De Repente Nao mais que Derepente

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"Quando necessário, ajoelhe-se. No momento em que se levantar, sentir-se-á mais forte."

"Ser solteiro é ter todo o tempo para mudar as perspectivas em aprendendo a se amar mais. Evitando a carência, desespero e não se fechando para vida. Investindo em ser paciente,
positivo no foco em que nos faz feliz."

No caso do Orelha, quem foi mais animal foi o homem.

A vida fica mais leve
E tende a evoluir
Quando a ação de agradecer
Foi maior que a de pedir.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
21 outubro 2025

Cuscuz é uma comida
Gostosa e resistente
E tem mais! Ele é melhor
Que certo tipo de gente.


Gélson Pessoa
Santo Antônio doSalto da Onça RN
03/01/2026

A crítica feita a nós
Serve mais pra instruir
Mas tem gente que a recebe
E pensa em desistir.
Crítica só traz prejuízos,
Àquele que consentir.


Gélson Pessoa
Santo Antônio doSalto da Onça RN
06/01/2026

O ser humano é um animal racional, complexo e social, que habita os mais variados ambientes do planeta Terra.

Silêncio é uma seta mais veloz que a luz.

1ª Versão: O dinheiro cai na pobreza e sai da riqueza, se adquirir mais e pedir menos, juntos recaem um hábito do consumo econômico.

2ª Versão: O dinheiro cai na pobreza e sai da riqueza, se resgatar mais e pedir menos; juntos recaem as oportunidades da vida e também consumo do hábito econômico.

Em você, projetei a mais linda utopia...

Frase Do Dia


Saiba perdoar.
O perdão é uma das atitudes mais sábias de se tomar !


Se fosse no seu lugar vc tbm iria querer o perdão.

Os que me ajudaram quando eu mais precisei, o meu muito obrigado!
Aos que me julgaram quando eu passei por momentos difíceis, eu agradeço também!
Pois vocês não sabem o bem que vocês me fizeram. Me tornei mais forte graças a vocês!

As pessoas sem perceberem acabam ferindo partes mais importantes de você!
❤️‍🩹

Nada é por acaso. Até mesmo os acontecimentos mais dolorosos estão a serviço.

Combate à Corrupção


A normalização da corrupção revela um fenômeno ainda mais grave: a erosão da consciência coletiva. Quando práticas ilícitas deixam de causar indignação social, instala-se o que Hannah Arendt denominou de “banalidade do mal”, agora adaptada ao contexto administrativo e político. O Direito, que deveria funcionar como barreira contra o arbítrio, frequentemente é manipulado para legitimar injustiças, blindar poderosos e criminalizar seletivamente.
A polarização ideológica extremada, por sua vez, atua como cortina de fumaça, desviando o debate público de questões estruturais e fragmentando a sociedade em campos inimigos, incapazes de dialogar. Nesse ambiente, a democracia se enfraquece, pois o dissenso saudável é substituído pelo ódio, e a crítica racional cede espaço à militância acrítica.

Um Mestre para a Eternidade.


Morre o Homem; nasce a Lenda.
Minas Gerais amanhece mais silenciosa. A ciência penal brasileira perde uma de suas mais elevadas consciências, e o Direito, órfão, curva-se em reverência. Parte um mestre; permanece um legado. O professor Geraldo Barbosa do Nascimento atravessa agora o limiar do tempo humano para habitar a eternidade dos justos — daqueles que ensinaram não apenas normas, mas valores; não apenas leis, mas humanidade.
Foi no alvorecer da década de 1990, em Teófilo Otoni, quando ingressei na Faculdade de Direito, que tive o privilégio raro de conhecer aquele que se revelou o mais completo professor de Direito Penal que Minas Gerais já produziu. O Dr. Geraldo Barbosa não ensinava códigos: formava consciências. Sua sala de aula era um espaço de reflexão ética, de densidade filosófica e de profundo compromisso social.
Com sabedoria incomum, ensinava a ciência penal brasileira dialogando com o Direito Comparado, trazendo à vida autores clássicos e modernos, como o mestre espanhol Sebastián Soler, e tantos outros que encontravam, em sua voz serena, tradução viva e atual. O “Dr. Geraldinho”, como era carinhosamente chamado, possuía a rara virtude de tornar o complexo compreensível sem jamais empobrecer o conteúdo — sinal inequívoco dos grandes mestres.
Sua atuação profissional foi marcada por ética inabalável, zelo acadêmico e distinção intelectual. Em tempos de superficialidade e pragmatismo raso, o professor Geraldo Barbosa era resistência: acreditava na função civilizatória do Direito Penal, na dignidade da pessoa humana e no papel do jurista como guardião da justiça e da razão.
Hoje, o Direito brasileiro perde uma de suas maiores autoridades. A academia perde um farol. A sociedade perde um intérprete sensível da dor humana. Mas o céu — se houver salas de aula na eternidade — ganha um professor completo, incumbido de ensinar princípios éticos, valores morais e o verdadeiro sentido da justiça.
Aos familiares, amigos, alunos e admiradores, ficam as mais profundas condolências e o abraço solidário diante dessa perda irreparável. Que encontrem conforto na certeza de que o professor Geraldo Barbosa do Nascimento não partiu: foi eternizado na memória jurídica, moral e humana de todos que tiveram o privilégio de aprender com ele.
O mestre se vai.
O legado permanece.
E a ciência penal agradece, em silêncio reverente.

Quando pequena, meus pensamentos sempre foram grandes, como se fossem as músicas mais lindas e famosas do planeta.

De tanto me doar à quem só soube subtrair e nada somar, me tornei metade.
De tanto amar mais à mim e à quem só chega para somar, voltei a ser inteira.

Quanto mais rápido você tomar o remédio, mais rapidamente a dor irá passar.⁠