Crônicas de Amor
O Amor
O amor atravessou meu caminho no momento em que levantei minha cabeça e dei de cara com aqueles olhos que atravessaram minha alma e minha dignidade. Naquele momento entendi que ele era o meu complemento. Entendi que olhares dizem tudo. Entendi que o encaixe perfeito está na alma. Entendi que ao atravessarmos o deserto do outro, estamos perdidos de emoções. O amor é algo tão incerto e tão misterioso que não conseguimos distingui-lo com o da paixão. E só vamos entender com o tempo, pois nossos passos serão longos e árduos. Mas, no fim tudo será esclarecido.
Bem ou mal, amor ou ódio, vida ou morte, Deus ou Demônio, ou VOCÊ? Quem pode mais?
Menos: seria VOCÊ.
Exaltam de um Deus do bem, do amor e da vida. A grande maioria falsifica a sua personalidade coletiva em busca somente de ambição individual e maligna.
Se é o Demônio que domina o todo o mal, o ódio e talvez a morte, para que nesses pobres ter essa herança na mente?
Seria Deus também um Demônio ou são filhos de uma mãe Deus envolvida por um Demônio pai?
Todos qualificados filhos de Deus, protegidos por essa divindade.
Disputa da guarda...
Que poder esse Demônio possui que tanto os envolvem, ou desenvolvem ao nascer?
Se dizem Filhos de um Deus da perfeição; Repletos de defeitos cruéis, profundos e obscuros. Por que correr nas veias esse negativo DNA?
Se existe uma salvação desse tal Demônio, por que podem optar e escolhê-lo internamente?
O porquê dessa semente mal germinada ainda não sabem...
Que castigo infernal, impostos a esses meros filhos do mal! Seria apenas uma breve passagem mortal, com reversa devolução à sua terra natal e a seu pai anti-celestial.
Ímpios e puros sempre praticam e ofertam a paz. Pare de mentir para si. Não seja o dono da verdade e enxergará a suprema piedade necessitada, que nunca te admite a veracidade de toda a realidade.
Todos iguais, o planeta pede paz.
Salve sua alma enquanto há tempo no seu minimo tempo ou alimente sua vida de condenação.
A conexão entre as palavras “amor” e “amo” é mais do que uma curiosidade linguística; ela revela uma profunda verdade espiritual. Ambas derivam do verbo latino “amare”, sugerindo que a autoridade do verdadeiro Senhor não pode ser dissociada do amor e do serviço. Isso é visível no chamado de Jesus para que nos amemos e sirvamos uns aos outros:
“Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (João 13:34).
Aqui, Cristo, o Senhor supremo, nos exorta não apenas ao amor mútuo, mas também ao serviço, mostrando que seu senhorio é fundamentado no amor, e não na opressão. A palavra “amo”, com sua origem no amor, reflete o caráter do Senhor que, em vez de nos dominar com dureza, nos serve, cuida e se sacrifica por nós. Jesus não é um Senhor que oprime, mas um Senhor que ama a ponto de entregar sua vida (João 10:11) e lavar os pés dos seus discípulos, como um servo (João 13:14-15).
Essa semelhança entre “amor” e “amo” também ilustra a diferença entre a escravidão física e a escravidão espiritual. Enquanto a opressão do “amo” humano poderia ser tirânica, o “amo” divino, Jesus, exerce seu poder com o mais puro amor, chamando-nos a servir uns aos outros, assim como Ele nos serviu (Marcos 10:45). Ele nos convida a sermos escravos do amor, onde o Senhor nos guia com liberdade, nos libertando da verdadeira escravidão do pecado (Romanos 6:18).
Quando Cristo nos manda amar e servir uns aos outros, Ele não apenas nos ordena a viver em harmonia, mas nos revela que o próprio sentido de liderança, de ser “amo”, está enraizado no amor e no serviço. Somos, assim, chamados a sermos senhores de nosso próximo com o mesmo amor e espírito de serviço com que Cristo nos amou e nos serviu (Gálatas 5:13). O governo de Jesus é o do amor e da servidão voluntária; aquele que verdadeiramente ama, governa com justiça, misericórdia e serviço.
