Cruz
Dedicatória
Cruz
Que este livro galante,
ante
Teus olhos, lembre um dia,
Quem to oferece nesta
Festa
De anos e de alegria.
Pequeno ele é e modesto.
Mesto
Quase sempre e tristonho;
Não roubará, no entanto,
Quanto
Tens de ilusão e sonho.
Aquela, que hás de agora,
Hora
Tirar (sem percebê-lo),
Das que em teus anos verdes
Perdes;
Não perderás ao lê-lo.
Lê com vagar. Repara
Para
A beleza do verso;
Vê como o vate ardente
Sente
O mundo tão diverso!...
Mas, que não te entristeças;
Nessas
Linhas, não há verdade.
Vive sempre a florida
Vida
Entre a felicidade.
A Igreja é o navio que navega bem neste mundo,
ao sopro do Espírito Santo com as velas
da Cruz do Senhor plenamente afastadas.
Viver requer intensidade...
acordar com o sol nascendo
sentir aquela energia
abrir a janela
cruzar a porta
...e viver a vida
que nos convida todos os dias
a experimentar novos sabores
Prostro-me diante da cruz, vejo o sangue de Jesus, nunca houve amor assim! Sobre a morte já venceu, sua glória o céu encheu.. nada irá me separar! Tu és meu guia, meu protetor, Tua mão me firma.. eu sei me amas, eu sei me amas...
Não foram os pregos que o prenderam na cruz, foi o amor Dele por nós. E foi por esse amor que Ele também ressuscitou. Por isso, celebre a vida todos os dias e viva intensamente todas as formas de amar; não deixe que o sacrifício Dele por nós tenha sido em vão. Feliz Páscoa!
Ele diz: “O meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Sem dúvida que existe uma cruz para ser carregada se seguirmos a Cristo. Indubitavelmente existem provações e testes a serem enfrentados, e batalhas a serem travadas. Mas, os consolos do evangelho ultrapassam em muito o peso da cruz. Comparado com o serviço ao mundo e ao pecado, comparado com o jugo das cerimônias judaicas e com a escravidão às superstições humanas, o serviço prestado a Cristo é muitas vezes mais leve e fácil. O jugo de Cristo não é carga maior do que as penas o são para a ave que as possui. Os mandamentos de Cristo “não são penosos” (1 Jo 5:3). “Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas paz” (Pv 3:17).
“Meus dias oscilam, caminhando nas avenidas eu morro e vivo, o chicote machuca e a cruz salva, e os dois ganham vida em mim.”
Giovane Silva Santos
O preço que se paga pelo uso ideológico da verdade nesse mundo confuso, é a cruz construída para punir os mentirosos!
Todo digno cavaleiro rosa-cruz como bom pastor sabe que a maioria dos tesouros que persegue não serão encontrados isoladamente sem a acolhedora lua cheia, pois não são para hoje e muito menos para este mundo.
A cruz não foi apenas um instrumento de morte, mas o lugar de máxima humilhação. No mundo romano, morrer crucificado era ser colocado como um espetáculo de vergonha, despido, exposto, rejeitado e amaldiçoado diante da sociedade. A crucificação não buscava apenas tirar a vida, mas também destruir a honra da pessoa.
