Dança

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Ninguém sabe o que as pedras compõem, mas o vento sussurra, as árvores ouvem, as folhas dançam e as nuvens choram.

No palco efervescente do Carnaval, onde risos se misturam com lágrimas e cores dançam ao ritmo da vida, emerge uma reflexão profunda sobre a dualidade da experiência humana. Neste reino de máscaras e fantasias, onde a alegria transborda e os corações se enchem de esperança, também ecoa o sussurro suave das dores ocultas e das tristezas silenciadas. Por trás dos sorrisos radiantes, há histórias não contadas, cicatrizes invisíveis e sonhos adormecidos. O Carnaval, tão festivo e efêmero, personifica a jornada tumultuosa da existência. É um espelho que reflete nossa capacidade de encontrar beleza na imperfeição, de dançar na chuva das incertezas e de abraçar a dualidade que nos define. Entre confetes e serpentinas, entre batuques e melodias, encontramos um refúgio momentâneo, um instante de suspensão da realidade. É nesse interlúdio fugaz que nos permitimos ser quem quisermos, onde nos perdemos nas danças frenéticas e nos reencontramos nas pausas serenas. O Carnaval é mais do que uma celebração; é uma metáfora da vida. Como as marés que sobem e descem, como as estações que mudam, ele nos lembra que somos feitos de dualidades, de contrastes, de luz e sombra. Nesse turbilhão de emoções e cores, encontramos a essência da humanidade, com suas alegrias efêmeras e suas tristezas persistentes. No final das contas, o Carnaval nos ensina a abraçar todas as facetas da vida, a dançar mesmo quando o chão parece ceder, a sorrir mesmo quando o coração chora. Assim, no palco do Carnaval, entre o caos e a harmonia, descobrimos a verdadeira magia da existência: a capacidade de encontrar beleza na dualidade, de celebrar a vida em toda sua complexidade e de transformar até mesmo as sombras em luz.

O ego quer certeza, mas a alma dança com o mistério.

Fazer poesia é modesto demais, eu prefiro fazer as palavras dançarem no ritmo da verdade.

O Sonho Fantasmagórico


Nas profundezas da noite, sombras dançam
O mundo desperta, suave e distante
As paredes sussurram, o chão acena
Neste reino encantado, onde sonhos se escondem


Espelhos de luz! Corredores brilhantes!
Figuras diáfanas conversam comigo
Nas alturas eu caminho, na brisa eu flutuo
Todos me veem, todos sorriem!


É um sonho fantasmagórico!
Onde o medo é passageiro!
As vozes ressoam como uma melodia celestial!
Tudo é possível, tudo é poético!


O tempo dança... o tempo sonha...
Relógios deslizam! Rios sussurram!
Portas se abrem... segredos florescem...
Corro com destino, com alegria corro!


Sinto o calor do luar...
Nesta dança encantada, a alma está livre...
Cada passo é um desejo de continuar...
E o sonho perdura!


É um sonho fantasmagórico!
Onde o medo é passageiro!
As vozes ressoam como uma melodia celestial!
Tudo é possível, tudo é poético!


Até que a luz matinal...
Desça do céu... traga a claridade...
E enfim eu perceba...
A maior fantasmagoria...
Era... o despertar... em paz...

Dançar é movimentar-se. E se a Vida é movimento, então ela é dança. Pura e somente, simplesmente uma dança. Seja seja animal, seja vegetal, tudo se move, se dança e se balança. A árvore, que não anda, nem corre, baila com os ventos. Até o mineral, a pedra mais antiga deste Mundo, "sem vida", estática desde sempre, se move ao se transformar conforme a condução das águas que lhe apresentam o tato, e, com o balanço interno de suas partículas, nunca está realmente parada. Nada nem ninguém nunca está de fato parado. Pois, se é matéria, suas partículas estão sempre vibrando. Tudo se move o tempo todo, tudo dança. Vive. Se é energia, está sempre fluindo, correndo, girando e gerando, em condução e ritmo. A Vida dança e se conduz, só, mas completa, de um lado a outro, em zigue-zague, espiralizando como os rios, como as cobras.
Tudo que caminha sobre esta Terra, e que voa sob este Céu, dança e faz dançar. E toda luz que vem do infinito, um bailar eterno.

Só existe a dança e o dançar

Guardo em silêncio,
viajando em agonia suave,
a liberdade que dança leve,
como brisa que beija a pele d’Alvorada. Estar só é meu campo aberto,
onde floresce a calma da alegria,
um jardim secreto onde habita
a estrela pura do meu ser. Sozinho, encontro a melodia
que os mundos não ouviram ainda,
felicidade que não se grita,
mas se sorri no peito, discreto viajante asornado e feliz. E assim, solto nas asas do tempo,
sou interior um aprendiz, sou paz, sou voo —
um mistério doce e só meu,
a liberdade em pele e em sonho.