Essa é a essência do versículo: amar e servir uns aos outros, como o Amo nos ama e nos serve.
“De que vale o amor, sem o pão e o vinho?”
Essa frase, árida como um deserto, me encontrou no fim do meu primeiro casamento.
Ela expôs meus erros diante do meu fracasso, revelou minha imaturidade,
Como um espelho que reflete mais do que queremos ver.
Agarrei-me a ela como quem tenta decifrar um enigma,
Pensando que o pão — caráter, sustento, proteção —
E o vinho — carinho, prazer, cumplicidade —
Poderiam bastar para sustentar o amor.
Mas o vazio permanecia, como um eco em um coração partido.
Foi então que, cansado de buscar respostas, cheguei à conclusão:
“É possível viver muito bem sem o amor, mas não se pode viver somente dele.”
Essa constatação parecia racional, mas não resolvia a dor que habitava em mim.
Foi então que Jesus, com Sua misericórdia, me encontrou.
Ele me mostrou que o amor verdadeiro não é sustentado apenas por pão e vinho terrenos,
Mas nasce do pão de Seu corpo e do vinho de Seu sangue.
Onde, através da Sua Nova Aliança, o Seu Espírito Santo preenche nossas limitações,
Nos completando dia a dia e imprimindo em nós traços do Seu caráter único.
Na cruz, Ele expôs meu orgulho e minhas tentativas falhas,
E provou o amor mais puro ao se entregar por mim.
Até a morte, morte de cruz.
Um amor que não cobra, mas que redime;
Que não aponta erros sem oferecer graça.
Hoje entendo que o amor verdadeiro não se prende às limitações daquilo que podemos dar.
Ele é paciente como o nascer do sol, bondoso como a chuva sobre a terra rachada.
Não guarda rancores, não exige retorno, não se quebra diante de falhas.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera.
Esse amor, que nunca perece, é maior que as feridas do passado.
É o amor que transforma erros em aprendizado,
Fracassos em novas chances, imaturidade em crescimento.
E, acima de tudo, é o amor que nos completa em Jesus,
Onde o pão sacia a alma e o vinho rega o espírito.
Assim, apresento a você o verdadeiro amor:
Aquele que não falha, que não se esgota,
E que nos sustenta para sempre.
A Gestão do Amor
Como em uma corrida de F1,
Recebem meu coração como troféu
E classificam-se as que vencem.
O destaque do pódio lhes pertence,
Por velozmente permanecer até o final.
Mas isso não muda o fato,
De que, hoje, irrelevantes e desclassificadas,
As anteriores presentes
Estiveram lá, correndo bem ou mal.
A medicina cura o corpo. A psicanálise cura a mente. Mas só o amor de Jesus cura a alma; e a cura da alma restaura o corpo e a mente.
A alma não é imortal? Como pode ser ferida?
A alma sente onde está ligada, como o cérebro sente o que acontece ao corpo.
Portanto, corpo curado não garante mente curada; mente curada não garante alma curada.
Se a alma sente onde está ligada, ligue-a a Cristo!
HANIELY ROCHA
Eu vi que era amor
Quando meu mundo estava se convertendo,
Até tentei fugir
Mas no frio estava me aquecendo.
Diante da Realidade
Nunca pensei em tantas bestagem
Como essas que estou vivendo.
E depois de uns seis anos
Eu voltei a escrever
Até parece estranho
Mas vou contar procê
Buscaram minha melhor fase
E logo após tanta maldade
Eu consegui florescer
Isso é só o começo
De tudo que está por vir
E de antemão declaro
Para que todos possam sentir
Que hoje eu tô é bem
E o que agora me convém
É que vivo bem por mim.
Cansei de me preocupar
Com todas essas fofocas
A opinião dos zotos
Já não mais a mim importa
Pois tudo que é ruim
A minha alma não suporta.
Jesus morreu na cruz por amor a você. Ele levou o peso dos teus pecados para que você tivesse perdão, liberdade e uma nova vida.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)
O amor que dura é mais do que afeto é uma aliança espiritual.
Em Eclesiastes 4:12 está escrito:
“O cordão de três dobras não se rompe com facilidade.”
Quando Deus é a terceira dobra, o amor não apenas sobrevive ele floresce com propósito eterno.
