Eu vejo a tristeza que carregam, e em vez de virar as costas, permito que minha luz dance ao lado, convidando-os gentilmente a lembrar da própria claridade.
Eu não confronto a dor deles; eu a envolvo em silêncio luminoso, confiando que o amor maior sabe o momento exato de transformar sofrimento em sabedoria.
O scroll infinito não é entretenimento. É uma roleta russa comportamental: cada deslize promete o próximo hit de dopamina, e você joga mais uma vez… até que o tempo real some e reste só o vazio de quem viveu tudo pela tela.