Cronicas de Jorge Amado

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SE PODESSE VOLTAR A VIVER.
Como meu pai, para viveres de novo tudo faria!
Uma experiência de vida ao teu lado pai, eu ganharia,
Um outro e novo amor dentro de mim nasceria
E quando o céu chorar meu calor de filho eu te daria.

Quando escapar da captura do irmão da noite
Desejar-te-ia em teu trabalho, um milhão de sorte,
Um doce café toda manhã te daria, pai eu confesso-te,
Um conselho na calada noite, sentado aqui imagino-te.

Se estivesses a respirar bem aqui nenhum medo eu teria,
E um abraço em cada dia ao teu lado não perderia,
Tudo é belo neste mundo, assim dirias.
Pai saudades aperta meu peito todos aos dias.

Inserida por Jorge75capessa

⁠Oh! Tu violaste mãe pátria que amamenta seus filhos, recém nascidos é a pior coisa que esperava de ti.
Violaste suas mentes com promessa, que jamais existiram, vida que coisa! Que coisa que fizeste connosco êh pátria mãe? Hoje teu filho chora, violaste a Pátria, eis que teus filhos nasceram frustrados com suas vidas.

Inserida por Jorge75capessa


Boa é a claridade da tarde!
A poesia vive; ela será uma eternidade:
Faz-me sentir o quão apele arde!
Colocá-la-ei no coração de toda humanidade:

Ó poeta! Clame com belas rimas!
Os poetas vivem sem fim:
Como a videira dá vida as vinhas!
Como borboletas num jardim:

O poder das letras!
Vem do coração dos poetas:
Com setas das canetas!
Nós vivemos sem metas:

Inserida por Jorge75capessa

⁠A LIBERDADE D´ÁFRICA FORA VENDIDA.
I POEMA
No dia em que a liberdade foi embora,
Longos navios de silêncio encheram a casa, tão grande, tão vasta!
Todos os gatos da vizinhança lacrimejaram rios caudalosos,
Comiam cogumelos e varriam as cascatas dos cemitérios
Com agudas lâminas de tédio, sobre a presença de uma mão partida.

Foi preciso perder de vista as crianças que brincam: liberdade do querer.
A cobra branca passeia fardada à porta das nossas cubatas,
feitas para perecer.
Derrubaram as árvores de fruta-pão, e sempre que uma ave parte:
nunca sei para onde.

Para que passemos fome vigiam os caminhos
receando a fuga da autonomia do fazer.
Quando a liberdade é vendida pelo tio, oh!
A tragédia já a conhecemos: a cubata incendiada!
O telhado de andala flamejando e o cheiro do fumo misturando-se,
Ao cheiro de andu e ao cheiro da morte prematura imediata (...) vi a liberdade.

Inserida por Jorge75capessa

⁠Hoje existe um pseudo evangelho que se apresenta como inclusivo e que relativiza comportamentos sociais reprovados pela Bíblia com o objetivo de se moldar a cultura contemporânea. O evangelho de Jesus se baseia no amor e no acolhimento, mas essencialmente confronta o pecador com seu pecado a fim de transformá-lo.
Além da fé, a confissão e o arrependimento são critérios inegociáveis na conversão.

Inserida por Renoldi

⁠O que mais me incomoda em algumas feministas é tentar copiar atributos dos homens, como força física. Em Supergirl, Kara venceu Superman. Não seria melhor as mulheres se orgulharem digamos do útero, que seria realmente uma coisa feminina? Meu medo é que as feministas vão fazer as mesmas merdas dos homens.

Inserida por JorgeGuerraPires

⁠“Quem da sua água bebe, ela não esquece,
diz-se da cidade encravada no coração do Brasil.
Terra fértil de clima agradável e ameno, onde não se vê desertos, sequidão, nevasca...
Sua gente humilde e religiosa está sempre pronta a servir ao próximo, dedicar-se ao irmão, com um prato de comida, uma oração...
Terra boa de se criar os filhos, trabalhar e prosperar.
Nascida de várias cores, credos, línguas, a Manchester Goiana destaca-se também nas letras, artes, cultura e, principalmente, em sua religiosidade.
Terra dos Batistas, também de todos que aqui aportaram e dela se sentem parte.
Terra que amo e prometi, acima de tudo, defender, cuidar e querer bem!
Não fosse Gomes de Souza Ramos, eu te descobriria e em teu solo erigiria minha casa, constituiria família, criaria minha Mariana e concretizaria todos os meus sonhos.
Anápolis, mãe primeira, parabéns!”