A aliança que nasce Nele arde com fidelidade, perseverança e sacrifício santo.
"Aliança ardente e eterna"
Não é só amor, é aliança selada,
com promessas que não se apagam na madrugada.
É fogo que não depende do tempo,
é decisão firme, mesmo contra o vento.
É saber dizer “sim” quando é mais fácil fugir,
é escolher amar quando o mundo manda desistir.
O amor segundo Deus não se baseia apenas em sentimentos passageiros, mas em aliança. Em Cantares 8:6 está escrito:
“O amor é forte como a morte;
o ciúme é inflexível como a sepultura.
As suas brasas são fogo ardente,
uma chama do Senhor.”
O verdadeiro amor arde porque vem do Senhor. Ele não se apaga com o tempo, pois é sustentado por propósito eterno.
O Oleiro divino não desperdiça dor. Ele molda de novo, com amor. Ele não apenas reconstrói o vaso — Ele transforma a essência. Aquela ferida que parecia te destruir, Deus usará como lugar de testemunho.
"Como o barro na mão do oleiro, assim são vocês nas minhas mãos, ó casa de Israel."
Jeremias 18:6
É sua, é
minha... É dor, de amor.
Cabe a nós
pensarmos em algo que nos abrigue a mente e de fato nos faça reagir ao sombrio
da dor. Pelo que deixa minha alma embasbacada pelo não compreender da traição,
e com meus botões fico a relutar, como posso tão nefasta sensação e desprezível
sentimento retrair minha mente no não merecer perdoador?
Todas as
lágrimas não apagarão jamais minha sombra de angústia, as palavras não serão de
prolongar algum capaz de amenizar as feridas do meu eu, e porque me dizer
perdão, se perdão não vem de mim? Perdoar é santo e santa no momento está longe
da minha condição humana.
Muitas águas
sobrevirão, e milhares de casos se repetirão, mas jamais será normal, não será
aceitável e feliz desdenhar do amor, como se as mudanças negativas da sociedade
hipócrita e mentirosa venham acessar minha vida e tirar de mim o direito de ser
antiquada sim, infeliz pela felicidade da nação de modo algum.
Cabe a nós não
permitirmos deixar acontecer, mas caso aconteça, não nos é correto fingir
entender a farsa da traição e desmedir a realidade de que quem ama também pode
facilmente trair e pedir desculpas.
Sou dona da
minha razão, sou eu quem decide se fico ou se não, quem é você para decidir de
mim e fingir assim?
Não sou dona
do que sente o coração, agir irracionalmente me faz ser chocante e buscar
dentro da dor a solução para o que não pode ser explicado.
Bom, diante de
tanta indecisão, me resguardo no meu eu para tentar uma possível reabilitação e
por fim, continuar vivendo, pois quem não vive não tem coração.
Definho-me no
meu âmago e me detenho de uma dose de sabedoria, me permitindo ser forte e
caminhar rumo a mais uma jornada, porque este é o verdadeiro sentido de viver.
E nada, jamais
poderá ser explicado sem antes ser, vivido, sentido, chorado!
Escrito e
dedicado à Sarah M. C. Andrade
Autora:
Érwelley C. de Andrade (ALB/bsb).
27/05/2011
O que dizer do amor? Este amor que nos invade a alma e domina o coração.
Arrepia todo o corpo e faz sofrer de ilusão.
Amor que nos faz rir, suspirar e faz chorar.
Amor de ilusões, de paixões e de amar.
Transpassa o corpo, arrepia a pele, faz palpitar o coração.
Refletido num sorriso, numa lágrima caída.
Amor que invade que domina que machuca, me fascina, mas não posso o amor deixar.
O amor é minha sina, e viver sem amor não dá.
É sua, é minha... É dor, de amor.
Cabe a nós pensarmos em algo que nos abrigue a mente e de fato nos faça reagir ao sombrio da dor. Pelo que deixa minha alma embasbacada pelo não compreender da traição, e com meus botões fico a relutar, como posso tão nefasta sensação e desprezível sentimento retrair minha mente no não merecer perdoador?
