Cuidado com as Armadilhas do Destino
No final do outono de 2002, eu tive sorte! A minha vida estava do jeito que eu sempre quis... tinha 20 anos, era Cadete PM do 2º Ano do CFO, o maior medalhista do Atletismo da APM D. João VI, e saía com os meus amigos de turma, todos estavam vivos... era perfeito! Porém, o mais importante, eu tinha você! A conheci em um domingo (02 de junho) no Caneco 90 e assim que a vi, eu soube... era como se tudo antes fosse preto e branco, e, repentinamente, as cores apareceram! É impressionante como uma pessoa pode mudar a sua vida... para o bem ou para o mal!
Carrego no meu corpo projéteis dos inimigo
E eu nem sei quem são, mas sei que Deus é bom
Mesmo no vale Ele sempre esteve comigo
Me livrou dos perigo e da má intenção
E no lugar das flores eu te trouxe um flow
Daqueles que você vai se identificar
Fiz pra falar do celular que tu jogou na parede
A tela trincou por não querer te retornar
Amor, promete que vamos envelhecer juntinhos
Desse jeitinho, ó, nada caretas
Que o tempo faça bem pra nós como ele faz pro vinho
E que possamos alcançar a nossa meta
Ela é como o vento,sabe ser leve porém as vezes voraz.
Não quer declarações vazias,prefere os olhares sinceros. Aprecia atitudes ao invés de palavras.
Ela é amor revestido por medo.
Quando compreendida demostra seu melhor lado.
Ela é humana,mais tem um coração de outro mundo.
Ela sofre em silêncio,pois de todos os seus desejos ela só queria se abrigar em um abraço sincero.
Tem dias que os pensamentos me consome.
Tem dias que sou apenas lembranças.
Há dias que já nem sei mais quem sou.
Mais a dias que só preciso do seu olhar para me redescobrir.
Hoje choro mar, amanhã navego por esse mar sem saber onde chegar, o importante desta viagem é só aqui não ficar.
Hoje eu acordei com um vazio que parece ser tão profundo que sou capaz de sentir ele deliberadamente dentro da minha alma, você se enraizou da forma mais linda dentro de mim e do jardim desse nosso amor fez crescer uma árvore linda e resistente, a cada briga e decepção contínua está árvore morria aos poucos, até que ela não suportou a estação do inverno que parecia não acabar e morreu, mas as raízes permaneceram lá e quando você se foi, o tronco daquela árvore caiu naquele jardim que já não existia mais cor e vida, deixando essa imensa cratera dentro do meu peito.
Me deixei levar pelas águas misteriosas do amor, e em uma grande e linda viagem fui pra longe do meu cais para atracar em um desconhecido, hoje este cais não existe mais depois que ele foi destruído eu perdi o norte da minha vida e o nordeste do meu cais, navego sem saber pra onde vou, a deriva da minha vida, as tempestades das decepções só me fazem morrer aos poucos o dia todo, todos os dias.
E aquilo que não sabia mais o que era, morreu hoje para sempre dentro do meu ser, e sei que jamais deixarei aquilo voltar a acontecer, do pôr do sol ao amanhecer, eu hoje me permitir voltar a florescer.
