Dança

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⁠Quando dançamos,
temos a liberdade de mostrar
a nossa personalidade
e de ser quem somos.

⁠Percepção

Foi vendo os mais velhos dançando
que me encantei com essa dança, que tanto amo... Samba Rock está no Sangue.

⁠Encontrei a felicidade
Em um baile de Samba Rock
Foi tipo amor à primeira dança
Hoje estamos no Love.

⁠Quando te vejo dançando
Confesso que fico sem jeito
Meu humilde coração balança
E bate freneticamente.

⁠A dança é uma ótima
Maneira de demonstramos
A nossa alegria.

⁠Faço da dança
meu estilo de vida
a dança me move...
Inspira-me.

⁠A gente se conheceu no Samba
Dançamos juntos e demos risadas
Depois saímos para dar um rolê
Juntos e de mãos dadas.

⁠Não existe
Certo ou errado
Quando se trata de dança
O importante é ser feliz,
Felicidade é o
Que conta.

⁠Chama-me

Se for sair para dançar
Não se esqueça de me chamar
Faço questão de estar junto
Juntos para bailar.

⁠⁠Vai passar

Quando estiver se sentindo triste
Coloque uma música e comece a dançar
Tenho toda a certeza do mundo
Que essa tristeza vai passar.

⁠-ME PEÇA
Me peça um beijo, me implore pra ficar.
Me conceda uma dança, e me chame pra sua cama.
Segure minha mão, nas profundezas do paraíso de seus olhos.
Me abrace como se não houvesse um amanhã. Me torne sua essa noite, te prometo de dedinho que irei ficar.

Monotonia da previsibilidade⁠

Tenho dançado ao som da música... simples assim. Não tenho música própria... danço o que tocam. E me acostumei com o imprevisível. É tão fácil entender....

No início você demora um pouquinho pra pegar o ritmo, mas quando entende... fica facinho, facinho. Já nas primeiras notas você se dá conta de que está na hora de mudar o passo... pra acompanhar o compasso.

Você já deve ter se dado conta de que a vida é imprevisível... você pode até tentar prever... uma cigana leu a minha mão... que decepção. As cartas do baralho.... que atrapalho. A vida é imprevisível...

Se chove, não fujo das poças d´água... se faz sol, não fico debaixo do guarda-sol... se o mar invade a minha praia, deixo a onde me levar... pro mar.... se caio, não fico no chão a chorar, a me lamentar...

Faço o que não ouso... a vida é imprevisível. Você não tem a mínima ideia do que sairá da cartola amanhã....

Eu tenho ou não tenho razão?

E você já pensou na monotonia da previsibilidade? Todo dia saber o que vai acontecer todo dia.... todo o dia?

⁠Na dança do destino, onde intenções se entrelaçam,
As estrelas, às vezes, nosso encontro desfazem.
A dor desse afastamento, profunda e desolada,
Mas contigo, no caos, encontro minha jornada.

⁠No céu, um espetáculo a se revelar,
Quando a Lua e o Sol se encontram a dançar.
Eclipse, momento de mágica escuridão,
Uma dança cósmica que prende a atenção.

A Lua se interpõe no caminho do Sol,
Um beijo de sombras, um abraço sem igual.
A Terra assiste, em silêncio, à cena a se desenrolar,
Enquanto a noite antecipada começa a chegar.

A luz do dia cede ao domínio da noite,
As estrelas surgem com seu brilho a se afoite.
Eclipse, instante raro de escuridão fugaz,
Em que o universo revela seu poder audaz.

É um convite a contemplar o infinito,
A refletir sobre o cosmos, nosso abrigo.
Eclipse, janela para o mistério do espaço,
Nos lembrando de nossa pequenez e graça.

Assim, no céu, o eclipse nos faz sonhar,
Com o universo vasto a nos inspirar.
Em meio à escuridão, encontramos a luz,
Eclipse, maravilha que nos seduz.

A SUTIL DANÇA DA PERCEPÇÃO

Ser capaz de perceber o mundo a minha volta e desvendar o que os outros ocultam nas entrelinhas, já me fez trilhar caminhos de muita angústia. Pois capto os olhares, as palavras e os gestos mais sutis. Entretanto, essa dádiva também me resgatou de infortúnios incontáveis.