Todas as lágrimas não apagarão jamais minha sombra de angústia, as palavras não serão de prolongar algum capaz de amenizar as feridas do meu eu, e porque me dizer perdão, se perdão não vem de mim? Perdoar é santo e santa no momento está longe da minha condição humana.
Muitas águas sobrevirão, e milhares de casos se repetirão, mas jamais será normal, não será aceitável e feliz desdenhar do amor, como se as mudanças negativas da sociedade hipócrita e mentirosa venham acessar minha vida e tirar de mim o direito de ser antiquada sim, infeliz pela felicidade da nação de modo algum.
Cabe a nós não permitirmos deixar acontecer, mas caso aconteça, não nos é correto fingir entender a farsa da traição e desmedir a realidade de que quem ama também pode facilmente trair e pedir desculpas.
Sou dona da minha razão, sou eu quem decide se fico ou se não, quem é você para decidir de mim e fingir assim?
Não sou dona do que sente o coração, agir irracionalmente me faz ser chocante e buscar dentro da dor a solução para o que não pode ser explicado.
Bom, diante de tanta indecisão, me resguardo no meu eu para tentar uma possível reabilitação e por fim, continuar vivendo, pois quem não vive não tem coração.
Definho-me no meu âmago e me detenho de uma dose de sabedoria, me permitindo ser forte e caminhar rumo a mais uma jornada, porque este é o verdadeiro sentido de viver.
E nada, jamais poderá ser explicado sem antes ser, vivido, sentido, chorado!
De repente, assim sem esperar, bem coisa de destino um certo anjo aparecerá, o amor falará mais alto e tudo será magicamente explicado. As razões não precisam ser explicadas, apenas aceitas conforme manda o coração. Os passos que nos faz retroceder são os mesmos passos de aprender, tais lições que a vida singela ou bruscamente nos traz. As pedras tendem a se encontrar, quem dirá um amor quando está escrito nas estrelas para acontecer!
Em homenagem a minha amiga" Jéssica Silva"
É assim que deveria ser....
Ao redor de tantos que imaginam o amor como a esperança de dias melhores,
devo rasgar as minhas vestes e me deparar com o desejo profundo da minha em favor desta demonstração de carinho, de cuidado, de confiança.
Não é da riqueza que viveremos a felicidade para todos, não é de poder humano que venceremos as guerras, não é de egoísmos que faremos valer nosso direitos e jamais será com desumanidade que veremos o amor vencendo o ódio.
Os passos são contados, mas não deveria ser assim, as horas são regradas, mas não convém que seja assim, os dias são todos iguais para tantos, mas... Poderia ser enfim...
Melhor vividos, melhor entendidos, mais emotivos, com maiores aventuras, deveria e poderiam ser mais valiosos como um todo.
Viver é um dom de DEUS, vencer faz parte do humano, crescer e multiplicar-se é a humanidade, sofrer é apenas uma consequência, e porque não amenizar tais negligências?
Perguntas? Claro! Todos somos cobertos de perguntas sem respostas, no entanto a vida ainda sim precisa ser continuada, não pode parar de maneira nenhuma!
Deveria ser, poderia ser, precisa ser, ser mais afável, mais acessível ao todo, gerar mais paz do que conflitos, querer mais amor do que guerra, envolver-se de paixão ao invés de solidão!
Em minha mais absoluta e profunda gota de enxergar a vida com os olhos do coração, entendo que o amor é a chave de toda a questão, suplico todos os dias com a voz silenciosa das minhas palavras que talvez pouco serão lidas, mas quando lidas podem ser entendidas por aqueles que também enxergam no seu mais absoluto jeito de amar.
Doar é melhor que receber, limpar é melhor do que sujar, romper barreiras é melhor do que criá-las, vencer o medo é possível, mesmo o pior dos pesadelos.
Encontrar saídas para as problemáticas mais infundadas ou simplesmente fazer uma criança sorrir. Isso é encher-se de amor!
Deveria ser assim, quando as convicções humanas levam os mitos pra uma realidade que só gera sofrimento, quando pensamos formar homens formados, formamos monstros, quando não conseguimos através da face do outro, ver o coração doente, quando nosso eu nos engana e nos faz chorar, quando somos pegos de surpresa pela morte e o fim é certeza de tudo...