Inserida por jorge_henrique_elias

⁠O termo "preconceito" tem sido usado de forma pejorativa, como sendo um sinônimo de ignorrância por puro desconhecimento ou discriminação.

Entretanto, etimologicamente falando; o "preconceito" nada mais do que ter uma opinião formada sobre um assunto.

É proibido pensar ?

Inserida por Soberanamentevivo

Nome do poema: Maria Fernanda

Eu quero ver você sorrindo como sempre , com esse sorriso que ilumina todos os meus dias, e cada vez mais fico apaixonado sonhando em te ter para além da eternidade, onde só nós saberemos o que acontecerá.

O teu lindo corpo é a pintura que Deus criou com muito amor e carinho, existe um mito que diz que quando deus te desenhou ele estava namorando não sei se é verdade, mas tenho a certeza do amor que foi escrito pra nós.

Esse amor que nasceu de uma amizade é o verdadeiro e prospero amor, que nossas almas tem certeza que não se acabará com o vento ou mesmo por intrigas feitas por pessoas ruins.

Sei que somos ciumentos, mas somos assim porque nos amamos, e esse é o ato de carinho e amor que temos um pelo outro. A minha inteligência só despertou graças a você.

Inserida por sandrojorge

⁠QUANDO A LUA BEIJA A NOSSA JANELA.
Penso em você dia e noite; já perdi a noção da nossa vida, em meio da jornada,
Não importa o quanto eu pense, mais ainda eu me perco e achei-me numa cadeira tenebrosa,
Quando me dei por conta já perdi a minha verdadeira estrada.
Pensamentos levam-me ver você perto da janela penosa,
A nobre saudade que deixaste sem a brava espessura as paridade,
Que deliciosamente a memoria a relembra ainda cuidadosa.
A imaginação traz a saudosa voz que dizia – És o bom caminho abandonado.
Eu num tom escarlate de sono os sentidos me tomara. Dizia: - Tomara! Tomara!
Olhando na janela a lua beijava a cidade; pena minha é que tudo estava terminado.
Do alto da janela olhei e disse; - É bom estar às espaldas do planeta.
Mas naquela noite, tudo silenciava do peito o assombro um tanto se aquietava.
À noite me era mais longa que uma eternidade de pesadelos que causara,
Sua imagem me encantara, na alma lá no fundo da colina do coração me cerca.
Cada segundo durava mais que tudo, tudo se transformava em cada instante meu fim do mundo!
Oh! Aí eu gritava: - Amor da minha vida! Amor da minha vida! A solidão e escuridão chegaram bem no fundo.
-Wau! Meu amor benvinda! –És causa de miséria, vi pegar oque é meu: assim respondeu.
-Meu amor vem cá que sou teu Romeu: Cala-te que meu amor não é teu.
Sentada na cama beijei-a, logo abri o véu da janela vimos à lua beijando o céu.
Com lagrimas no rosto ela disse; - Não volte a beber de novo meu Romeu.
-Perdão minha Julieta, não voltarei a tocar a maçaneta do bar.
Ela disse: Meu Romeu vem vamos contemplar a lua enquanto beija o mar. - Meu amor dá-me do teu amor na magia e gemer da tua veste tolar.
A lua e o sol estão distante, mas nosso amor está em cada instante que vivemos.

Inserida por Jorge75capessa

⁠EU SOU ATEU E NÃO TADEU

Um ateu diria que Deus,
fez esse mundo tão mal feito,
de tal jeito que tão cheio de sofrimentos,
ficou envergonhado, acabrunhado.

E até hoje vive escondido no invisível vestido;
Talvez desapareceu…talvez morreu!
Assim para os cristão tudo se perdeu.

