Criação e inspiração

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⁠Difícil entendermos a nós mesmo, mas muitas vezes somos egocêntrico em julgarmos as pessoas ao nosso redor. Acho tão irônico quando as pessoas querem se sentir superiores a outra pessoa numa mesma situação complicado elas elevam o ego dizendo que já passou por isso que já superou que e forte tolos, mal sabem eles que cada indivíduo tem uma reação de forma diferente da delas devido a uma combinação de fatores individuais, incluindo experiências passadas, crenças, personalidade e habilidades emocionais. A forma como alguém interpreta a situação, como se sente em relação a ela e como lida com as emoções envolvidas, tudo isso contribui para uma reação única fatores que influenciam a reação individual experiências passadas semelhantes no passado Uma pessoa que passou por um evento traumático no passado pode reagir com mais ansiedade ou medo a uma situação semelhante. Acho tao patético as pessoas quererem ser melhor serem superiores essa ideia e um inferno colaca meus irmãos como adversário eu não aceito isso não quero ser melhor do que ninguém se eu for melhor que você em alguma coisa você e melhor do que eu em outra não existe um ser melhor do que outro mas sim existem atitudes melhores que atitudes ideias melhores que ideias mas pessoas melhores que pessoas não o caminho da cura e a doença e o caminho do PERDÃO as vezes e a sentença eu guardo meu revólver enquanto você me fala em ódio as pessoas não se falam mais se calam se pisam se traem se matam embaralhado as cartas da inveja e da traição copa ouro e uma espada na mão minha intenção e ruim eu tô em cima eu tô afim 1 2 pra atirar eu sou bem pior do que você tá vendo o Marlon aqui não tem do e 100% veneno a primeira faz bum a segunda faz ta sou imprevisível como um ataque cardíaco vim pra sabotar seu raciocínio vim pra abalar seu sistema nervoso e sanguíneo
M.D.V

Inserida por MDV007

⁠Motivação é uma engrenagem e como toda engrenagem, ela só gira quando algo a move.

Inserida por donmotiva

⁠Você não deve esperar a motivação vir para começar e sim começar para que ela venha.

Inserida por donmotiva

⁠O Encontro no Ônibus

Estava eu, mais uma vez, indo para a casa de minha avó. Para tanto, preciso pegar dois ônibus ou ir a pé até o ponto do segundo. Com muita cautela, vou. Passo atenciosamente de rua em rua, esquivando-me das esquinas como quem evita lembranças indesejadas.

Decido ir a pé. Chego ao segundo ponto um pouco cansado, o corpo denunciando a caminhada, e logo vejo meu ônibus se aproximar. Entro, pago e me assento. Como em qualquer outro dia, encaro a janela como uma tela em branco, onde os cenários passam rápido demais para serem compreendidos. Imagino tudo, porém nada de importância.

Um bairro se passou quando sinto um toque no braço, leve como o roçar de um galho ao vento. Vinha de alguém que se assentava do meu lado direito. Penso que foi apenas um esbarro casual e volto ao meu devaneio, mas novamente sinto. Dessa vez, decido me virar e entender o que estava acontecendo.

Era uma senhora, pequena e franzina, de mãos trêmulas e olhar perdido. Tentava, com delicadeza, chamar minha atenção. Algo havia de diferente em seu olhar — um brilho úmido que parecia conter todo o peso do mundo. O marejar de seus olhos já me inundava, e antes que pudesse dizer qualquer coisa, ela segurou minha mão com firmeza, como quem busca âncora na tempestade.

Sem dizer uma palavra, ela apenas suspirou fundo, como se aquele gesto contivesse anos de histórias acumuladas. Seus dedos enrugados e frágeis envolviam minha mão como se segurassem um último pedaço de esperança. Por um instante, o mundo se reduziu àquele toque, e o barulho do ônibus se tornou um murmúrio distante.

Aos poucos, seus lábios se abriram, e num sussurro quase inaudível, ela disse:
— Você se parece com meu filho...

Houve um silêncio denso, como se o universo contivesse o fôlego. Não sabia o que responder, e talvez ela nem esperasse uma resposta. Apenas segurava minha mão, fixando o olhar num ponto indefinido do corredor.

— Ele partiu faz tanto tempo... — murmurou, com a voz quebrada pela saudade.
Um nó se formou na minha garganta. Respirei fundo, sentindo o peso daquele instante. Então, num gesto instintivo, apertei a mão dela com carinho e disse:
— Eu estou aqui... Pode me contar sobre ele, se quiser.

Ela pareceu surpresa, como se aquela simples oferta fosse um presente inesperado. Seus olhos marejados se voltaram para mim, e um sorriso tímido despontou, como um raio de sol por entre nuvens carregadas.
— Ele tinha esse jeito quieto... sempre olhava pela janela, pensativo. Gostava de imaginar histórias. E quando eu estava triste, ele só segurava minha mão, como você está fazendo agora.

