Críticas

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Ciúmes, inveja colorida,críticas e perseguição... São farinha do mesmo saco... Ser feliz com a felicidade dos outros é escolher o seu melhor lado. (MORGAM PRONAIA )

Jesus foi tentado, pressionado, perseguido, odiado e criticado pelas lideranças judaica e politicas e não pecou, porque Se entregou nas mãos de Deus.

Combata toda forma de crítica, cuja boca não tem soluções, princípios, valores, apreço pela educação e pelas verdades.

A crítica é o relógio da auto-destruição:
quanto mais se ouve, mais perto está de grandes danos.

Pessoas que lhe criticam é sinal de dois sintomas:
a sua luz também está apagada ou ela incomoda aqueles que estão nas trevas.

Quem passa pano para suas falhas de caráter não é seu amigo, quem só critica suas falhas também não. Mas aquele que estende a mão para te despertar e evoluir, esse sim, você deveria valorizar.

Toda a vossa crítica sobre mim é natural, pois muitos edificaram a própria identidade à minha sombra; porém, esqueceram-se de que também sou feito de falhas, de histórias não contadas e de um passado que me antecede e me define. Furucuto, 2026.

“Toda a crítica que não obedece a um princípio ético deixa de ser crítica e passa a ser uma ofensa à integridade do outro ser.” Furucuto, 2026

⁠Na hora de criticar só precisamos de um impulso nervoso, mas na hora de elogiar nossas cordas vocais ficam travadas.

Crítica é a busca do melhor senso, da sanidade, da coerência, do discernimento,
da justiça...

"A falta de questionamento e de crítica descredibiliza as convicções dos crentes."

Poema "O Molusco" , uma crítica política marcante


O Molusco quer ser eterno,
A Morte dele foge;
O Molusco está com o inferno,
De muito ódio ele arde!⁠

O Orgulhoso quando criticado se preocupa mais com a desculpa do que com a analise.

Muitas vezes,
o que estraga a critica construtiva
é a sua intenção destrutiva...


E talvez...
seja por isso...
que fico com um pé na frente
e outro atrás diante das pessoas
que têm o antipático hábito
de criticar...
✍©️@MiriamDaCosta

Critica-se a Lei Rouanet em nome de uma suposta “indignação ética”, sem sequer compreender que ela não é esmola,
não é “dinheiro dado a artistas”,
mas um mecanismo de renúncia fiscal , dinheiro que já sairia do bolso público e que passa a ser direcionado, com regras, para cultura, educação simbólica, memória e pensamento crítico.


Os mesmos que se arvoram como “cidadãos do bem”:


receberam auxílio emergencial indevidamente,
vivem de benefícios estatais históricos,
defendem privilégios corporativos (militares e suas viúvas e filhas eternamente pensionistas),


e jamais questionam isenções fiscais bilionárias concedidas a bancos, igrejas e grandes empresas.


A indignação, portanto, não é moral , é seletiva.


Ela escolhe alvos simbólicos fáceis: artistas, intelectuais, escritores e produtores culturais vários.


Porque cultura incomoda, questiona, expõe contradições, desorganiza certezas e encenam a história que tentam apagar.


Não se trata de repúdio ao uso do dinheiro público.
Trata-se de repúdio àquilo que pensa, cria e revela.


Em resumo:
Não odeiam o Estado beneficiador,
odeiam o Estado quando ele não os beneficia diretamente; e odeiam ainda mais quando ele financia ideias, sensibilidade e pensamento crítico que são contrários às próprias ideologias politicas, religiosas e culturais.
✍©️@MiriamDaCosta

Já recebi inúmeras críticas por questionar o DINHEIRO X FELICIDADE!!!
Muitos acham que não gosto do dinheiro, como estão enganados, acho o dinheiro muito importante, precisamos dele para sobreviver, o que não me conformo é acharem que vão ser felizes por terem muito dinheiro!!!
PS: Quem tem e usa o que tem, tem, quem tem e não usa o que tem, não tem!!!