E o ateu? Eu Não sou judeu, Tadeu, Ageu, Temeu…
quem sou eu!? Eu sou aquele que sofreu…
aquele que nunca se perdeu ohhhh ohhh ohhh Isaqueu,
as tuas ideias raquíticas te tornam a teísta,
quanto a mim me tornaram sofista.

Protagonista e ateísta, podes crer nunca serei egoísta…
nunca, jamais, pois ainda que for na rádio mais…
assim verás que nunca serei capaz…
eu sou único ateu que procura a paz.

Inserida por Jorge75capessa

A ⁠FLOR AMARELA E A ESPADA

A Flor amarela
Entusiasmada e bela
A Espada cortando
O vento uivando
E uma voz murmurando
Atrás da janela
Pedindo por ela
Pra dar liberdade
A Flor amarela.

A Flor amarela nos traz alegria
A Espada é justiça
Que nos contagia
Matando a sede de quem a queria.

A Flor amarela tem grande poder
A Espada cortante
O guerreiro vibrante
De rosto pintado
Com a Espada na mão
Lutando na guerra
Com a Flor amarela
Fazendo aquarela
Em teu coração.

De Espada em punho
No vento uivante
A Flor positiva
Amarela constante
A Flor e a Espada
Na escuridão
Trazendo alegria
Ao teu coração.

A Flor e a Espada
É ação combinada
Levando esperança
Na longa jornada
Fazendo as pazes
Na guerra armada.

Espada de guerra
É justiça na terra
Cortando o vento
Na mão do guerreiro
A Flor no deserto
A Flor no canteiro
A Espada e a Flor
Espalha energia
Justiça e amor.

A Flor que encanta
É a Flor com espinho
A Flor por um dia
Na lata vazia
Trazendo harmonia
Ao corpo cansado
No barro molhado
Espalhando alegria.

A Flor
A Flor amarela se planta no chão
Rachado ou não
Com água irrigada
Ficando espalhada
Em teu coração.

A Flor mais bela
A Flor encantada é aquela
Que nasce na pedra
Na parte rachada
Mostrando que ela
Além de ser bela
É forte igual à Espada
De ponta afiada
Na mão do guerreiro
Na pedra ou no chão
Sem água ou não
Vencendo as batalhas
Do teu coração.

O poder da Espada
E a beleza da Flor
A Espada ofensiva
A Flor decisiva
Celebram a vida
Com paz e amor.

A Espada na cinta
A Flor no outeiro
O vento cantando
A chuva molhando
O soldado arrastando
O teu companheiro.

A Espada é justiça
A justiça usa a espada
Fazendo injustiça
De forma velada
Sorrindo
Zombando
Com a Espada na mão
A Flor na lapela
Mostrando que ela
Leva-te a prisão.

A Espada malhada
Forjada no fogo do céu
A Flor amarela
Colhida
Vendida
Plantada na pedra
Plantada no chão
Resiste ao ódio
Do teu coração.

A Espada é arma de guerra
No céu e na terra
A Flor amarela
É paz na favela
Colhida no beco
Acolhida na mão
Entregue ao vilão
Entregue ao soldado
Que entra armado
No beco apertado
Deixando um rastro
De sangue no chão.

Inserida por jorge_gomes_da_mota

⁠Em certa audiência de pensão
alimentícia, Almeida, o promotor de
justiça se indignou com o caso e disse
bastante revoltado:
– João Augusto, você não tem
vergonha? Vive bêbado, é violento e
não quer nada com a vida!
– Doutor... Doutor... – tentou interferir
o juiz, mas o promotor continuou:
– Vou pedir sua prisão, João Augusto!
Naquele momento todos olharam
entre si bastante assustados.
– Desculpe-me doutor, Almeida! Mas
João Augusto é a criança! – concertou o
juiz.

Inserida por jorge_gomes_da_mota

⁠CAVALO SOBERANO

Cavalo Soberano
Cavalo castanho
Onde tu estás?

