Cuidado
Quando a promessa é fácil demais, o risco costuma ser grande: cuidado com dinheiro fácil e curas milagrosas.
Na fisioterapia, o cuidado nasce no movimento das mãos e se completa na fala; juntos, eles devolvem confiança, alívio e caminho ao paciente.
Quando a tempestade chegar
Cuidado
15 cm na canela
E as àguas podem te arrastar
E matar
"O arco íris veio depois que a tempestade acabou, mas eu não estava lá para ver"
Se a polarização teve o cuidado de criar mecanismos para alimentar vieses de confirmação de ambos os lados, talvez o foco seja a guerra palavrosa em detrimento da razão.
Quando a polarização se instala, ela não se contenta em só dividir: constrói mecanismos sutis para reforçar os vieses de confirmação de cada lado.
Alimenta certezas pré-fabricadas, faz do contraditório um inimigo e transforma o diálogo em trincheira.
Nesse cenário, a razão deixa de ser o norte e se torna apenas adereço, usada quando convém e descartada quando incomoda.
O que prevalece não é a busca pela verdade, mas a guerra palavrosa, em que vencer importa mais do que compreender.
E assim, o que poderia ser um espaço de encontro, se reduz a um medonho campo de batalha onde todos falam, mas quase ninguém realmente escuta.
Bendito seja Deus, que teve o cuidado de escolher o 28.º dia de outubro — ou nada — para me favorecer com a graça de confiar-me àquele que veio para laurear meus dias e, por vezes, salvar-me até de mim mesmo: o Homem da minha vida!
A ti rogo toda sorte de bênçãos, em nome de Deus Pai, de Deus Filho e do Espírito Santo.
Sei bem que tu sabes, mas a minha eterna gratidão pela tua existência — e a certeza da finitude da vida — obrigam-me a repetir: te amo, filhão!
Feliz aniversário!
Ao meu filho amado, Alessandro Teodoro Jr.!
Não há cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.
Porque a declaração de amor mais cheia de charme e beleza é aquela que cuida, mesmo sem precisar.
Há cuidados que nascem da urgência — e há outros que florescem do afeto.
Cuidar de quem está bem é tocar o invisível: proteger a saúde com ternura, manter o riso aquecido antes que o frio chegue.
Quando o cuidado não vem do medo, mas da vontade de permanecer, ele se transforma em poesia.
É um gesto que se adianta à dor — um afeto que não espera a ferida abrir para se apresentar.
Porque o verdadeiro cuidado é assim: não grita, não exige, não visa retorno — apenas se oferece, como quem descobre beleza no simples ato de permanecer por perto.
Você pode oferecer amor, cuidado, paz…
mas quem se acostumou com a lama se sujará novamente e chamará o caos de casa.
"Dizem para termos cuidado com o que dizemos, pois nossa língua pode partir corações. Só que meus ouvidos ouvem coisas que partem não apenas meu coração, mas também estouram meus tímpanos, entopem minhas arterias e me enchem o sapo!"
Texto Meu 0920, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Vegetarianos! Cuidado com a couve que vocês estão comendo. Já pensaram que ela pode estar sendo plantada, colhida, embalada, transportada e vendida, utilizando-se trabalhadores mal remunerados, sem direitos trabalhistas, sem plano de saúde. Nunca pensaram nisso? Por que não?"
Texto Meu 0960, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Que hoje Deus prepare surpresas lindas, inesperadas e cheias de paz. Que cada detalhe revele cuidado, cada passo seja guiado pela fé e cada sorriso confirme que o céu trabalha em silêncio para nos presentear com bênçãos no tempo certo.
Não existe mais
Mapinguari
morando no mato,
Mesmo assim
é preciso seguir
com cuidado
nesta vida;
O Bicho-Preguiça
continua útil,
se seguir preservado.
Os tempos mudaram
definitivamente...
Só sei que existe
mais de um
Mapinguari
por todos os lados,
E não têm mais idade
e as línguas deles
estão sempre afiadas.
Os tempos são outros...
O Bicho-Preguiça
traz o melhor ensinamento:
O convívio não
pede enfrentamento
com Mapinguari de qualquer tipo.
Os tempos de hoje pedem que
não seja dado mais nenhum espaço.
Quando um Mapinguari surgir
para provocar ou mentir,
é só mudar o seu caminho,
fingir que escuta,
deixar falando sozinho
ou comece a ler um livro.
Só não deixe o Mapinguari
continuar enchendo os seus ouvidos.
"Cuidado, rapaz", ela soprou, num aviso que era quase prece, "quem tenta curar bicho ferido acaba com a pele marcada."
Mas eu sorri, com aquela minha estupidez deliberada.
Pois entre a linha da vida e a linha do coração,
eu li o que ela não teve coragem de dizer em voz alta:
que o meu destino não era chegar a lugar nenhum,
mas ser o porto de quem desaprendeu a navegar.
