Culto

Cerca de 512 frases e pensamentos: Culto

*Campanha contra o analfabetismo*
O maior inimigo de um Povo, é um Governo ignorante

Inserida por JairRosseto

"⁠O evangelho não é evento, não é reunião, não é formalidade. É vida, é prática, é fruto visível da transformação pela graça revelada. O culto faz parte, mas se torna abominação quando não reflete uma vida alinhada ao evangelho."

Inserida por AlessandroOLIVEI

Quando o Espírito Santo desce sobre uma pessoa, ele produz suas características, sua personalidade, suas obras e seu poder, se não for assim, teremos pessoas cheias no culto, mas vazias no oculto.⁠

Inserida por juliano_araujo

Conforme sua evolução e sua fé, seu compromisso.
Se a idade está correta em ter passado por um acreditar que não tinha conhecimento, este não existe
Então não tem nada além de um conto.
Procure sua fé a onde se sinta bem, pois traços de passagens anteriores, a onde os cultos são oferecidos objetos embora seja apenas referência também tem seus valores!
"Cada um deve buscar conforto a sua escolha".

Inserida por Sergio-dos-Santos

⁠Até o Pai está procurando verdadeiros adoradores. Então não se escandalize se ver pessoas adorando pela motivação errada.

Inserida por RogersEstevam

⁠Senhor me ajude, que sempre possa te cultuar com a minha família!

Inserida por ricardoalvesdemello

⁠Os templos religiosos seriam, de fato, essenciais se servissem como hospitais de campanha, tal como eram utilizados em tempos de guerras.
Onde estão os líderes religiosos agora, para cuidarem do rebanho, dos fiéis e da comunidade em que estão inseridos (e são isentos dos impostos)?
Estão acovardados, porque não podem atuar nos púlpitos com suas igrejas cheias de fãs (e gazofilácios abarrotados), enquanto a verdadeira obra está aí bem na cara deles aguardando ATITUDE!
Como estão as "igrejas" de Cristo? Vazias... Fechadas... "Inúteis"... Enquanto os hospitais seguem lotados, com gente morrendo nos corredores por falta de leito e atendimento.
Não vi uma só igreja, um só padre ou pastor, se oferecer para servir nessa pandemia.
Vocês estão perdendo o melhor culto a Deus, em não abrir as portas dos templos para que a Igreja exerça a sua função, neste momento, como um local não apenas de oração, mas também de AÇÃO, de lava-pés e cura.
O papa é bom de blá blá blá, mas quanta falta faz neste momento, religiosos como a Madre Teresa, que "arregaçava as mangas" pra colocava o amor em prática...
"As mãos que ajudam, são mais sagradas do que os lábios que rezam."

Inserida por ketantonio

⁠Afinal...Igreja é um lugar onde vamos, ou é o lugar que somos?
Será que Jesus seria a favor da preservação dos templos constituídos por Ele, (vidas humanas), ou dos templos construídos por nós?
Onde prestamos culto? O que é culto? De que modo nossa fé rompe a subjetividade e se torna prática? Como esse amor se manifesta? Apenas indo ao templo?
Em um aparente conflito de direitos fundamentais, qual outro se sobrepõe à vida e à saúde?
São perguntas que me interpelam por aqui...

Inserida por lucas_benett

⁠Respeite o Estado Emocional dos Ouvintes
É preciso que aqueles que sobem o altar para ministrar a palavra de Deus, respeitem o estado emocional do público! Nem todos que estão ali para ouvir uma palavra de Deus, estão felizes ou animados para glorificar, repetir frases de efeitos ou fazer gestos proféticos. Na verdade ninguém é obrigado a nada disso!
Sabemos que a alegria faz parte do culto que dedicamos a Deus (Salmos 98.4; Salmos 100.1-2; Sl 122.1), mas a tristeza também. Sim, quem está triste, com a alma abatida ou desanimada, não deve ficar em casa ou esconder seus sentimentos no culto. A tristeza, a dor e a decepção devem ser trazidas ao culto, e apresentadas a Deus (Esdras 3.10-13; 1º Samuel 1.10-15; Tiago 5.13).
Portanto, aqueles que estão ministrando no altar, devem respeitar o estado emocional das pessoas, os que estão tristes não devem ser constrangidos; o culto não é um palco de entretenimento. O ministro está ali para ministrar uma palavra de Deus aos corações dos ouvintes, independente do estado emocional dos ouvintes.
Nenhum ministro do Evangelho deve se comportar como um animador de auditório, constrangendo os ouvintes que estão passando por um momento difícil a repetir bordões motivacionais, a dar glória a Deus ou fazer gestos infantis que não passam de truques emocionais, e que vão apenas constranger quem está triste.
Devemos pregar a palavra, e cabe ao Espírito Santo trabalhar no coração dos ouvintes, e cada um reaja á palavra da maneira que foi tocado naquele momento. Que cada expressão de louvor ou cada lágrima derramada seja espontânea, e não porque foram constrangidos pelo ministrante.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠As ONGs, fazem a obra; não se escondem nas igrejas...

Inserida por beniciobrasil

⁠Nossa fidelidade com Deus, só pode ser provada quando ele nos deixa pensar e entender o que adoramos e a quem cultuamos.

Inserida por PbIsraelLopes

⁠As pregações que geram lucros não geram almas.

