Cristianismo

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Defender o cristianismo é defender o direito de viver a fé com liberdade, consciência e convicção.

"A grande maioria se perde achando que o cristianismo é uma religião de templos, quando na verdade é uma religião de serviço."

Sou cristão mas vejo que muito cristão pratica iniquidade, de não praticar o cristianismo.

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A pessoa acredita que o Cristianismo distorce a natureza de Deus ao tratá-lo como algo externo e separado do ser humano, exigindo arrependimento. Para ela, Deus não é um ser que cobra ou compete, mas sim uma presença interna — a própria vida dentro de cada pessoa. Por isso, entende que não faz sentido esperar o retorno de Jesus Cristo, pois Ele já estaria presente em todos.
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Não! Absolutamente não!


A sua colocação parte de uma premissa equivocada e, portanto, conduz a uma conclusão igualmente equivocada.


O Cristianismo não coloca Deus como concorrente do homem — isso é uma interpretação distorcida, superficial, que ignora dois mil anos de construção teológica, filosófica e moral. O que o Cristianismo faz, na verdade, é estabelecer uma hierarquia ontológica: Deus como princípio absoluto, e o homem como ser finito, limitado, em processo.


Quando se fala em arrependimento, não se está afirmando que Deus “precisa” de algo — isso seria um absurdo lógico! Deus, por definição, não carece de nada. O arrependimento é uma necessidade humana, não divina. É um mecanismo de consciência, de ajuste moral, de reconhecimento da própria falibilidade.


Portanto, inverter isso — dizer que o Cristianismo ensina que Deus depende do homem — é não compreender a estrutura fundamental da própria doutrina.


Agora, quanto à afirmação de que “Deus já habita em nós” — sim, há correntes teológicas que abordam essa dimensão interior, essa experiência subjetiva do divino. Mas transformar isso em negação de toda a transcendência divina é reduzir o absoluto ao psicológico. É confundir experiência interna com totalidade metafísica.


E mais: afirmar que Jesus Cristo “nunca voltará” porque “já vive em nós” é uma interpretação específica, não um consenso. O Cristianismo histórico — das suas bases até suas principais tradições — sustenta uma distinção clara entre presença espiritual e realidade escatológica.


Misturar esses planos é, no mínimo, uma simplificação perigosa.


O que está ocorrendo aqui não é uma refutação do Cristianismo, mas uma reinterpretação pessoal — legítima, sim — porém apresentada como verdade universal. E isso, do ponto de vista lógico, não se sustenta.


Se há algo que precisa ser preservado, é a coerência: ou se discute a doutrina como ela é, ou se admite que se está propondo outra coisa.


Porque, no fim, a maior responsabilidade intelectual não é concordar ou discordar — é compreender corretamente aquilo que se pretende criticar.

O cristianismo não faz sentido para quem busca justiça própria.
É ser roubado… e, ainda assim, oferecer ao ladrão o que ele nunca poderia roubar.

Se eu pudesse lhe dar um conselho realmente importante sobre o cristianismo, seria este: não transforme sua conversão em uma mudança de ambiente; transforme-a em uma mudança de coração.


Porque muitas pessoas entram na igreja, mas não permitem que Cristo entre nelas. Mudam a roupa, mudam as palavras, mudam os lugares que frequentam, mas continuam carregando a mesma pessoa por dentro.


E existe uma diferença enorme entre converter-se a Cristo e converter-se à religiosidade.


Porque quem era fofoqueiro e apenas se converteu à religiosidade torna-se um religioso fofoqueiro.


Quem era mentiroso torna-se um religioso mentiroso.


Quem era ansioso torna-se um religioso ansioso.


Quem era orgulhoso torna-se um religioso orgulhoso.


Quem era impaciente torna-se um religioso impaciente.


Quem vivia preso em traumas, ressentimentos e desejos de vingança apenas aprende a esconder tudo isso atrás de palavras espirituais.


Mas Cristo não veio para ensinar pessoas a esconderem feridas; Ele veio para curá-las.


E aqui está algo que muitos precisam ouvir: sua maior prova de cristianismo não acontece na igreja. Ela acontece dentro de você.


A maneira como você trata seu cônjuge fala sobre seu cristianismo.


A maneira como você responde seus filhos fala sobre seu cristianismo.


A maneira como você honra seu pai e sua mãe fala sobre seu cristianismo.


Porque é muito fácil levantar as mãos diante de Deus por alguns minutos. Difícil é abaixar o orgulho para pedir perdão. Difícil é responder com amor quando a vontade é responder com dureza. Difícil é permanecer paciente quando tudo dentro de você quer explodir.


O evangelho nunca foi sobre parecer santo. Sempre foi sobre ser transformado.


Não viva um cristianismo de domingo. Viva um cristianismo integral. Leve Cristo para a mesa da sua casa, para suas conversas, para seus relacionamentos, para os passeios com amigos, para seus pensamentos e para suas decisões.


E fica aqui um convite sincero: entregue-se de verdade.


Entregue a ansiedade.


Entregue o orgulho.


Entregue as dores.


Entregue os traumas.


Entregue a necessidade de vencer discussões.


Entregue aquilo que ninguém vê.


Porque quando Cristo governa uma vida, a verdade entra. E a verdade rompe cadeias emocionais, cura relacionamentos, restaura propósitos e devolve sentido à missão da vida.


E existe uma gratidão profunda em ser alguém usado por Deus para carregar essa verdade. Porque a verdade de Cristo atravessa qualquer cenário: emocional, psicológico, familiar ou espiritual.


No fim, talvez a pergunta mais importante não seja: “Quantos anos eu tive de igreja?”


