Criança Interior
Feliz dia da Criança.
Deixe sua #criança interior sorrir!!
Simples e alegre
Hoje todos e todas podemos.YES!!
Nunca perca ou deixe de castigo a sua criança interior, porque é ela quem fará a vida ser um pouco mais leve.
A MENINA QUE AINDA MORA EM MIM
Minha criança interior grita.
Grita tão alto que, às vezes, eu sinto sua voz presa na garganta.
Como se ela estivesse ali, atrás do choro que não sai, atrás do suspiro que se interrompe, atrás desse nó que aperta o peito e me faz perguntar, em silêncio:
Quem foi que eu me tornei?
Ela me olha.
E talvez, por um instante, sorria orgulhosa e diga:
— Cara… você chegou lá.
Você cresceu.
Você venceu.
Você se tornou uma mulher incrível.
Mas, logo depois, seus olhos parecem entristecer.
— Que pena…
Que pena que, no caminho, você deixou de ser um pouco de quem era.
Você era apaixonada pela vida.
Apaixonada por tudo.
Pelas pequenas coisas, pelos grandes sonhos, pelas pessoas, pelas possibilidades.
Você era verdadeira.
Exuberante.
Autêntica.
Você sentia sem pedir licença.
Amava sem fazer contas.
Confiava sem imaginar o depois.
Mergulhava inteira nas pessoas, nos sonhos, nos lugares, nas palavras, nos abraços, nos amores.
Você tinha uma sensibilidade tão bonita… tão nítida… que conseguia enxergar beleza onde quase ninguém via.
E agora?
Agora, quem é você?
A menina pergunta.
E eu não sei responder.
Talvez porque, em algum momento, eu tenha começado a me abandonar para caber.
Para agradar.
Para não decepcionar.
Para não perder pessoas.
Para ser forte.
Para ser aquilo que esperavam de mim.
E fui me adaptando tanto, tanto, que um dia percebi que algumas partes minhas já não sabiam mais onde morar.
Eu me traí.
Não de uma vez.
Foi aos poucos.
Cada vez que engoli uma palavra que queria dizer.
Cada vez que sorri quando queria chorar.
Cada vez que disse “está tudo bem” quando dentro de mim nada estava.
Cada vez que aceitei menos do que merecia para não parecer difícil.
Cada vez que me calei para preservar relações que não preservavam a mim.
E minha criança viu tudo.
Ela viu.
Ela guardou.
Ela esperou.
E agora ela grita.
Grita porque está cansada de assistir à minha própria ausência.
Ela percebe que aquilo em que eu antes confiava passou a ser motivo de desconfiança.
Que os olhos que antes mergulhavam no amor agora hesitam diante dele.
Que os olhos que não tinham medo de acreditar aprenderam a se proteger.
Aprenderam a recuar.
A observar.
A desconfiar.
A não se entregar.
E talvez seja por isso que meu corpo trema às vezes.
Talvez seja por isso que minha garganta se feche.
Talvez seja por isso que exista esse cansaço que não é apenas do corpo.
É um cansaço de alma.
Um cansaço de quem passou tempo demais tentando ser forte.
E minha criança me olha novamente.
Dessa vez, não cobra.
Só pergunta:
— Você ainda se lembra de mim?
E eu quero dizer que sim.
Que me lembro daquela menina que inventava mundos.
Que se encantava.
Que ria alto.
Que sonhava sem pedir autorização.
Que acreditava que a vida poderia ser bonita simplesmente porque estava viva.
A menina que não precisava se explicar o tempo inteiro.
A menina que era inteira.
A menina que se apaixonava pela vida antes mesmo de saber o que era paixão.
Ela ainda está aqui.
Eu sei.
Só está cansada.
Está escondida em algum lugar dentro de mim, esperando que eu tenha coragem de voltar.
Não para ser quem eu era.
Mas para recuperar aquilo que nunca deveria ter perdido.
Minha verdade.
Minha espontaneidade.
Minha capacidade de sentir.
Minha coragem de sonhar.
Minha autenticidade.
Minha capacidade de amar sem me abandonar.
Talvez eu não precise voltar no tempo.
Talvez precise apenas voltar para mim.
Porque aquela menina não morreu.
Ela apenas se calou.
E talvez o choro que hoje aperta minha garganta não seja o fim dela.
Talvez seja o começo da sua volta.
Então, se ela me perguntar novamente:
— Quem é você agora?
Talvez eu finalmente consiga responder:
Sou a mulher que sobreviveu a tudo aquilo que tentou me afastar de mim.
E estou aprendendo, devagarinho, a voltar para casa.
Para dentro de mim.
Para onde aquela menina ainda espera.
De braços abertos.
Com os olhos cheios de sonhos.
E, quem sabe, quando eu finalmente chegar até ela, ela sorria e diga:
— Agora sim… eu reconheço você.
Que você abrace a sua criança interior
com o mesmo amor
que ela sempre esperou de você.
Ela ainda mora em você,
esperando para ser amada.
A cura da criança interior e de feridas emocionais, é praticamente uma escavação arqueológica.
Requer paciência na hora da escavação e da cura.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…
É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.
Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.
Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.
E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.
A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.
Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.
A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.
A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!
Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!
Que a nossa Criança Interior não pode morrer — é um fato; que ela não pode matar a Criança dos outros — é outro.
Há uma certa beleza em conservar dentro de nós a capacidade de brincar, sonhar, acreditar, rir de coisas simples e se encantar com o que a vida, aos poucos, vai tornando comum.