"Se a crítica te derruba e o elogio te exalta, ainda há imaturidade. A verdadeira maturidade chega quando você deixa de ser conduzido pela opinião das pessoas e passa a ser guiado pela sua essência, firmada no seu Criador. Quem conhece sua identidade em Deus não vive para agradar aos homens, mas para cumprir seu propósito."

"AS CRITICAS PROCEDENTES SÃO MELHORES QUE OS ELOGIOS SÓ PARA AGRADAR, AS PRIMEIRAS PERMITEM A NOSSA CORREÇÃO, OS SEGUNDOS NADA ACRESCENTAM". Ademar de Borba

⁠O #clubedosidiotas tá cheio de espertalhões... Vem sempre com críticas, oferecendo soluções depois dos fatos consumados... São oportunistas trazendo a receita, depois do bolo pronto.

SÃO JORGE E O DRAGÃO. ESTUDO TEOLÓGICO.
A abordagem histórico crítica teológica exige separar com método aquilo que pertence ao fato documentável, ao desenvolvimento da tradição e ao conteúdo doutrinário que a narrativa pretende transmitir.
Comecemos pelo núcleo histórico.
São Jorge aparece nas tradições mais antigas como mártir cristão, possivelmente um oficial do exército romano executado por volta de 303 sob o governo de Diocleciano. Esse período é bem conhecido pela intensificação das perseguições contra cristãos. Contudo, os registros contemporâneos são escassos e não apresentam detalhes biográficos extensos. O que se tem é uma memória devocional primitiva, centrada no martírio, não em feitos fantásticos.
Agora, o desenvolvimento da tradição.
A narrativa do dragão não pertence ao século III, mas emerge muitos séculos depois. Sua forma clássica se consolida na Idade Média, especialmente na Legenda Áurea. Essa obra não é um documento histórico no sentido moderno, mas uma compilação de vidas de santos com finalidade edificante. É essencial compreender que, no medievo, a hagiografia utilizava elementos simbólicos, maravilhosos e até míticos para expressar verdades espirituais. A distância temporal entre o suposto fato e sua redação já indica tratar-se de construção literária e teológica.
Passemos ao crivo histórico crítico.
Não há evidência arqueológica, documental ou testemunhal que sustente a existência de um “dragão” real enfrentado por Jorge. A crítica histórica identifica nessa narrativa uma assimilação de motivos mais antigos, inclusive pré cristãos, como mitos de heróis que derrotam monstros. Esse processo de incorporação era comum na expansão do cristianismo, que reinterpretava símbolos culturais existentes sob nova ótica religiosa.
Agora, o plano teológico propriamente dito.
O dragão é uma categoria simbólica profundamente enraizada na tradição bíblica. No Apocalipse, ele representa o mal, a oposição a Deus, a corrupção espiritual. Assim, quando a tradição medieval apresenta Jorge vencendo o dragão, não está descrevendo zoologia, mas teologia narrativa. Trata-se de uma dramatização da vitória da fé sobre o pecado, da verdade sobre o erro, da ordem divina sobre o caos moral.
Há ainda um elemento pastoral importante.
A figura de Jorge salvando uma cidade e libertando uma princesa não deve ser lida como crônica factual, mas como pedagogia espiritual. A cidade simboliza a coletividade humana. A princesa representa a alma ameaçada. O dragão encarna as forças que escravizam. E o santo surge como modelo de virtude ativa, coragem moral e fidelidade religiosa.
Conclusão dentro do rigor.
Historicamente, Jorge é um mártir plausível, embora pouco documentado. Criticamente, a lenda do dragão é uma elaboração tardia sem base factual. Teologicamente, porém, ela possui coerência interna e função formativa, expressando em linguagem simbólica aquilo que a tradição cristã sempre ensinou em termos doutrinários.