Cruz
A Cruz possui um eixo vertical (reconciliação com Deus) e um horizontal (reconciliação com os homens). É teologicamente impossível amar a Cruz e nutrir ódio pelo irmão por quem Cristo morreu.
A cruz pagou o preço. O túmulo confirmou a morte. A ressurreição proclamou a vitória. O terceiro dia mudou absolutamente tudo.
A obra da cruz é perfeita e autossuficiente. Ela não precisa de complementos humanos; ela precisa ser proclamada, vivida e adorada.
"A árvore foi o instrumento da nossa queda, e do madeiro Deus fez o instrumento da Cruz. O espinho, que brotou da terra como fruto da maldição, Jesus tomou para Si e transformou em coroa. Ele usou a matéria-prima da nossa desobediência para selar a nossa redenção."
— Leonardo Campos
Como que Jesus morreu por mim se eu nem havia nascido?
Cristo, na cruz, pagou o preço de sangue o valor dos nossos pecados; Ele não precisava esperar você nascer para fazer isso, assim como a Lei áurea assinada pela princesa Izabel serviu para os negros ainda não nascidos.
O Mestre dos Mestres nos ensinou que que a cruz não é o limite e nem o fim do caminho, mas o caminho que conduz a Vitória
Escolhidos, Não andam na força do braço,
mas na unção que vem do Alto.Carregam nos ombros a cruz, e no coração o selo de Jesus.Não precisam se anunciar, porque o céu já os faz exalar. É o bom perfume do Santo, que vence trevas, medo e pranto.
Escolhidos têm cheiro de vida, fruto da graça, alma rendida. Por onde passam, deixam claridade, e o ar se enche de eternidade. São cartas vivas do Espírito,
lidas no secreto e no público. E até quem não crê reconhece: Cristo neles permanece.
“Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo...” (2Co 2:15)