Inserida por machaae

⁠Quando nasce de novo, a pessoa nega a si mesma, não faz sentido trazer o que gostava no mundo para dentro da igreja. A pessoa que nasceu de novo não vai ouvir Heavy Metal e Samba. O samba em si é pagão e pra dançar. É aceitável tocar ritmos do mundo num evangelismo fora do culto.

Inserida por Saulodias

⁠"O caos não deve ser cultuado pelo simples fato de que a consequência natural de se cultuar o caos é a morte............ou coisas ainda piores."

Inserida por amatsumikaboshi0018

⁠⁠Nosso desafio, como igreja, é resgatar a espiritualidade cristã fruto de uma fé fundamentada nas Escrituras Sagradas, a qual torna a vida consagrada ao Senhor Jesus, em cada ato, em cada atitude diária, fazendo da vida um culto diário, um sacrifício vivo e constante, o qual exala o aroma agradável ao Senhor e produz frutos de justiça.

⁠"Lá pelos anos 60, os finais de semana eram sempre ansiosamente aguardados e o almoço de domingo, ah, este sim, era sempre um acontecimento!
O cardápio era escolhido a dedo durante a semana e, na sexta-feira começavam os seus preparativos, com idas ao mercado e visitas à horta caseira para a seleção de saladas e temperos. Importante também era o trato nas roupas que seriam usadas pela família no culto ou na missa do domingo de manhã.
Depois, após o alimento preparado e algumas reinações infantis, vinha o melhor do dia e de todo o fim de semana: o almoço que era um verdadeiro banquete, mesmo que com pouca coisa, mas sempre muito caprichado. Dependia das posses dos donos da casa, mas sempre especial porque era o "almoço de domingo"!
Naquela hora mágica se conversava de tudo, com pais, filhos, tios, avós e quem mais estivesse ali colocando as novidades em dia, num interminável zum-zum feliz se sobrepondo ao barulho dos copos, pratos e talheres em uso.
Era dia que casal não brigava e criança não apanhava.
Olhando de fora, lembravam passarinhos contentes, reunidos em delicioso alvoroço no ninho.
Após o almoço vinha a sobremesa aguardada igualmente com ansiedade por todos. Eram pudins, pavês, tortas e cassatas deliciosamente caseiras, feitas pelas mulheres da casa e sempre dignas de muitos elogios!
Também compareciam no pós almoço o sagu e a compota. Sagu cozido no vinho feito das parreiras próprias, e compotas com as frutas do quintal, pêssego, pera, maçã e outras. O que tivesse.
O que vinha depois?
Ah, a sensação de fim de semana bem usufruído, de descanso regado a boa comida e atenção. Isso sem falar nas brincadeiras infantis que iam até o anoitecer, na conversa dos adultos e nos assuntos colocados em dia.
Problemas? Haviam sim, muitos até, já naquele tempo futebol, política e fofoca geravam confusão, mas o domingo era a trégua, o dia de relaxar e aproveitar, dia de esquecer as diferenças e ser feliz.
Não tive vida fácil, a vida familiar enfrentou turbulências, escassez, brigas, vícios, separações e problemas inúmeros, mas a lembrança boa daqueles domingos é e será sempre maior que tudo. Acima de qualquer tristeza ou desconforto, era o dia em que a família se reunia mais estreitamente para celebrar o maior e mais belo motivo de estarem todos ali: o amor.
Hoje vejo pais e filhos perambulando pelos shoppings, sérios e indiferentes uns aos outros, comendo qualquer coisa, fazendo compras aleatórias e, quando param um pouco, se separam, mesmo juntos, mergulhando cada um em seus exigentes celulares.
Fico me perguntando então, entre tristeza e decepção, onde foi que erramos, em que ponto da estrada deixamos para lá os doces rituais do fim de semana da infância.
Por que o domingo, com suas missas e cultos, com os seus almoços deliciosos e a reunião familiar barulhenta e encantadora, deixou de ser importante?
O trabalho fora das mães? A correria de hoje? A falta de tempo? A ausência de motivos para um almoço especial? Cansaço?
Seja lá o que for, eu lamento. Lamento principalmente pelas crianças, que não terão, assim como eu tive, e acima de todos os problemas, um domingo para levar na memória, comprovando que sim, sempre há um dia feliz para se recordar na vida, um dia mágico onde boa comida e beijo e abraço de mãe e pai, de vô e vó, são coisas que o coração, aconteça o que acontecer, jamais esquecerá."
(Instituto André Luiz, "Relato de uma idosa", autoria Lori Damm)

Inserida por LoriDamm

"Quando um cristão é verdadeiramente apaixonado por Cristo, naturalmente ele sente o desejo de ir à igreja para cultuá-lo".

Anderson Silva

Inserida por AndersonSilva777

⁠Quando você alimentar asovelhas com a genuína Palavra de Deus elas nunca deixarão o aprisco.

Inserida por machaae

⁠Pregador(a) que tem agenda nem pregador(a), é. É "estrela".

Inserida por pastorklebao

⁠Eu odeio escrever pra vomitar palavras que nunca serão lidas e mesmo que fossem, seria com certeza usadas contra mim mesma, como forma de julgamento, de pena ou curiosidade de uma inteligência que pertence a mim e que não faz diferença alguma nesse mundo, nesse vasto mundo que se diz culto.

Inserida por FernandaAntonelly