Cuidando do meu Jardim
Vou escrever poesias com o meu coração,
e você vai decorá-lo e para sempre
Irar morar na minha canção....
são seis da manhã tento fechar os olhos
sinto falta algo meu amor
breve como a morte um sonho profundo,
num desejo sem fim a sede doe como morte,
nos monte a lua é sombra abandonada para sempre.
Me cala, mas não cala. Não cala-te para o meu desespero. É que esse teu silêncio pertuba. Agonia. Enlouquece. Para o meu desespero, não cala-te. Grite, até comigo. Sentirei o que pedes em tuas expressões, nos olhares mais dispersos, mas no silêncio... Ah, nem todo silêncio diz, esse teu agoniza.
Eu não ti amu com os meus olhos que vé em ti mil defeito mas sim com o meu coração q ama uqi os meus olhos disprezam.t amu
Vem o vento açoita meu corpo, passa o frio em mim deixando marcas, arrepios...o silêncio perturba, incomoda...só, te vejo distante. Não ter você como companhia, machuca. Sei, quem sabe...exatamente nesse momento, outra...te ama, sem segredos.
Encontro sempre o meu melhor quando cruzo com a felicidade, quando abraço os meus sonhos...quando vivo !
Admirei certa substância que me efectua se transportando no fumo que se perde zanzando no meu universo mental,ligando-me no botão da realidade universal desencadeando memorias residentes.
Não me descrevo. Não me conheço. À frente do espelho, em visão do meu reflexo. Não me acrescendo mais nada. “ quem é esse ser que observo?” não é de meu conhecimento. – estou apática. Ou o ser. Difíceis respostas. Procura-se alguém. Procura-se a mim. – valendo recompensa. Angustiante saber tamanha ironia: fui ser feliz, e já era. Me perdi de uma forma despercebida e fácil. Tipo, perder uma moeda em bolsa rasgado? Eu que não me calava. Eu que sorria exageradamente. Eu que tinha tantos amigos. Eu que era feliz. Eu que me tinha. Cadê minha voz? Cadê meus sorrisos? Cadê meus amigos? Cadê minha felicidade? Cadê o meu eu? E olhe que nem contei sobre os meu sentimentos o quão estão tumultuados. Se você acha que está quente, eis aqui um lugar frio. – bem aqui dentro. Procura-se a mim. – Valendo recompensa. Sinto a minha falta.
Vivo tentando superar os limites, pois sei que cada limite é um obstáculo e cabe ao meu esforço o tempo da final..
Até ontem tu era o gatinho dos meus olhos, o garoto do meu brinquedo...não é tão simples assim, tão povo.
Perdeu o encanto !
— Não me deixe só hoje! Sou capaz de morrer sem nenhum tiro sequer! Eu preciso só de alguém ao meu lado... pois eu tenho solidão demais, que já nem cabe mais dentro do peito.
(Livro E o céu de Miramar?)
Ainda me lembro como se fosse ontem o dia em que eu parti do meu sertão castigado, terra de gente sofrida, porém alegre e marcante. Eu ainda era uma "menina"... Eu trouxe comigo o sorriso brejeiro, valores aprendidos na casa materna e os sonhos que por serem tantos mal cabiam na bagagem. um deles era poder expressar meu pensamento, tanto em prosa quanto em versos. Hoje percebo que o tempo me logrou não só a juventude como também a inocência que tive um dia, mas o meu sorriso ainda é o mesmo.
Com um punha sufoco meu coração...
E almejo uma rosa sobre teu coração...
Deixo de respirar minhas vaidades...
Unicamente para te adorar em uma superfície...
De desejo...Simples como o amor...
Que escorre nos cortes que fiz no estante...
Em que o rio de sangue derramou suas graças...
No luar que abateu se sobre minhas lagrimas...
Senti a despedida nas sombras da escuridão do teu olhar,
Deixei me por um beijo da morte que calou se
No momento que percebeu teu amor...
Diante as escadas do céu o mundo acabou...
Compreenda o florescer dos meus sonhos
Meu amor.