Estava aqui
Estava ali
Estava acolá
Procurei-te aqui e lá.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo grisalho
Sai do orvalho
E vem para cá.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo pacato
Ás vezes ingrato
Pisava em mim.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo campeiro
Relincho cabreiro
Correndo pra lá e pra cá.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo ligeiro
Menino arteiro
Pulou o canteiro
E foi passear.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo moreno
De olhos pequenos
Me via de longe a ele chegar.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo ousado
Corria de lado
Com dentes cerrados
Ao ver o laço rodando no ar.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo humano rolando no chão
Descanso da lida
Descansa o peão
Cavalo sem era nem beira
Buscando a colheita em um carroção.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo aloprado
De cascos listrados
Correndo do tempo
No tempo parado.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo frenético não fica parado
Derruba o laço
E sai do curral
Olhando pra trás ele foge calado
Correndo deitado
Zombando de nós
Correndo ele sobe a ladeira
Pulando a porteira
Fazendo a poeira calar nossa voz.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo veloz
Correndo na estrada
Com carga pesada cuidando de nós
Era bonito de ver
A sua destreza e o seu proceder
Com cara tapada
As cordas amarradas
A crina voando de tanto correr.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Cavalo sabido
E bom companheiro
Além de matreiro
Ajuda o vaqueiro o gado tocar
Correndo ao lado
Vaqueiro deitado
No lombo arreado
Com laço armado
Quebrando cerrado
Querendo pegar o boi guzerá.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Ah... Se eu pudesse no tempo voltar
Reencontrar-te correndo no pasto
Te dar um abraço
E me desculpar.
Cavalo Soberano onde tu estás?

Inserida por jorge_gomes_da_mota

⁠LAGOA DA PRATA

Lagoa da prata
Na beira da mata
Molhando a estrada
Um homem pescando
Com a barra da calça dobrada
Andando descalço
Na margem molhada.

Lagoa da prata
Lugar de beleza sem igual
De águas azul cristal
Com margem larga
E uma pequena ilha no final.

Águas claras abundantes
Em meio ao cerrado extravagante
Abastece o Rêgo d’água no terreiro
Enche os rios
E mata a sede dos tropeiros.

Assim era a lagoa da prata
Hoje esquecida
Destruída
Deu lugar à plantação
Que secou as tuas águas
Fazendo rachar o chão
Acabando com a magia
Que tinha lá no meu sertão.

Inserida por jorge_gomes_da_mota

PORTAL DO TEMPO

⁠Na beira da estrada
A cancela fechada
O portão na entrada
Marcando o tempo
Marcando o chão
Era bem grande
O grande portão.

De um lado passava o tempo
Do outro o tempo voltava
O grande portão
Marcava o tempo
Marcava o chão
E a nossa parada.

Era meio sombrio
Ás vezes frio
Misterioso no meio da estrada
Marcando a jornada
O vento soprando
A chuva molhando a sua fachada.

Misterioso portão
Controlava o tempo
Cortava o vento
Voltava o tempo
Brincando com a nossa imaginação
Acabou o grande portão.

O progresso chegou
A tecnologia avançou
O portão destruído
O tempo perdido
Num só se tornou.

O tempo mudado
Ficou do outro lado
Fechando a porta do mundo
encantado.

Inserida por jorge_gomes_da_mota

⁠MUNDO NOVO

Foi no dia primeiro de janeiro
Do ano gêmeo
Já vou logo relatar
Um novo tempo chegou
Fazendo o mundo parar.

Tudo parecia combinado
Nós saímos do passado
Mas não tava preparado
Pra viver neste lugar.

Em fevereiro escolheu o carnaval
Pra trazer todo esse mal
Para nos atormentar.

Esse novo tempo
Trouxe como presente a pandemia
Mas não precisava tanta rebeldia
Pois já no primeiro dia
Entendemos que a vida
Tinha que mudar.

Muitos não quiseram acreditar
Inclusive o presidente
Que de forma intransigente
Incompetente
Inconsequente
Fez chacota da nossa gente
E fez o mal se espalhar.

A crise aumentou a fome da população
Famílias pobres vivendo do lixão
Recentemente eu mesmo vi na
televisão
Uma mulher pobre reclamando
Dando sua explicação:
– É daqui que eu como, bebo e visto,
não preciso mentir!

Vivemos um governo trapalhão
Pois o tal de capitão
Governando a nação
Deixou o povo se ferrar
E com leite condensado
Começou a governar.

