Cuidar da Terra
O Senhor Deus, ama, ouve. socorre. E também fica muito bravo... E aplica a disciplina, para cada um de nós, segundo a obra das nossas mãos!
A terra é fantástica, deslumbrante, impressionante e poderosa; magnífica, estruturada em leis desconhecidas, de tons, vibrações, e cores de infinitas possibilidades como nosso espírito numa harmoniosa rede conectada e ajustada dos ciclos naturais e especiais.
“Meu Pai: o Sol. O Mar: meu Namorado. As árvores: minhas irmãs. o Ar: meu Amor. A água minha casa. A Terra minha inspiração.”
Quem somos ? Seres humanos em uma grande comunidade chamada, Planeta Terra, o Criador DEUS já nos deu a receita perfeita para que tudo de certo e para que possamos sobreviver, “Amai ao Teu próximo como a si mesmo" o bem do outro é o nosso bem para que alcancemos o nosso bem maior escaparmos da morte e vivermos para sempre em Cristo Jesus nosso SENHOR!
O vento? Eu sou o vento. O mar e a lua. Eu sou o mar e a lua. Lágrimas, amor dor, vôos de pássaros?
Eu sou todos eles. Eu danço o que sou. O pecado, a fuga, a oração, a luz que nunca foi em terra ou no mar? Eu danço o que sou.
Oh! que saudades da minha terra,
Marliéria, cidadezinha do interior,
Dentre montanhas e muita serra,
Pedaço de Minas de grande valor.
Onde têm grandes matas e lagoas,
Onde quem conhece não esquece jamais,
Onde a gente olha a natureza numa boa,
Neste pedaço de chão das Minas Gerais.
Olhando os montes deste lugar,
E observando com jeitinho o parque florestal,
Onde os lobos uivam ao doce luar,
Ao coração chega um romantismo magistral.
À noite é maior o brilho das estrelas,
A lua chega de forma majestosa,
o canto da coruja encanta a natureza,
E aí vem o amanhã de forma valorosa.
Não sei como ainda hoje está
A escola padre João Borges Quintão,
Onde conheci o primeiro baba,
Escrever e ler a primeira lição.
Na escola secundária Liberato de Castro,
Na adolescência aprendi de certa maneira,
Hastear olhando firme no mastro,
Cantando hino nacional e o hino da bandeira.
É nesta cidade do interior,
Marliéria, dentre vales e colinas,
Onde nasci, cresci e aprendi dar valor,
À vida, ao amor a esta parte de Minas.
O solo não fertiliza mais nada do que se planta
É como se a seca arrancasse do fundo da terra tudo o que é vivo
E como se tudo o que sobrasse fosse pó
Como o corpo não aguenta dias sem água
A terra implora por alguma gota
O vento seco espalha o monte de terra no chão
E vira poeira...
Poeira...
Poeira seca...
Dias sem chuva...
Dias de sede...
Dias de seca...
Aquela roça antes, tão sonhada
Agora deserta e silenciosa
O gado morrendo nos fundos da fazenda, antes formosa
A grama que era verde, hoje é terra vermelha e fina
A esperança nos olhos do menino e da menina
Olhando pro céu
Esperando a chuva cair
Esperando a poeira baixar
Como se eles nunca tivessem nascido
Crianças fantasmas na seca...
Miragem no horizonte seco
O solo não fertiliza mais nada do que se planta
É como se a seca arrancasse do fundo da terra tudo o que é vivo
E como se tudo o que sobrasse fosse pó
" A pele suporta a dor
mas nas entranhas,
o óleo derramado é sangue.
derrubem, derrubem
produzam gasolina
papel
progresso
carros
arranha-céus
joguem os animais no confinamento
e assistam a morte dos caranguejos
comam tudo,
inclusive a fé
e amanhã talvez
outros jornais nacionais
noticiem mais uma história de extinção...
Assim como "em terra de cego caolho é rei", em terra de insensatos a estupidez é uma atitude de nobres.
O alicerce da vida é fincado na terra desde que nascemos, e tudo nela feito só se esvai quando qualquer lembrança do feito deixar de existir.
Vieram antes [Gênesis 1:12] até mesmo dos grandes luminares nos céus, governantes do dia e da noite. Antes de nós e todos os seres viventes em águas, terra e os com asas e que dominam a expansão acima da terra. Quando tudo se for, acabar e parecer não ter mais jeito, lá estarão e mostrarão novamente a força da paciência e resiliência a tudo que pensa é mais forte que a natureza.
