Cronicas de Jorge Amado
O verdadeiro amor é mais do que amar e ser amado... é sentir um pelo o outro um sentimento tão sublime e puro, o suficiente para viver a vida inteira. Um sentimento onde não tem começo e nem fim... em que só Deus tem a onisciência de calculá-lo. Um sentimento verdadeiro como um amanhecer, onde a cada aurora se renova. Um sentimento que é como uma sementinha; em que regada a cada dia cria raízes profundas e torna-se uma árvore enorme, cheia de vida e com frutos saborosos!
Amado com todo respeito que lhe devo, eu gostaria muito de conversar com o senhor e contar a minha visão das coisas, sobre o que lhe disseram ao meu respeito, queria te contar as minhas verdades, meus sofrimentos, as minhas dores, meus traumas, minhas decepções, minhas mágoas, minhas marcas. Eu espero que um dia Deus me conceda esse privilégio de ser ouvida por ti, saiba que eu te amo boa noite dorme com Deus.
Deixar bem claro o que é realmente o amor. Uma pessoa que ama alguém sem ser amado. Essa pessoa não é digna de amor. Porquê em primeiro lugar amor próprio é o principal. Se essa pessoa amar alguém sem ter o amor de volta. Esse pessoal não é digna de sentir amor. Porquê não tem amor nem por ela próprio. Quanto mais por outro alguém
Devemos buscar dentro de nós o sentimento amor, e aprender a amar só quem quer ser amado, assim ama a quem nos ama, não apenas amar por desejos da carne ou de uma simples beleza facial, nós nescecitamos de amor, e demasiadamente se entregar a quem nos quer bem, não impondo o seu olhar as escolhas de quem deve seu amor entregar, mais sim seu coração a procura de quem possa no amanhã dele cuidar, o amor é como uma poesia onde se busca o melhor da vida, os romances são passageiros as paixões não sustentável, a beleza como todos sabem é passageira, restando em nós amo único sentimentos, o amor de alguém com quem dividimos nosso amor também, um amor cujo nome amanhã irá alimentar nossos corações, escrito por Armando Nascimento
Que a sabedoria profunda do amado Galileu, estabeleça bases seguras em nossas consciências...Quando nos predispomos a semear o terreno fértil, na construção dos projetos edificantes da "lavoura" do Cristo, nos tornamos responsáveis pelas "ferramentas" que utilizamos à seu serviço... Precisamos de "enxadas" que preparem a terra, de "pás" que escavem o terreno, de "fertilizantes" que vitalizem o "solo", do "óvulo maduro" que fecunde e prospere, e de mãos solidárias, que reguem as nossas "mudas"... A bela arte não se encontra no capricho dos nossos olhos, mas cresce em silêncio, na ternura dos nossos corações... Todos somos valiosos na emancipação do Belo e na conjugação viva do verbo Amar...
Acredito eu que não existe AMOR sem amizade. Primeiro você tem que ter no seu amado um grande amigo, saber que pode contar com ele, saber que são cúmplices e que vão caminhar sempre juntos, um cuidando do outro, querendo o bem do outro, levando a verdade e o amor consigo sempre! Porque o amor muitas vezes te cega, mas a amizade presente em um relacionamento faz com que abram os olhos e olhem juntos para a mesma direção!
O fim sempre chega em silêncio. Um dia, você sentirá o que é ser amado sem implorar, respeitado sem pedir e desejado sem precisar provar. Vai perceber o quanto aceitou menos do que merecia. Amor verdadeiro é paz na alma, não apenas arrepio na pele. Não sou para qualquer um; meu jeito exige coragem e entrega. Para quem tem medo de sentir, sou um furacão disfarçado de brisa.
Ela já se iludiu com uma pessoa no passado e sofreu bastante com a angústia de ter amado a pessoa errada. Mas, com isso, ela mudou muito seu jeito de pensar e agir. Hoje, não se deixa levar por qualquer "eu te amo", qualquer abraço, qualquer carinho... Qualquer sorriso bonito... Que vê por aí.
"Fomos feitos para praticar a bondade. Fazer o bem é uma ação natural para o ser humano. Não é espontâneo, mas é algo que pode ser aprendido e amadurecido. Ninguém nasce afetivo e solidário, mas é capaz de se transformar a partir da convivência com pessoas sensíveis. Com esse referencial, cada um será capaz de colocar para fora o que há de melhor em si e praticar a mais genuína bondade."
O livro pode estar cheio de coisas erradas, podemos não estar de acordo com as opiniões do autor, mas mesmo assim conserva alguma coisa de sagrado, algo de divino, não para ser objecto de respeito supersticioso, mas para que o abordemos com o desejo de encontrar felicidade, de encontrar sabedoria.
"Chega desse discurso de ser mal compreendida pelo mundo e pelos homens. Tem muita gente avulsa por aí. Dos dois lados. Por inúmeras razões. Se você acredita mesmo que ninguém te quer porque é independente e os homens não sabem lidar com isso, só quero lhe dizer uma coisa: você está sozinha porque é chata". (A incrível geração das mulheres chatas)
Oscar Wilde disse: "Quando eu era jovem pensava que o dinheiro fosse a coisa mais importante do mundo, hoje, maduro, tenho certeza!" É difícil demais não pensar assim, uma vez que o consumismo desenfreado acaba por contagiar a todos, e por mais que haja quem diga, estar imune a ele, sinto dizer que essa pessoa não se conhece ou mente melhor do que eu. Fato é, que no núcleo familiar, ocorre a mais vil disseminação deste conceito, que, tão hipocritamente, é repudiado pela sociedade. Então dêem-me um tempo e não me encham o saco!