Infelizmente o velho tempo findou
E o tempo novo acabou de chegar
Hoje temos que concordar
Em mudar os nossos hábitos
Viver distanciado
Presos em nosso lar.

Ah... Novo tempo
Tempo novo
Dá-me um tempo
Pois eu quero respirar
Á pouco tempo no passado
Num lugar bem sossegado
Vi o povo reclamar.

Daí pra frente
O culpado foi à gente
Que vivia indiferente
Sem querer se adaptar.

No mês de março a pandemia piorou
Já em abril a crise se agravou
Mesmo assim seguimos em frente
Acreditando num presidente
Que a crise amenizou:
– Não se distancie! Não use máscara! É
apenas uma gripezinha! Rá rá rá... blá
blá blá... Tá ok!

No fim do ano muitas mortes
acontecendo
Foi muito triste ver o povo todo
sofrendo
Vi muita gente enterrando seus
parentes
E o tal do presidente ao mundo
afirmando:
– E daí? Não sou coveiro, rá rá rá... Tá
ok!

Isso é revoltante
Mas tem gente que apoia
Acredita em conspiração:
“Vacina com chip”
“Vachina comunista”
“agrava aides”
E outras baboseiras mais
Dando ouvido ao capitão
Que com leite condensado
Sorri e zomba da nação.

Todos os dias
Passa na televisão
Milhares de mortes acontecendo
Esse é o preço que temos que pagar
Por causa de um governo
incompetente
Que diz pra nossa gente:
– Morra quem tiver que morrer, rá rá
rá...

A sua perversidade não tem fim
Não importa com a vida
Não preciso nem falar
Pois as tuas asneiras
Só estão a prejudicar
O trabalho da ciência
Para a cura encontrar.

Mas é com muita luta
Que os heróis da nação
Profissionais da saúde
Estão acima do capitão
Terminou o primeiro ano
Com boa atuação.

Com a esperança renovada
O povo se alegrava
Pois no braço
As primeiras doses
De vacina já entrava.

Os cientistas alertaram
Com muita preocupação
Mas, ignorantes
Não lhes deram atenção
Com a falta de empatia
Os hospitais enchia
Muitos morriam
Nos leitos
E no chão.

Com muito esforço
Chegamos ao ano 02
Foi bem pior que o primeiro
Com centenas de mortes
Afetando o mundo inteiro
É muito triste perguntar
Mas nós queremos saber
Oh insensível mandrião
Quanto vale a vida pra você?
Quanto vale capitão?

Inserida por jorge_gomes_da_mota

⁠GUERRA INSANA

A guerra foi declarada
De um lado a força desenfreada
Exterminando inocentes
Alegando emboscada.

Do outro lado a resistência
Suportando a guerra armada
Sonhando com a paz
Na guerra não desejada.

Muitos jovens se alistando
Pra defender a pátria amada
De armas não entendem
Mas se jogam de almas lavadas
Se espalhando pelos campos
Com armas empunhadas.

As crianças assistindo
Toda aquela confusão
Teus pais fugindo
Para dar-lhes proteção
Atravessando as fronteiras
Em busca de outro chão.

Enquanto isso acontece
O agressor reaparece
Comendo frutas no salão
Sorrindo ele anuncia
Diante da televisão
Que o ataque continua
Até que haja rendição.

O mundo todo assistindo
De ataduras nas mãos
Pois não pode interferir
Sem que haja retaliação
Nova guerra pode surgir
E exterminar a população.

O agressor enlouquecido
Pode apertar o botão
E lançar bombas de grande destruição
Para a guerra se espalhar
Jogando nação contra nação.

O agressor não é humano
Não tem alma
Nem coração
Deve ser interditado
Tirar de circulação
Resgatando assim a paz
Trazendo mais união.

Inserida por jorge_gomes_da_mota


PAZ É A PÁTRIA PINTADA COM TINTA DE SANGUE!

Veste de calma os mortais, a Paz, que por sobre a terra,
Às vezes o povo pensa que é somente a diferença!
Do tempo que não tem guerra, há quem ache que a Paz erra,
Já que o mundo tem terror!

Depois da fuga do branco, ao irmão ganha ódio o preto,
Nutriu as discórdias o negro com orgulho de patriotismo!
No ano 1975 uma civil guerra brota do coração sem civismo,
Em 2002, a guerra civil, chegou ao fim no 4 de Abril, haja paz!