Hoje, desvendo as máscaras que escondem e sei quem é quem. Não revelo tudo o que percebo e sinto, e afasto-me do que é falso. Nessa jornada de percepção aguçada, encontrei a verdade nas entrelinhas, decifrando segredos e descobrindo o real significado por trás dos silêncios. No labirinto das emoções alheias, tornei-me um observador atento, encontrando tanto beleza quanto desilusão.

Mas se eu disser que tudo é perfeito, estaria mentindo, por vezes, sofro com as atitudes alheias, mas insisto e não desisto de seguir em frente sem permitir que tais adversidades roubem minha paz interior. Que tirem o melhor de mim.
E por aqueles que agem de forma leviana, apenas lamento, pois sei que o que é deles, o universo vai dar um jeito de devolver em algum momento da vida.

E nessa dança delicada entre lamento e discernimento, valorizo cada encontro genuíno, cada gesto autêntico, cada palavra verdadeira, cada abraço real, cada sorriso sincero e cada olhar terno.

⁠A VIDA AGUA E SAL.
A interação entre água e sal é uma dança sutil e coordenada que acontece em cada célula do nosso corpo. A água dissolve os elementos e os transporta, enquanto o sal fornece a faísca necessária para as reações químicas que sustentam a nossa cognição e emoções. E assim, a vida flui, como um rio de memórias, impulsionada por essa simbiose inestimável.
Nossas lembranças são um mapa do nosso passado, uma narrativa da nossa jornada única. São os momentos que moldaram nossa identidade e nos lembram de quem somos. Água e sal, elementos humildes e constantes, tecem a tapeçaria das nossas memórias, formando um elo imutável entre o que fomos, o que somos e o que seremos.
Um bom dia!!

⁠Pedra

O vento impetuoso fustigou a janela,
as árvores dançaram sob a luz artificial.
Procurei-te na solidão da memória,
templo sagrado em ruínas,
várias pedras já foram roubadas,
lançadas ao rio por crianças,
desapareceram na espiral cristalina,
jazem nas profundezas, ocultas,
mas ainda inquietas.
Guardei uma diferente, é azul,
como o meu sonho,
como os sonhos do mundo,
que são como o Céu e que são
de toda a gente e de ninguém.
Onde te perdeste que não te encontro?
A nuvem onde dormimos desfez-se,
choveu durante estações,
mas, depois, os raios de sol entraram
timidamente,
trazendo o calor da esperança.
As árvores finalmente dormem,
o Homem acorda.
Olho para a pedra,
continua azul...
Enquanto viver, ficarei com ela.
Depois, morrerei, tu também morrerás,
onde não sei,
mas a pedra permanecerá
ainda
azul como o céu...

⁠"Nos grãos de areia, dançam segredos ancestrais, sussurrando histórias jamais ouvidas ao vento da eternidade."

⁠No palco da vida, o tempo é o mestre,
Escravizando-nos em sua dança sem fim.
Entre memórias doces e feridas abertas,
Navegamos as águas turbulentas do destino.

Promessas não cumpridas, cicatrizes eternas,
O tempo é tanto cura quanto ferida.
Fortaleza e fraqueza entrelaçadas,
Em seu abraço implacável, somos envolvidos.

Sob o céu azul da esperança,
Dançamos sob os raios dourados do sol.
Mas também nos perdemos na escuridão,
Onde nuvens cinzentas obscurecem o caminho.

O tempo, o enigma que nos desafia,
Nas voltas e reviravoltas da existência.
Tentamos decifrá-lo, mas acabamos presos,
Em seu eterno jogo de esconde-esconde.

⁠Gotas de prata dançam no chão,
Lágrimas do céu em sua solidão.
Em cada gota, um suspiro ecoa,
O eco do amor que não se encontra à toa.

Nas ruas molhadas, passos vagarosos,
Cada um conta uma história de desejos.
A espera pelo toque, pelo olhar,
Mas a chuva, implacável, parece brincar.

Em cada pingo, um sonho se dissolve,
No ritmo da chuva, a saudade se envolve.
Mas em meio ao clichê da chuva e do amor,
Persiste a esperança, mesmo na dor.