É assim que deveria ser quando podíamos ter aproveitado mais o abraço do nosso amor, quando quereríamos ter podido sentir mais o calor do nosso próximo, do nosso irmão, que agora, não mais é, senão uma lembrança do que poderia ter sido mas não foi permitido.
A natureza é livre, a beleza é incrível, nossas crianças são o fruto deste amor infindável, são a presença de Deus em cada olhar, em cada voz, em cada grito de socorro, em cada apelo do povo.
Acumular e porque não dividir? Copiar e porque não inventar? Chorar e porque não chorar? Por amor, de emoção, sem razão, de coração!
Amor, amor amor, é a razão, é o passo inicial para qualquer solução.
É assim que deveria ser, se eu não sentisse que sou você e necessitasse de ser eu mesma, sendo ainda você dentro do que de mim jamais seria se não fosse o que deveria ser!
O amor me justifica, o amor me qualifica, o amor me edifica e fortifica.
O amor é meu querer, o amor é meu dever, o amor é dom divino, o amor é envolver.
O amor me enobrece, o amor me fortalece, o amor me encarece.
O amor é meu dilema, o amor é meu poema, o amor é meu sonhar é também meu levantar.
A paixão me faz querer, a paixão me faz correr, a paixão me enlouquece a paixão me faz sofrer.
A paixão é meu suspiro, a paixão é meu resmungo, a paixão é a libido, a paixão é meu sentido.
A paixão me faz voar, a paixão me faz pairar, a paixão me faz sorrir e faz chorar.
A paixão é pesadelo, a paixão é meu segredo, a paixão me faz pequeno, a paixão é meu veneno.
A paixão me dói na alma, a paixão me alicia, a paixão me faz pecar, a paixão me faz errar.
A paixão me tira o amor, a paixão me enfraquece, o amor se faz presente, a paixão me faz demente.
O amor é um presente, a paixão é uma vertente.
...E eu, quem sou?
Pra onde vou, porque restou de um grande amor, tamanho horror?
Sim meu senhor, não sou ninguém, sou nada além, de um perdedor.
Por onde vou, porque sangrou meu coração, por tal lembrança, por esta herança de solidão?
Não sei dizer, se sou o amor, quem sabe a dor, de maquinar, a ilusão.
E eu, quem sou?
Deitado aqui, nas folhas secas, em frente o lago, sentindo frio.
Serpente escura, anjo de luz, fagulha e cruz, um arrepio.
Por quantos sou, se sou por quem, sou nada além, do ar sem som.
Planejo ver, me ouço ler, começo a ir, convoco o dom.
A brisa grita, meu olho irrita, me faz chorar, meu céu se esconde, a alma invade,
meu caminhar.
E eu, quem sou?
Sou vida e morte, a sina, o corte, ferida aberta, a maldição.
Conciso e seco, repleto e oco, refém do medo, do coração.
Refaço o mapa, revejo as falas, a conclusão!
Foi planejado! Fui rabiscado, e não nascido, fui iludido pensando ser... Sofreguidão.
Hoje só quero Te agradecer, Senhor!
Por tanto amor, tanta dedicação e paz.
Por tantos milagres diários, tantos amigos,
Tantas realizações.
Um certo tempo atrás, eu cria que vitória estava ligada
a um grande acontecimento.
Hoje sei que vitória é como uma cortina, que tecemos ao longo da vida...
Com dedicação, fé, determinação, amigos" amor e lealdade.
Mas por vezes agimos de forma impensada e apenas reclamamos quando algo
Não funciona, batemos, nos irritamos, choramos...
Mas, e todo o conquistado? E toda a parte tecida? Não conta?
Sim! É preciso erro para que haja acerto, não somos perfeitos.
Somos humanos, somos coração e Deus nos ama seja como for,
Ele nos segura nos braços, mesmo quando não sentimos,
É bem naqueles momentos que mais reclamamos, nos irritamos e choramos,
Estamos sendo carregados nos braços do Pai.
Ele nos aconchega, nos repreende porque nos ama, nos alimenta porque necessitamos do Seu Amor Imenso.
Por tudo e por sempre. Obrigada, Senhor!
Deus seja louvado!