Folhas de outono fazem dieta ao secar, e não caem, como balarinas dançam sua música esperada nas asas do vento seguem voando no som da relva encantadas.

⁠A Educação Física é a Dança no universo escolar, através da cultura corporal de movimentos, coloca os estudantes de pernas para o ar, de forma que eles possam ver o mundo por outros ângulos.

"O que faço com esse desejo que dança no silêncio entre teu pescoço e meus pensamentos?"

Te quero, porque quando estou contigo,
A conversa rola sem nenhum esforço,
As palavras dançam, leves no ar,
E o tempo parece parar, só pra nos observar.


Te quero, porque juntos,
A gente sorri solto,
Rindo das pequenas coisas,
De momentos que são só nossos,
Como notas de uma canção que nunca se apaga.


Te quero, porque tudo o que você quer,
Eu quero também,
Nossos sonhos se entrelaçam,
Como as estrelas no céu,
Brilhando em harmonia,
Atraídos por um mesmo destino.


Te quero, porque nossas ideias são iguais,
Como se tivéssemos lido a mesma página,
Entendendo o mundo com o mesmo olhar,
E criando histórias que só nós podemos contar.


Te quero, porque seu gosto de rock é igual ao meu,
As melodias se misturam,
E cada acorde nos leva a dançar,
Em um festival de sentimentos,
Onde só nós dois sabemos a letra.


Te quero, porque você gosta de acampar,
E eu quero sempre ficar sozinha com você,
Sob as estrelas, compartilhando segredos,
Um dia ainda teremos Nosso refúgio no meio da natureza,
Um lar que levamos dentro de nós.


Te quero, porque quando você me quis,
Não mediu esforços para me ter,
Foi simples e verdadeiro,
Como um abraço que acalma a alma,
E transforma o cotidiano em algo especial.


Te quero, porque te quero,
Simplesmente te quero,
E você sempre me faz te querer,
Com seu jeito único de ser,
Obrigada por existir,
Por ser a razão do meu querer.

Joãozinho
Tadinho,
Tão anão,
E já se meteu em confusão.
Joãozinho não sabia falar, nem dançar,
Só sabia chorar,
E a mãe, pobrezinha,
Só ouvia, sem saber o que fazer.
Joãozinho não sabia ler, nem escrever,
Mas, sem perceber,
Não pôde nem aprender.
Joãozinho nem sabia o que era “poder”,
Mas não teve tempo de aprender,
Pois os homens fardados,
Não quiseram deixar-lhe saber.
Joãozinho nem sabia o que era um canhão,
nem quem tinha razão,
Mas sem querer,
morreu sem saber.

Façamos do destino uma oportunidade
Do medo, um livramento
Da chuva, um motivo para dançar
Do sonho, uma realidade.

Façamos do destino uma oportunidade
Do medo, um livramento
Da chuva, um motivo para dançar
Do sonho, uma realidade.

​Do silêncio, uma oração
Da ferida, uma lição
Do cansaço, um breve descanso
Do adeus, um novo recomeço.

O sábio aprende a dançar com o silêncio, porque sabe que há tempestades que só se vencem com a leveza de uma brisa.

Ele não se cala por fraqueza, mas porque entende que até o sol se esconde atrás das nuvens quando a tormenta não está pronta para a luz.

Já bati muitas palmas pra maluco dançar, só para agradar. Agora estou mais seletiva nas minhas escolhas. Se gosto, aplaudo. Se não gosto deixo passar.

Em passos lentos conduzo a minha própria dança.
Sinto cheiro suave do meu perfume com ar fresco da manhã de domingo.
Por um momento paro e percebo o quanto queria que estivesse aqui! ⁠

' Dança comigo?'

" Envolvidos pela doce canção,
seguro as tuas mãos...
Neste espaço,não existe
mais ninguém...
Além de nós,há
o perfume inebriante do amor,
que invade
o nosso ser,tú és o
Meu Bem Querer."

Tatiane Oliveira-14.12.2012*

A jornada espiritual é uma dança única e sagrada entre o indivíduo e o divino.

O erro é um degrau, não um abismo. Cair é parte da dança da vida. Quem aprende com o tropeço sobe mais consciente. A culpa paralisa; o aprendizado liberta. Não há fracasso no caminho do autoconhecimento. Só lições vestidas de tropeço.