Crescer não deveria significar abandonar completamente a criança que fomos.
Talvez amadurecer seja justamente aprender a carregá-la pela mão.
Mas existe uma diferença entre preservar a nossa criança interior e permitir que ela governe todas as nossas escolhas.
Porque a criança que existe em nós também pode ser ferida, carente, impulsiva, possessiva…
Pode querer tudo para si, não saber ouvir um “não”, confundir desejo com direito e liberdade com ausência de limites.
E, quando deixamos que essas feridas conduzam nossas atitudes, corremos o risco de transformar nossas dores em feridas para os outros.
É aí que a reflexão do Dia das Crianças ganha um sentido ainda maior.
Não basta dizer que amamos crianças.
É preciso perguntar que mundo estamos construindo para elas.
Que palavras estamos ensinando?
Que exemplos estamos oferecendo?
Que tipo de adulto estamos sendo diante de seus olhos?
Uma criança aprende muito mais com aquilo que presencia do que com aquilo que lhe ordenamos ou ensinamos.
Ela aprende quando vê um adulto pedir desculpas.
Aprende quando percebe que uma diferença não precisa virar desprezo.
Aprende quando testemunha respeito, generosidade, honestidade e limites.
Mas também aprende quando vê humilhação, intolerância, mentira, violência e pessoas usando sua própria dor como justificativa para ferir alguém.
Por isso, talvez preservar a criança interior seja também assumir a responsabilidade pelo adulto que nos tornamos.
Que nunca percamos a capacidade de brincar, mas que aprendamos a não brincar com os sentimentos alheios.
Que continuemos sonhando, sem destruir os sonhos de ninguém.
Que tenhamos coragem de defender nossa criança interior, sem transformar nossas frustrações em condenação das crianças que estão chegando.
Porque cada criança que nasce traz consigo uma possibilidade: a de que o mundo seja um pouco diferente amanhã.
E talvez nossa maior obrigação não seja apenas impedir que a criança dentro de nós morra, mas impedir que ela se torne tão ferida, tão egoísta ou tão amarga que passe a matar, nos outros, aquilo que um dia também tivemos: a esperança.
Feliz Dia das Crianças — às que ainda brincam, às que já cresceram e, principalmente, aos adultos que não se esqueceram de que toda criança merece encontrar um mundo um pouco mais gentil do que aquele que encontramos.
Criança Interior
Tenho medo da noite
quando me deixas só
e o sol vai se deitar.
Sinto frio quando acordo
procurando por você
e não encontro no olhar.
Quanto afago bastaria
a criança interior?
Ingênuo coração,
carências de homem feito.
Ama-me, te peço.
Te amar,
somente quero.
Deixe sua criança interior
invadir seu dia.
Em um amor incondicional
Seja feliz!
Feliz dia das crianças
Reflexão diária
Curando sua criança interior
Muito de nós ignoramos a criança interior que temos dentro de nós. Lembre-se sempre que não importa sua idade sempre haverá uma criancinha dentro de você que precisa de carinho e amor. Portanto entenda isso se você não consegue ser intimo com sua criança interior, nunca conseguirá ser intimo de outras pessoas.
Ganhe cinco minutos do dia revivendo sua criança interior. Ausência de medos, fantasia, alegria sem‑fim, felicidade sem dinheiro… pense nisso!
Criança interior
É no mais íntimo do coração que as pessoas guardam sem perceber um alguém que nunca iremos conhecer.
É uma linda criança, cheia de amor, paz e esperança.
Porém os problemas da vida que começam a aparecer, ofuscam e escondem esse lindo e incrível ser.
Então o lugar puro é preenchido pelo pecado e essa pessoa se torna um alguém triste, sem amor e amargurado.
Mais quando Deus entra nesse tipo de coração, trata as feridas e cura a solidão e faz renascer, do mais profundo e secreto ser a criança que estava adormecida dentro de vc.
Devagarinho, como a areia do mar, ele leva a pessoa pra conhecer as coisas lindas da vida que ele nem imaginou experimentar e muda seu jeito, seu caráter e devolve a sua vontade de amar, sorrir e cantar.
:-D Deus te ama
É VERDADE SIM. EM CADA UM DE NÓS, EXISTE UMA CRIANÇA INTERIOR, QUE QUANDO A PORÇÃO ADULTA BALANÇA, ELA VEM PRA SEGURAR NOSSA MÃO
Menino bardo: que na doçura do olhar, despertou a criança interior entorpecida pela vida adulta; que nas palavras cativantes, reavivou o escritor desfalecido pela conturbada vida moderna; que na energia radiante, propagou frequências que incitaram a espiritualidade outrora liquidada. Ah, menino! Se mais pessoas tivessem a sensibilidade que você carrega dentro de si, aquela que faz questão de por para fora, sem receio a quem entrega, não esperando diretamente um retorno do bem que causa, fazendo dos seus atos uma missão altruísta, que mundo incrível teríamos. Mas acredito que, aos poucos, de letra em letra, de sílaba em sílaba, palavra em palavra, verso em verso, você será capaz de mudar o mundo, transformando substantivo em verbo, porque 'verbalizar' é democratizar palavras e, assim, construir o mundo especial que você sonha.
Todo sonhador é autor do seu destino, não subestime os seus sonhos é a sua criança interior gritando o que deve fazer.Liberte-a.
Cuide bem da sua criança interior,
educando-a, vestindo-a, alimentando-a,
e aconselhando-a da melhor forma possível,
pois você é sua própria criação.
