Da Solidao Cecilia Meirele
Algumas vezes
eu tenho a idade de uma mulher
que ainda se sente menina
e em outras vezes
tenho a idade de uma menina
que já nasceu madura.
Seja sempre autêntico e verdadeiro. Nunca permita que as pessoas te manipulem e nunca mude sua opinião só para satisfazer aos outros. Seja sempre você mesmo, custe o que custar! Mas saiba respeitar os limites e as individualidades das pessoas também.
Sabe meu nome, mas não a minha HISTÓRIA. Escutou
o que fiz, mas não o que PASSEI.
Sabe onde estou, mas não sabe da onde VENHO. Me Vê
rindo mas não sabe o que SOFRI.
Deixe de me julgar. SABER O MEU NOME NÃO SIGNIFICA
QUE ME CONHECE
homens são iguais a cachorro quando entramos eles querem sair quando queremos sair eles querem entrar quanto mais corremos atrás deles mais eles fogem quando corremos deles eles veem atrás....
Contraditoriamente contraditório é a contradição cair em contradição consigo mesma e contradizer tudo que foi entendido como não-contraditório...
Contraditório é ter a certeza da contradição e não saber contradizê-la nas atitudes contraditórias do dia a dia...
Contraditório é afirmar que o tempo passou e nem percebemos que tudo era contraditório enquanto tentávamos inconsciente e constantemente provar que não.
Canção de indagas
Ao ler Cecília Meireles
Se minhas mãos
Não te mostram viagem
Que fazes tu
Nesta minha paisagem?
Se os meus pés
Te guiam um caminho
Que fazes tu
Em destino sozinho?
Se os meus olhos
Te clareiam a avenida
Que fazes tu
Que nunca chegaste à casa minha?
Se os meus braços
Te encurtam a distância
Que fazes tu
Que nunca me alcanças?
Se meus abraços
São todos puro mel
Que fazes tu
Por que me és cruel?
Se depois de tudo
Inda estou perdida
Que fazes tu
Que não me encontras em tua vida?
Não Sou Cecília
Não sou Cecília,
mas caminho,
absorta na multidão,
Solitária.
Desenho meus descaminhos,
e busco,
felicidade!
Escrevo pra provocar.
qualquer
acontecimento.
De repente,
surreal.
Que me surpreenda.
e que ninguém,
se arrependa!
*Poeta é vinicius,
*É Mario Quintana,
*Também Cecilia meireles..
*Eu apenas escrevo
*Com minha humilde e singela alma
*De palhaço que ama
*A arte, o riso, a vida
*De artista que ama os que o cercam
*De orador que ama os que o ouvem
*De escultor que ama os que veem
*De ser humano, simplesmente por sê-lo
*14 Musas me inspiram
*Me fazem apaixonado por minha vida
*Cada uma delas, me inspiram de uma forma
*Me afagam o coração quando está triste
*Me acolhem a lagrima quando estou emocionado
*Me fazem sorrir...
*Me fazem viver!
Cores
(a Cecília Burle)
Enquanto a gente é criança
Tem no seio um doce ninho
Onde vive um passarinho
Formoso como a Esperança.
E ele canta noite e dia
Porque se chama: Alegria.
Depois... vai-se a Primavera...
É o tempo em que a gente cresce...
O riso se muda em prece,
A alma não canta: espera!
E ao ninho do Coração
Desce outra ave: a Ilusão.
Mas esta, como a Alegria,
Nos foge... E fica deserto
O coração, na agonia
Do inverno que já vem perto.
Nas ruínas da Mocidade
É quando pousa a saudade...
O Odor do Caos
Era fim de tarde na rua Cecília.
Catorze homens jogavam futebol no campo de terra, rindo alto, enquanto a poeira dourada do sol cobria tudo.
De repente, um carro vermelho parou ao lado do campo.
Dele desceu uma moça de cabelos longos e olhos flamejantes.
Com voz calma, pediu ajuda para trocar o pneu furado.
Por um instante, o jogo cessou.
Os homens se entreolharam, silenciosos, mas quem se aproximou foi Jorge — um homem negro, alto, de cabelos compridos.
Quando ele a viu, algo dentro dele se rompeu.
Como se uma voz antiga, enterrada na carne, despertasse.
Um instinto primitivo, misto de medo e desejo, ascendeu nele como febre.
E então ele começou a falar — palavras duras, quase blasfemas —
profecias nascidas do fundo escuro de si mesmo.
Falava como se fosse um mensageiro de algo maior,
exigindo que ela se rendesse,
que aceitasse uma submissão absurda, quase sagrada.
A tensão cresceu no ar.
Os outros observavam, sem saber se assistiam à loucura ou à revelação.
Então, Mariana — amiga de Jorge, que estava próxima — decidiu agir.
Sem dizer uma palavra, correu até o cercado onde sete cachorros estavam presos e abriu o portão.
Os animais dispararam, excitados e famintos, e avançaram com fúria.
O caos começou.
Gritos se misturaram ao barulho do metal e ao som seco dos corpos caindo.
Os cães devoravam carne e poeira, enquanto um cheiro espesso se erguia no ar — o cheiro do sangue.
Era o odor do caos.
Algo antigo e primitivo havia despertado.
Um motim — uma fúria coletiva, selvagem — tomava conta de todos.
Ninguém compreendia o que estava acontecendo,
mas todos, de alguma forma,
queriam um pedaço.
Duda tira uma foto
Cecília faz trabalhos no computador
Jhennyfer,ao meu lado,troca a música no celular
José vê vídeos no instagram
Thaywã conversa com Adryel sobre algo incoerente
Mas no final....
Gente contente mente
pra gente contente que mente pra...
