós mesmos.

Ninguém deveria se destruir tentando salvar o que já não se sustenta.
Amar é doar-se, sim...mas nunca ao ponto de se perder.

O erro não está em amar.
Está em continuar quando o amor deixa de existir, e em chamar de amor aquilo que só fere e desgasta.

"O que guardo no meu íntimo não são bons pensamentos. Verbalizo e materializo apenas aquilo que fará o outro nunca me esquecer."

“Dominar as emoções não é silenciá-las, é aprender a escutá-las sem se afogar nelas.”

O que nos cansa não é a luta diária, mas a falta de resultados que ela gera.

Ser adolescente, dói.
E dói porque ainda não se aprendeu a viver num mundo que exige respostas rápidas para perguntas que o coração ainda nem formulou.


A escola… ah, a escola!
Lugar onde tudo acontece: o primeiro amor, a primeira vergonha, o primeiro medo, o primeiro sonho.
Mas também o primeiro cansaço.
A escola deveria ser um jardim, onde flores crescem em tempos diferentes.
Mas muitas vezes se parece mais com um campo de provas — onde se mede a vida com régua, sem perceber que o que realmente importa não cabe em nota nenhuma.


Os professores ensinam matemática, gramática, fórmulas e regras.
Mas quase nunca ensinam o que fazer com a tristeza.
Não porque não queiram — é porque também esqueceram.
A escola os ensinou a ensinar, mas não os ensinou a escutar.


E os alunos?
Os alunos são como passarinhos em gaiolas douradas: têm asas, mas o medo de errar é maior do que a vontade de voar.
São cobrados a todo instante — para tirar notas boas, para ter um futuro brilhante, para ser alguém na vida.
Mas ninguém pergunta se eles estão bem agora.


Há uma pressa cruel dentro das escolas.
Uma urgência de produzir resultados, como se a alma tivesse prazo de validade.
E nesse corre-corre, perde-se o essencial: o encanto, o espanto, a curiosidade — aquilo que faz o aprender ser alegria, e não sofrimento.


A escola deveria ensinar o prazer de descobrir.
Mas o que muitos adolescentes sentem é medo.
Medo de decepcionar.
Medo de não ser suficiente.
Medo de existir fora do padrão.


É por isso que tantos se calam.
Falam pouco, riem menos, choram escondidos.
A ansiedade e a depressão passeiam pelos corredores, silenciosas como sombras que ninguém quer ver.
E os adultos, tão preocupados em ensinar o conteúdo, esquecem que antes de alunos, ali existem pessoas — pequenas almas em construção.


Falta empatia.
Falta o olhar que escuta e o ouvido que acolhe.
Falta a coragem de parar a lição por um minuto e perguntar: “O que está doendo em você?”


Rubem Alves dizia que ensinar é um ato de amor, e que o amor só floresce onde há escuta.
Talvez devêssemos reaprender a ensinar — não com o giz, mas com o coração.
Porque no fundo, o que cura a dor de ser adolescente não é o sucesso, nem o diploma, mas o simples gesto de alguém que vê o invisível e diz:


“Você pode ser o que quiser. Inclusive, você mesmo.”

Que vontade é essa de ser o que ainda não sou?
Que desejo é esse de estar onde ainda não estou?


Que ansiedade é essa de um lugar para qual eu vou?
Que desejo é esse de conhecer o destino que aqui me levou?


Que vontade é essa de alcançar o infinito?
Que desejo é esse de encontrar-se com o Bendito?


Que vontade é essa de reter as águas que correm pelas mãos?
Que desejo é esse de não aceitar da vida os Nãos?


Que vontade é essa de correr para além do horizonte?
Que desejo é esse de rever os que estão já tão longe?


Que vontade é essa de voltar o tempo?
Que desejo é esse de alcançar o vento?


Que vontade é essa de explicar a tudo?
Que desejo é esse de fugir do luto?


Que vontade é essa de não ser o que hoje sou?
Que saudade é essa por tudo que o tempo levou?


Que vontade é essa de Te fazer tantas indagações?
Que desejo é esse de cruzar as constelações?


Que vontade é essa de tocar Tuas vestes?
Que desejo tenho pelos campos celestes?


Que vontade é essa de conhecer universos distantes?
Que desejo é esse de eternizar momentos marcantes?


Que vontade é essa de pisar no teu sagrado monte?
Que desejo é esse de beber mais da Tua infinita fonte?


Em meio às muitas perguntas nesta efêmera vida
Quando tudo parece esvair-se tal qual fumaça
Meu coração se enche de uma gratidão devida
Desejoso sempre da Tua infindável Graça.


E como um incansável caminhante e eterno peregrino
Desejo que Tu seles, bondosamente, o meu derradeiro destino

Nossa terra, os vínculos que mantemos, com ela e sua gente... e as boas recordações que não saem da gente, contam na solidificação das nossas raízes.

Quando lentamente a vida for se esvaindo do seu corpo, não se atreva a lamentar, se não viveu;
Apenas aceite as consequências do fato de haver escolhido ser triste ou retome os passos sobre seus próprios pés e vá em busca daquela alegria infantil que te permitia rir por nada.
Deite-se na relva, role na grama e redescubra a criança que você deixou no meio do caminho, traga ela para fora e se permita voltar a sonhar, os sonhos incríveis que sua meninice dividiu com você.