Talvez seja:


“Quanto de Cristo as pessoas encontraram em mim?”

*O Cristianismo é um caminho sem volta, você não escolhe entrar nele, e muito menos, sair dele."

Citações do livro
Linhagem Espiritual

Quando observamos a história do Cristianismo, percebemos que, alguns anos após a vinda de Jesus Cristo à Terra, sua mensagem começou a ser mal compreendida pelos próprios seguidores. A instituição religiosa que se dizia seguidora de seus ensinamentos acabou se desviando e passou a comercializar a própria fé por meio da venda de indulgências e de outras práticas desumanas. Nesse período, muitos sacerdotes cristãos, já praticantes da meditação e moradores de mosteiros, começaram a perceber as incongruências existentes na fé cristã. Foi então que um deles, chamado Martinho Lutero, o reformador, levantou-se com uma mensagem de reforma, tendo como um de seus principais pontos de defesa a chamada salvação pela graça mediante a fé em Deus.
Tal situação trouxe uma nova reflexão para dentro do Cristianismo. No entanto, com o passar do tempo, tornou-se notável que, mesmo entre os seguidores da Reforma, ainda permaneciam aspectos não compreendidos. Assim, práticas horrendas voltaram a ser cometidas, inclusive o assassinato daqueles que eram chamados de hereges. Nesse ponto da história, surge novamente a necessidade de uma nova reforma, capaz de explicar aos cristãos o que, de fato, significa a salvação pela graça mediante a fé. Digo tudo isso apesar de não ser um cristão católico nem evangélico, mas sim um cristão cabalista.
Uma nova reforma significa explicar às pessoas que a fé nasce no solo do amor, e que este se constitui como um estado integrado da alma, no qual o indivíduo domina o mal a partir de um profundo olhar interior. Se antigamente as pessoas acreditavam que a salvação seria alcançada por meio de práticas externas, hoje muitos acreditam que não precisam realizar nenhuma transformação interior para serem salvos. Ambas as visões estão equivocadas, haja vista que a salvação pela graça nos ensina que somos salvos sem precisarmos realizar obras externas, mas também nos mostra que, sem dominar o mal interiormente, será impossível alcançar a salvação.
A graça se revela a todo momento na história humana. Caim, por exemplo, foi advertido três vezes sobre a necessidade de dominar o mal, o que evidencia que a graça esteve manifestada o tempo inteiro, ainda que ele não tenha sido salvo. Mesmo quando comete um homicídio, a graça se revela no fato de Deus não destruí-lo; contudo, isso não significa que a salvação estivesse nele. A graça continuará se revelando por meio da vinda de Jesus, advertindo outros semelhantes a Caim de que é necessário dominar o mal interiormente. Ainda assim, muitos não compreendem essa mensagem e acabam por matá-lo.
Existe algo que pode ser chamado de graça transformadora, mas ela só pode existir a partir do momento em que o ser humano domina o mal interiormente. Dessa forma, Deus pode guiar esse indivíduo para que ele seja conduzido a uma contínua transformação interior. Precisamos estar atentos, porque somente somos transformados por essa graça quando nos abrimos para dominar o mal interiormente, por meio de um profundo olhar da alma sobre si mesma.

O cristianismo é a força mais sanguinária da história, uma máquina de guerra e extermínio que moldou o Ocidente sob o rastro de pilhas de cadáveres. Não se trata apenas de conflitos isolados, mas de uma estrutura ideológica desenhada para o massacre, onde a cruz sempre serviu de estandarte para a pilhagem e o genocídio. É impossível dissociar o cristianismo das maiores atrocidades da humanidade, pois ele forneceu o veneno cultural e a base moral que permitiram o surgimento do Nazismo e a aniquilação de civilizações inteiras. Do antissemitismo milenar das igrejas até a legitimação de regimes totalitários, essa religião não apenas testemunhou as tragédias ocidentais, ela foi a arquiteta primordial de cada uma delas.

O cristianismo é, na prática, politeísta: tem o Pai, o Filho e o Espírito Santo; tem o Diabo, os anjos, os santos; e ainda eleva ao sagrado o Papa, os cardeais, bispos, padres e pastores.

O cristianismo oferece eternidade; eu escolho intensidade.

O que destrói o cristianismo é o fato de o personagem "deus" praticar tudo aquilo que hoje reconhecemos como psicopatia; por isso, o deus cristão não merece existir nem ser adorado, merece apenas ser esquecido eternamente.

Se o cristianismo é verdade e devemos amar os inimigos, então julgar e ameaçar os ateus é o mesmo que abraçar o capeta!

O cristianismo não salvou ninguém da morte. Só inventou uma história infantil para você não reclamar enquanto morre.

O cristianismo afirma que o sofrimento tem propósito, mas o propósito real sempre foi o controle dos mais fracos.

O cristianismo é uma enorme piada, teoricamente quando o personagem Jesus morreu ele pagou por todos os pecados humanos, mas seguindo essa lógica quando Jesus ressucitou os pecados retornaram! Então ele morreu para que?

Se amar o próximo define o verdadeiro cristianismo, as igrejas atuais não passam do maior esquema de recrutamento para o inferno já inventado! Mas fiquem tranquilos: padres e pastores terão o privilégio da primeira fila, já que passaram a vida enriquecendo através da miséria alheia e vomitando ódio ao próximo!

No cristianismo o machismo começa quando deus é pai e o seu filho é também um homem! Numa religião onde o divino é homem, o resto é inferior e submisso.

Epistemicamente, o cristianismo é tão provável quanto a existência de fadas!

O cristianismo afirma que Jesus quitou a dívida do pecado; curiosamente, a igreja ainda cobra mensalidade.