Chorando nascemos e aos prantos morremos. Que capricho é a vida!
Não há vida em um livro sem diagramação.
E vivendo no passado que se morre lentamente!
A vida é frágil Não perca tempo O tempo é ágil A vida é vento
Criticamos enquanto estiver vivo, elogiamos quando estiver morto.
Só tem paz quem morre.
Sinto a vida se esvaindo... e minha mente repleta de sonhos
Quando não se pode viver honrado, morre-se.
Descansar pra quê, se teremos a eternidade para repousar!
Relativizar a vida é igualar humanos a animais
Estamos indo embora todos os dias, não tenha pressa.
Entras por uma porta e saíste por outra, mas com intervalos distintos.
Calma, não se iluda. Tem muita dor por trás desse sorriso.
Quando o espírito aprende observar as duas portas, uma terceira de abre.
Spoiler do final da história da minha vida: eu morro no final.
“Uma manjedoura emprestada Uma tumba emprestada Um trono conquistado”
Existe uma maneira de se evitar o envelhecimento do corpo: morrer jovem.
A beleza da vida é justamente esse poder de irrepetibilidade e finitude.
Espero ter vivido com dignidade e espero morrer com dignidade.
Nota: Trecho de carta de despedida escrita antes de sua morte, em outubro de 2024.
Ao final da vida não importa o que levamos, mas o que deixamos.
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