Cronica Escolas Gaiolas Escolas Asas Rubem Alves
Me pego perdida em momentos passados talvez vividos ou muitas vezes sonhados. É quando percebo que muitos foram os sonhos, fantasias de uma mente sonhadora ou de uma criança no corpo de adulta. O que se sabe sobre os sonhos? Sao muitos que sonham em ter fazer querer comprar realiazar chegar parar estar voltar ir comecar recomecar concretizar desistir somar dividir e dar mas poucos muitos consegue o que nos resta é sonhar.
A noite sucede o dia e o passar das horas é o maior tribunal que existe no Universo. O julgamento é nosso e a pena é proferida por nós mesmos. O cumprimento se dá no decorrer de cada segundo, na distância que a sucessão deles se dá, cada vez mais denso, largo, demorado. Nao ha disfarce que esconda as marcas da eterna lembrança da causa e efeito.
O absurdo afigura-se mais transcendente que o paraíso, embora o seja também. É deste lugar que falo o tempo todo, de onde viemos e para onde vamos e agora estamos. Aqui há luz, basta ver. Aqui está a paz, basta sentir. Aqui também há amor, é só entrar. Estamos diante do Universo de Deus. É de arrepiar!
A Árvore da Vida está plantada dentro de nossa consciência. Ela nos avisa que somos eternos, que a paisagem a contém para todo o sempre eis que Centro da Existência e farol que norteia o "para onde vamos", "de onde viemos" e "onde estamos". Em Verdade ela nos diz : Eu sou o Criador!
Gosto de observar as cores do céu quando estou com você e faço questão de memorizá-las. Assim, quando penso em ti, sempre tenho em mente os tons mais lindos que possam existir. Penso em cada momento que já passamos juntos e como são valiosos para mim. Penso em teu sorriso, ah, que sorriso lindo! A cada pôr do sol um novo sentimento, um novo tom, uma emoção indescritível, uma magia imensurável. A cada amanhecer radiante e colorido, o mesmo que presenciamos há poucas horas, agradeço à vida por ter me apresentado algo belo como o nascer de um novo dia.
A vingança é algo tão involuido que passamos adiante. O ódio, o ego, o poder e o enriquecimento fazem parte do capítulo da existência que perece - deixemos pois virarem pó. Apercerber-se do que parelha o milagre de estar consciente e aqui; ver cada tipo de cor, flor, atitude de amor e as outras também... quem sabe se esbarrar com Deus. Bem, isso é viver.
A educação dos filhos está proximamente relacionada a princípios e a aplicação dos mesmos pelos progenitores. Independentemente da cultura na qual a família está inserida, princípios e normas regem as condutas dos filhos, de acordo com a tradição convencionada por essa instituição. Em civilizações asianas, onde o idoso é tratado em alguns casos como uma pessoa de merecida veneração, ocorrendo uma eventual desveneração, esse ato configurar-se em uma conduta antissocial, acarretando consequentemente em uma reprovação da família e a posteriori da sociedade. O mesmo ocorre na civilização ocidental, predominantemente de confissão cristã que, por meio das famílias, busca-se fundamentar a educação de acordo com os princípios do cristianismo.
Toda educação que se dissocia dos princípios norteadores do cristianismo, fundamentados no amor a Deus, aos pais e ao próximo, não pode ser confundido com ética social cristã, pelo contrário, a mesma é considerada uma educação reprovável e inadequada para a formação de um indivíduo ocidental.
O direito dos pais em educar seus filhos está relacionado ao direito natural, sendo indisponível e inalienável ante quaisquer pretensões de terceiros. Esse direito é assegurado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu artigo 26, inciso III, garantindo aos pais a prioridade do direito de escolher o gênero de educação a dar aos seus filhos (ONU, 1948).
Os valores éticos e morais naturalmente passados de progenitores aos seus descendentes não podem ser considerados como que propriedades coletivas, como que objetos de escárnio ou de discriminação, mas resguardados por normas e pela ética social. Portanto, faz-se imprescindível a liberdade dos pais em relação aos filhos no que tange à forma mais adequada – por eles já tradicionalmente constituída – de incutir em suas personalidades os valores éticos e morais alicerçados em suas convicções sejam elas filosóficas ou religiosas.
É de consenso universal que a família tem sido em todas as épocas e culturas um núcleo social essencial na evolução das civilizações. Sem essa entidade, seria impossível a subsistência da raça humana. Partindo deste pressuposto, de que é essencial a preservação da família tradicional, sua liberdade de instituir valores e a ética no convívio do lar, é inconcebível que o Estado venha impor uma nova ética antagônica. Mesmo que essa interferência estatal seja em nome dos direitos humanos, visando este ou aquele grupo minoritário.
Na visão da ética cristã, por exemplo, a educação dos filhos está fundamentada em princípios bíblicos, não sendo admissível outro fundamento. Indo de encontro à ética cristã, vê-se hodiernamente, em nome do combate à discriminação de gênero – discute-se muito sobre a semântica desse termo – vem sido posto a contestações a verdadeira constituição da família que, tradicionalmente e dentro da ética em questão, é constituída pelos progenitores e sua prole.