Tenho o necessário, básico para viver, não tenho pouco e nem muito. Tenho uma família que me ama, tenho uma família que amo, tenho bons amigos, velhas e novas amizades, em mútuo movimento, enquanto alguns saem de minha vida, outros entram. Não tenho muito dinheiro, não tenho pouco, tenho o ideal, a quantidade que me faça satisfeito, mas a quantidade que me faça batalhar. Nunca fui de muitos amores, mas também não tive poucos, não sou do que faz sucesso unânime, nem o que é fracassado. Sou normal, fico triste as vezes, mas me considero feliz. Creio que a felicidade não está na totalidade de dias felizes, não preciso estar sorrindo todos os dias para ser feliz, nem preciso estar chorando todos para estar em depressão profunda. Sou feliz porque me contento com que tenho, busco mais, não por ganância, ou algo a mais como dinheiro e mulheres, mas por amor, por amor próprio, por amor alheio, por um amor que seja cíclico como o de família, ou linear como o de uma mulher. Acho que o que buscamos cada vez mais, que lutamos dias após dias, seja nosso objetivo claro e determinado, ou seja sem ele mesmo, não é o sucesso, não é a fama, mas é o amor, podemos ser fartos ou famintos, felizes ou infelizes, mas se temos o amor, em suas mil faces, temos tudo, somos tudo, nos completamos e alcançamos com êxito, qualquer objetivo, seja claro e explícito, ou confuso e implícito.
A complexidade de nossas experiências emocionais vai além da mera escolha entre lógica e emoção. Muitas vezes, é um emaranhado delas que nos leva a agir de formas que, a princípio, podem parecer contraditórias. Nesse duelo, cada lado se destaca, e fazemos escolhas que podem surpreender até a nós mesmos.
Tenho pavor de gente que se faz de santa! Sabe aquelas pessoas que costumam dizer positivamente aquilo que lhe favorece e negativamente aquilo que prejudica os outros? Tenho verdadeiro horror à esse tipo de gente. Nada como poder errar, perder a direção, fazer suas próprias vontades, viver sua vida intensamente e da maneira que achar melhor sem precisar tentar prejudicar ninguém pra se sentir melhor do que os outros. Adoro poder olhar no espelho e ver que erro sim, sou torta sim... mas não "me faço" e sou feliz por ser assim. A pior coisa que se pode fazer não é cometer erros na sua própria vida e sim jogar erros na vida alheia pra encobrir os seus. Que cada um cuide de si, que cada um possa fazer suas escolhas e vivê-las sem se preocupar com a dos outros, sem cuidar da vida de ninguém e principalmente sem projetar em ninguém suas frustrações, suas vontades reprimidas e seus preconceitos. Que bom seria se cada um cuidasse do seu rabicó!
A chamada lógica do razoável está associada à superação do formalismo estrito e à valorização de critérios axiológicos na interpretação jurídica. Essa perspectiva foi desenvolvida de modo marcante por Luis Recaséns Siches, para quem o Direito não pode ser aplicado por mera subsunção mecânica da norma ao fato, devendo o intérprete considerar valores, finalidades e as circunstâncias concretas do caso.
Para Hart, o Direito constitui um sistema de regras que não se limita apenas às normas que impõem deveres (as chamadas regras primárias), mas também inclui regras secundárias — normas que conferem poderes, como o poder de criar, modificar, reconhecer e aplicar as regras primárias. Esse modelo explica porque sociedades juridicamente organizadas distinguem-se de meros conjuntos de normas sociais ou costumes: apenas quando se articulam regras secundárias que estruturam, legitimam e racionalizam a normatividade é que se pode falar em um sistema jurídico plenamente desenvolvido.
A paixão não fica menor porque não virou álbum de família. Um romance pode ser pleno, honesto, inteiro e, ainda assim, caber em pouco tempo. O que azeda não é a brevidade: é a cobrança de que toda história precise virar projeto de longo prazo, com meta, cronograma e prestação de contas para terceiros.
O pamprincipiologismo, expressão cunhada por Lenio Streck, designa o uso excessivo, desmedido e muitas vezes indevido de princípios jurídicos na fundamentação das decisões judiciais. O fenômeno caracteriza-se pela tendência de transformar qualquer valor moral, diretriz política ou argumento retórico em “princípio jurídico”, atribuindo-lhe força normativa superior e utilizando-o como verdadeiro argumento de autoridade (topos) para legitimar decisões previamente intuídas pelo intérprete. Com isso, ocorre uma hipertrofia principiológica que enfraquece a centralidade das regras, compromete a coerência do sistema e fragiliza a segurança jurídica.
De todas las funciones, la del político era sin duda la más pública. Un embajador o un ministro era una suerte de lisiado que era preciso trasladar en largos y ruidosos vehículos, cercado de ciclistas y granaderos y aguardado por ansiosos fotógrafos. Parece que les hubieran cortado los pies, solía decir mi madre. Las imágenes y la letra impresa eran más reales que las cosas. Sólo lo publicado era verdadero. Esse est percipi (ser es ser retratado) era el principio, el medio y el fin de nuestro singular concepto del mundo. En el ayer que me tocó, la gente era ingenua; creía que una mercadería era buena porque así lo afirmaba y lo repetía su propio fabricante. También eran frecuentes los robos, aunque nadie ignoraba que la posesión de dinero no da mayor felicidad ni mayor quietud.
