Cuidar da Infancia
Um ótimo domingo a todos os loucos e lúcidos do facebook! Aos que estão de ressaca e aos que queriam estar!
No Brasil é assim: quando um pobre rouba, vai para a cadeia, mas quando um rico rouba ele vira ministro.
É tolice afirmar que somos levados a ser leais até por que a lealdade não é condição ou sentimento, mas um comportamento característico, inerente, próprio pessoal, e particular... não circunstancial
CRÔNICA DA AMIZADE
Feliz aquele que compreende o valor da amizade.
É nela que encontra-se uma parte da vida, uma franquia da felicidade e um empréstimo, sem cobranças, de sinceridade, respeito e reciprocidade.
Feliz aquele conquista o próximo com o olhar.
De transmitir seus sentimentos em um sorriso, de apaziguar a discórdia com as palavras, de ouvir, falar e acolher com paciência e humildade.
Feliz aquele que possui um amigo.
É com ele que aprende-se o real significado da vida. Aprende-se a ser e transmitir, a conquistar e caminhar, e acima de tudo, aprende-se a sonhar.
Dignos da felicidade são aqueles que conquistam a amizade.
É encontrada na jornada da que todos percorrem. Preserve-a sob seus braços. Inestimável é seu valor.
Feliz aquele que regenera seus dias com a presença de um amigo.
Possui segurança na tormenta, conselho na incerteza, admiração na simplicidade.
E sempre, por maior que seja o tempo, conta com a presença daquele que tanto respeita e tem a honra de chamar de amigo.
O que me frustra não é o ódio que as pessoas estão vendendo ou tentando disseminar contra o PT. O que me assusta é um programa como o Bolsa Família ser tão odiado por uma elite que todo dia joga comida fora.
Aprender o que tememos é aprender quem somos. O horror desafia nossas fronteiras e ilumina nossas almas.
De verdade,
o que eu quero
é ter você comigo.
Na realidade,
sei que devemos
ser mais que bons amigos.
No mundo em que vivemos o certo é errado, o Suspeito é acusado, o inocente é julgado e o pobre é condenado.
"Eu te amo. Soube no momento que te conheci. Lamento ter levado tanto tempo pra entender, apenas estava emperrado".
Raposa
Jovem raposa, quem é você?
A ti foi dada a chave de meu coração
Coração este sombrio, selado por espessos
cristais de gelo.
E agora você simplesmente abre-o e nele põe
uma chama viva...
Chama esta que em pouco tempo reaqueceu
o que antes era frio,
Chama esta que iluminou o que antes era pura
escuridão...
Como faz isto?
De onde vem?
A ti hoje confio de olhos vendados.
Como fez isso?
Como ganhou minha confiança em tão pouco tempo?
Tornou-se domadora de um lobo que antes, era selvagem.
Jovem raposa, quem é você?
Você realmente me assusta,
Mas me cativa.
Você literalmente me domina,
Mas me motiva.
Isso é o que chamam de amor?
Esta chama que plantaste em meu coração?
Se for, é a melhor de todas as coisas.
E quanto a ti, a mais sábia e bela de todas as
raposas...
O amor é o abandono da lógica.
O abandono voluntário dos padrões racionais.
Nós cedemos a ele ou o combatemos.
Mas não há meio-termo.
Sem ele, não podemos continuar existindo com sanidade sob condições de realidade absoluta.
Eu aceitaria até o inferno por você, mas não por sua solidão e sim por não suportar ficar sem ter você por perto.
OS PECADOS MORTAIS
I
SOBERBA
Soberba, orgulho, vaidade,
(chamam-lhe alguns presunção)
é cheia de magestade,
vazia de coração.
Soberba tem grande pança,
cara carrancuda e torta,
Soberba, cheia de chança,
de si apenas se importa.
II
AVAREZA
Avareza tudo quer,
se tem muito mais quer ter;
Com a vista arregalada,
Avareza não vê nada;
Põe-se a ouvir, a escutar,
e só ouve blasfemar;
Arrecada noite e dia
e acha sempre a arca vazia.
III
LUXÚRIA
Luxúria desvergonhada,
em impudica atitude,
maneira a língua acerada
a difamar a Virtude.
Com rastejada paciência,
e o seu fito principal
é cativar a inocência,
conduzi-la para o mal.
Luxúria, filha infecunda
da Mentira e do Pecado,
saboreia a nódoa imunda,
ama o chão enlameado.
Pelas vielas impuras
a Luxúria se conduz,
mas sempre a horas escuras,
sempre a escapar-se da luz.
IV
IRA
Ira é atolada,
tem um focinho ferino,
grita por tudo e por nada,
fala sem jeito e sem tino.
O senso dela é um vime,
a sua agulha um punhal
afiado para o crime;
tem cadastro criminal.
V
GULA
Gula come, come, come,
mas por vício, não por fome;
de mastigar não descansa,
nem que tenha cheia a pança;
quando trata de entornar,
então bebe até tombar;
a mastigar e beber
é que ela sabe viver;
os seus dentes são os malhos
e as digestões seus trabalhos;
de seus feitos alardeia
se se senta à mesa alheia;
para comer do que gosta,
sempre a comer vence a aposta;
da Gula (cano de esgoto)
é a palavra o arroto.
VI
INVEJA
A Inveja é maldizente,
a todos chama canalha;
sua língua impenitente
é verdadeira navalha;
como nasceu torta e feia,
tem rancor à Formosura,
mas toda se pavoneia
e sobrepô-la procura;
até o próprio Talento
ela despreza e odeia,
porque todo o seu tormento
é não achar uma ideia.
VII
PREGUIÇA
Doença gera indolência
e a indolência a doença;
são da mesma parecença
e são a mesma na essência.
A preguiça não se lava,
na porcaria vegeta;
como o tempo a envergonhava,
espatifou a ampulheta;
é a viscosa minhoca,
que se arrasta e mal caminha,
para meter-se na toca
ou no papo da galinha.
Um dia, diz-lhe alma forte:
- «Preguiça, qual o teu mal?»
e ela, trágica e fatal,
responde-lhe: - «pouca sorte».
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