O núcleo familiar, formado a partir da união entre homem e mulher e, segundo os padrões éticos prevalecentes na sociedade brasileira, não pode estar à mercê de uma ideologia qualquer, de um partido ou de um grupo ativista. A instituição família tem seu direito universal reservado, uma lei escrita no coração, reconhecida pela razão do homem, um direito distinto do direito positivo de qualquer Estado.
Diante da pluralidade religiosa, de seus conflitos doutrinário e do ateísmo ativista, bem como das ações ateístas dissimuladas. O Estado deve, por sua vez, garantir essa pluralidade e a liberdade da pessoa em ser ou não ser religioso, em harmonia com a Constituição Federal, promovendo assim a paz social entre seus cidadãos.
Importa afirmar que as raças e o racismo são invenções recentes na história da humanidade, pois qualquer historiador pode observar que a escravidão – associada hodiernamente ao fator preponderante que levou o afrodescendente a ser discriminado – por exemplo, era consequência de guerras perdidas. Ou seja, o perdedor tornava-se escravo do vencedor, independentemente de sua cor ou religião.
Muito se discute a respeito da verdadeira religião, mas não é a pretensão deste pensamento definir qual seria a lídima religião, mas como os homens têm se comportado em sociedade quando encontram o contraditório religioso e, além desse conflito, a discriminação “racial” associada a esse sentimento agravando ainda mais as relações entre os desiguais. SOMOS TODOS DA MESMA RAÇA!
Entende-se que o amor Ágape – ratificando, sentimento sem interesses egocêntricos – seja a capacidade dada por Deus, em seu Filho Jesus Cristo, para um propósito divino em se fazer o bem independentemente das circunstâncias e de quem esta sendo beneficiado. O amor Ágape ou esta capacidade de amar dá condições, por exemplo, de uma pessoa amar seu próprio inimigo. Não somente de tolerar ou perdoar, mas de amar! De fazer o bem mesmo tendo algum prejuízo próprio do agente. Por essa razão, mesmo tendo atitudes que caracterizam uma boa ação (não possuindo o indivíduo essa capacidade) se torna algo fútil no âmbito espiritual, pois o objetivo que visa beneficio-próprio não poderia associar-se ao amor Ágape. Creia-se que o que diferencia o amor Ágape dos demais (amores) é a origem e o objetivo do mesmo. Enquanto o Ágape tem origem diretamente divina os outros têm origem na natureza humana, na sua condição natural.
Nem mesmo a ciência tem condições de alcançar a plenitude do conhecimento do amor Ágape. Quiçá a filosofia possa discorrer proximamente sobre esse amor: Usando de analogia, a entrega incondicional da mãe para com o filho visando seu bem estar mesmo em detrimento do seu, poderia aproximar-se do amor Ágape? Nesse mesmo sentido, seria um sentimento benigno seguido de obras que promove o bem estar de um ente querido com a perda da vida ou parte dela (renúncia) de quem cultiva esse sentimento?
A arrogância e a prepotência nunca foram boas conselheiras, estamos vendo ai o que aconteceu com uma Presidente que não quis ouvir ninguém, teimosa, orgulhosa. E nos mostra que até os maiores castelos, os que se acham com suas fortalezas imbatíveis, podem com uma falha de estrutura virem a ruir. O foco do momento é o Impeachment, mas e quantas e quantas vezes isso não acontece na vida de várias pessoas? que se acham e se colocam acima do bem e do mal, que acham que podem fazer o que bem querem? Pois é, nunca subestime certas regras da vida, uma delas que não tem mal que fique impune, e outra nunca subestime o inimigo por mais pequeno que seja, essa lição vemos na natureza, onde uma pequena formiga como a Lava Pés, pode derrubar um homem num piscar de olhos e matá-lo. Muitas pessoas por ai, porque tem uma condição de vida mais avantajada que outras se acham no direito de passar por cima de quem quer que seja. Mas a lei divina nunca falha, e pode mostrar da pior forma sobre questões de humildade e dignidade. E como diz o ditado o mundo é redondinho e dá voltas, por isso cuidado com a arrogância, já presenciei vários castelos e fortalezas que tombaram e vieram ao chão. Reflitam. Cristina Alves
Talvez alguém que possa horrorizar-se pelo saudosismo quanto ao Regime Miliar no Brasil por alguns brasileiros....mas fatos são fatos. Havia menos liberdades? Sim, havia. Mas o que o brasileiro faz hoje com sua "liberdade" trancafiado em seu luxuoso apartamento? Que liberdade ele tem ao passear com sua família em um parque ao anoitecer? Que liberdade ele dispõe em saber que pode ser taxado de fascista por este governo imoral ao expor sua opinião com base em princípios morais adquiridos em sua sofrida educação familiar? Que liberdade é essa? Liberdade para ofender? Liberdade para perseguir os "ultraconservadores" e "fundamentalistas"? Que liberdade é essa que tanto pregam em nome da democracia?
