Cuidar da Terra
O que eu deixo aqui na terra, é minha fé
Em Deus
O que é eu deixo aqui na terra, é minha paz
Em está sozinho sem incomodar alguém
O que eu deixo aqui na terra, é minha esperança
Em viver buscando, caindo e levantando até eu conseguir acha o caminho.
O que eu deixo aqui na terra, é minha força
Em querer lutar pra vencer, pra viver, pra conseguir alcança meu mérito.
O que eu deixo aqui na terra,
é meu sorriso para contagiar as pessoas que me cercam
O que eu deixo aqui na terra, é minha vida
Em viver em harmonia, paz, comunhão, felicidade, amor e equilíbrio.
O que eu deixo aqui na terra são fantasias e ilusões
Em acreditar em muitas pessoas e acabar quebrando minha cara, em tentar reconciliar.
e acabar nada dando certo e por último me iludir com coisas totalmente fora do eixo.
O que eu deixo aqui na terra é minha paciência
Em espera muitas pessoas e acabar,eu indo pro buraco e me estressando com gente sem equilíbrio e totalmente equivocadas.
O que eu deixo mais são minhas palavras, pois através delas que expresso o que eu sinto e assim vivo tranquilo.
O Senhor Deus, ama, ouve. socorre. E também fica muito bravo... E aplica a disciplina, para cada um de nós, segundo a obra das nossas mãos!
A terra é fantástica, deslumbrante, impressionante e poderosa; magnífica, estruturada em leis desconhecidas, de tons, vibrações, e cores de infinitas possibilidades como nosso espírito numa harmoniosa rede conectada e ajustada dos ciclos naturais e especiais.
“Meu Pai: o Sol. O Mar: meu Namorado. As árvores: minhas irmãs. o Ar: meu Amor. A água minha casa. A Terra minha inspiração.”
Quem somos ? Seres humanos em uma grande comunidade chamada, Planeta Terra, o Criador DEUS já nos deu a receita perfeita para que tudo de certo e para que possamos sobreviver, “Amai ao Teu próximo como a si mesmo" o bem do outro é o nosso bem para que alcancemos o nosso bem maior escaparmos da morte e vivermos para sempre em Cristo Jesus nosso SENHOR!
O vento? Eu sou o vento. O mar e a lua. Eu sou o mar e a lua. Lágrimas, amor dor, vôos de pássaros?
Eu sou todos eles. Eu danço o que sou. O pecado, a fuga, a oração, a luz que nunca foi em terra ou no mar? Eu danço o que sou.
Oh! que saudades da minha terra,
Marliéria, cidadezinha do interior,
Dentre montanhas e muita serra,
Pedaço de Minas de grande valor.
Onde têm grandes matas e lagoas,
Onde quem conhece não esquece jamais,
Onde a gente olha a natureza numa boa,
Neste pedaço de chão das Minas Gerais.
Olhando os montes deste lugar,
E observando com jeitinho o parque florestal,
Onde os lobos uivam ao doce luar,
Ao coração chega um romantismo magistral.
À noite é maior o brilho das estrelas,
A lua chega de forma majestosa,
o canto da coruja encanta a natureza,
E aí vem o amanhã de forma valorosa.
Não sei como ainda hoje está
A escola padre João Borges Quintão,
Onde conheci o primeiro baba,
Escrever e ler a primeira lição.
Na escola secundária Liberato de Castro,
Na adolescência aprendi de certa maneira,
Hastear olhando firme no mastro,
Cantando hino nacional e o hino da bandeira.
É nesta cidade do interior,
Marliéria, dentre vales e colinas,
Onde nasci, cresci e aprendi dar valor,
À vida, ao amor a esta parte de Minas.
O solo não fertiliza mais nada do que se planta
É como se a seca arrancasse do fundo da terra tudo o que é vivo
E como se tudo o que sobrasse fosse pó
Como o corpo não aguenta dias sem água
A terra implora por alguma gota
O vento seco espalha o monte de terra no chão
E vira poeira...
Poeira...
Poeira seca...
Dias sem chuva...
Dias de sede...
Dias de seca...
Aquela roça antes, tão sonhada
Agora deserta e silenciosa
O gado morrendo nos fundos da fazenda, antes formosa
A grama que era verde, hoje é terra vermelha e fina
A esperança nos olhos do menino e da menina
Olhando pro céu
Esperando a chuva cair
Esperando a poeira baixar
Como se eles nunca tivessem nascido
Crianças fantasmas na seca...
Miragem no horizonte seco
O solo não fertiliza mais nada do que se planta
É como se a seca arrancasse do fundo da terra tudo o que é vivo
E como se tudo o que sobrasse fosse pó
TRISTE 19/06/2018
Ondas de vento
me embalam o pensamento,
a cabeça fervendo em dor
de joelho clamo, clamo, por favor.
Triste, triste, bem triste
estou sofrendo fora do tempo,
lamentando, na estrada ora escolhida
indo bem longe da terra, do lar, e da vida.
hooo! tédio, dor, ódio, rancor
coração enorme neste peito atarracado,
de quem já foi e permanece parado
nesta lar de nunca, que ganhou em suor.
Triste, seguindo a mesma linha
rumo a arena do destino medonho,
levando cravada a tatuada pátria minha
a uma vida incerta que me venho em sonho.
Autor: Ezequiel Barros
Estilo; Indo, cindo e vivendo.
" A minha alforria está na calçada do meu sonho desacordado, eu mi sinto livre quando mi liberto deste mundo e ando descalço sobre o pó da terra da minha vida imaginária."
Das missões que temos na terra, certamente algumas importantes são: construir laços de amizades por onde passar, ser justo independente de qualquer coisa, deixar em cada curva da vida um exemplo de boa conduta e se não poder fazer o bem, não fazer o mal independente de qualquer coisa!