Mas já me disse um vizir, “A Paz não vem da guerra,
Mas, perto da Fé e do Amor”, ódio, choro, mágoa e dor!
Sobre Paz, Amor e Fé em vários estudos meus,
Eu percebi que a Paz é uma das filhas de Deus!

“Tá no livro de Mateus que Jesus disse em sermão,
“Felizes sempre serão, os promotores da paz!
Com luzes angelicais Filhos de Deus os tais são”,
A Paz parece uma aurora que do centro eclode da luz!

Como dádiva recebida, quem vida tem vida traz,
Só tem o bem quem bem faz, quem faz o bem só traz bem!
E transforma a vida em um poema para a Paz,
É remédio pra ferida, de um coração machucado de guerra!

Não vem de fora pra dentro, mas vem de dentro pra fora,
No local onde ela mora, a Fé também tem seu leito!
O Amor encontra eito, pra semear grãos de afeto,
E é fato que neste teto angolano, viver é quase perfeito!

Inserida por Jorge75capessa


PAZ É A PÁTRIA PINTADA COM TINTA DE SANGUE!

A paz já serviu de tema, mesmo nas cavernas,
Pra livros, canções, discursos e aos diversos!
Pra campanhas, pra concursos feito de versos,
Pro teatro, cinema…de motivo foi, era centenas!

Mesmo singelo, inocente, ornatos; um poema,
Peço Miria Mãe nossa e a Deus, o Pai dos pais!
Pra merecimento, qualidade e com dotes divinais,
Dos céus enviar Santa Paz, a nov´Angola bigorna!

Em cada afago doado, que a glória de Deus dá vida,
Angola viveu décadas da sua história em guerra!
De 1961 a 1974, vede que agora se levanta nova era,
Contra o poder colonial português eis a nova esfera!

E, sob Sua bênção, eu faça um poema para a Paz,
É que a Paz é atributo, quando brota, amor nos traz!
Mil tributo merece, sempre que cuida, ela cresce,
Quando parte, deixa luto, o amor esfria e desvanece!

Em cada afago doado, que a glória de Deus dá vida,
Angola viveu décadas da sua história em guerra!
De 1961 a 1974, vede que agora se levanta nova era,
Contra o poder colonial português eis a nova esfera!

Quando fica, traz encantos, inspira cânticos nos cantos,
Que repousa sobre as vidas, três letras que, reunidas!
Gera risos, limpa prantos, parece etérea Princesa,
Ornada de ouro e prata, com voz que, em serenata!
Emoldura-se em beleza.

Veste de calma os mortais, a Paz, que por sobre a terra,
Às vezes o povo pensa que é somente a diferença!
Do tempo que não tem guerra, há quem ache que a Paz erra,
Já que o mundo tem terror!

Depois da fuga do branco, ao irmão ganha ódio o preto,
Nutriu as discórdias o negro com orgulho de patriotismo!
No ano 1975 uma civil guerra brota do coração sem civismo,
Em 2002, a guerra civil, chegou ao fim no 4 de Abril, haja paz!

Mas já me disse um vizir, “A Paz não vem da guerra,
Mas, perto da Fé e do Amor”, ódio, choro, mágoa e dor!
Sobre Paz, Amor e Fé em vários estudos meus,
Eu percebi que a Paz é uma das filhas de Deus!

“Tá no livro de Mateus que Jesus disse em sermão,
“Felizes sempre serão, os promotores da paz!
Com luzes angelicais Filhos de Deus os tais são”,
A Paz parece uma aurora que do centro eclode da luz!

Como dádiva recebida, quem vida tem vida traz,
Só tem o bem quem bem faz, quem faz o bem só traz bem!
E transforma a vida em um poema para a Paz,
É remédio pra ferida, de um coração machucado de guerra!


Não vem de fora pra dentro, mas vem de dentro pra fora,
No local onde ela mora, a Fé também tem seu leito!
O Amor encontra eito, pra semear grãos de afeto,
E é fato que neste teto angolano, viver é quase perfeito!

Inserida por Jorge75capessa