Senti meu coração pulsar mais forte. Eu não era apenas eu — naquele instante, eu era um fragmento de memória viva. Ela continuou falando, e a cada palavra seu rosto se iluminava, como se a lembrança trouxesse o calor de um reencontro.

— Ele dizia que as nuvens eram mapas de terras mágicas — disse ela, sorrindo leve.
— Sempre acreditava que, se prestássemos atenção, descobriríamos um caminho que só os sonhadores enxergam.

Sorri também, e sem perceber, comecei a compartilhar minhas próprias memórias de viagens e pensamentos perdidos olhando pela janela. Ela escutava atenta, como quem encontra companhia na dor e na saudade.

Quando o ônibus freou bruscamente, ela soltou minha mão com delicadeza, como se devolvesse à realidade o que fora apenas um breve consolo. Antes de descer, olhou para mim com um sorriso pequeno, mas sincero, carregado de um agradecimento mudo.
— Obrigada... Você me fez lembrar que o amor não morre... Só se transforma em saudade.

Olhei para ela e, com um sorriso sincero, respondi:
— Talvez ele ainda segure sua mão... de algum jeito, através de quem traz um pouco dele no olhar.

Ela desviou o olhar por um momento, tentando conter as lágrimas. Mas quando voltou a me encarar, havia uma serenidade nova ali, como se minhas palavras tivessem encontrado um canto acolhedor dentro dela.

Fiquei observando-a partir, pequena e delicada, desaparecendo na multidão. O ônibus seguiu viagem, mas aquela sensação permaneceu em mim — uma mistura de melancolia e gratidão por ter sido, ainda que por poucos minutos, um porto seguro para alguém que precisava ancorar suas lembranças.

No caminho até a casa de minha avó, pensei sobre a força que existe em simplesmente estar ali para alguém. Às vezes, somos chamados a ser companhia em meio ao tumulto da cidade, como se a vida nos empurrasse para encontros que não esperávamos, mas que, de alguma forma, precisávamos viver.

E ali, entre a dor e o alívio, aprendi que às vezes somos porto, outras vezes somos naufrágio — e, no intervalo entre os dois, a vida nos permite tocar o coração de um desconhecido, deixando nele um pouco de calma, e levando conosco a certeza de que a humanidade sobrevive nos detalhes.

Inserida por DanielAvancini

⁠Do Vazio, Transbordo

Do vazio, preencho-me,
como tela que se pinta sozinha,
colorido com as mais belas cores
de uma paleta que nem escolhi.
Sou arte que se faz sem intenção,
um quadro que respira
e dança com os tons
que o acaso me deu.

Do vazio, transbordo,
como rio que se perde
entre margens inconstantes,
a fluidez de um só
corpo que se desenha
com as tintas do improvável,
na liberdade de ser
mais que apenas vazio.

Quando a vida me cobre
com véus de incerteza,
esboço-me em traços largos
e deixo que o tempo
pincele meus contornos.
Não sei se sou obra completa
ou fragmento em constante mudança,
mas aceito o caos
como parte da criação.

Sou o intervalo entre
a matéria e o conceito,
o pulsar do imprevisto
na estrutura que se rompe.
Quando me olho de fora,
percebo que sou mais
do que a soma de escolhas,
sou o reflexo que escapa
entre as fendas da razão.

Há beleza no que escorre
sem forma definida,
no gesto que se faz
pela inquietação do existir.
Sou composição inacabada,
mas inteira naquilo
que jamais cessa de se criar.

E assim,
de um espaço que era nada,
sou cor, sou movimento,
um corpo que não cabe
em linhas retas
nem em molduras fixas.
Sou a contradança
entre o vazio e o transbordar,
a essência que se molda
na ausência de certezas,
como verso que se escreve
no tempo que passa
sem pedir licença.

E se ao final
me perguntarem o que sou,
direi que sou fluido,
transição que se esparrama
entre o ser e o deixar de ser.
Um conceito escorrendo da mente
que, ao tocar o chão,
se torna rio que não desiste
de encontrar o mar.

Porque ser é também desaguar
em possibilidades infinitas,
é não temer a dissolução
e encontrar na própria mudança
a raiz que jamais se fixa.
Sou processo que se faz
enquanto a vida se move,
uma arte sem moldura,
uma verdade sem contorno,
transbordando de mim
no vazio que me acolhe.

E se por acaso
me perguntarem novamente,
não direi mais que sou completo,
nem que estou pronto.
Direi que sou como a água,
que ao abraçar a terra,
transfigura-se em rio,
em mar, em chuva,
mas nunca deixa de ser
essencialmente líquida,
livre para se moldar
e expandir,
pois mesmo quando se evapora,
não deixa de ser presença,
não deixa de ser vida.

Inserida por DanielAvancini

⁠Arte é arma, cura e alimento.

Inserida por valtin_kioma

Liderar é tocar corações, não apenas apertar mãos.

Inserida por AfonsoSouza

⁠Fazer o bem sem esperar nada em troca
é uma semente poderosa nas mãos do tempo.
A caridade sincera constrói pontes entre os céus e a Terra.
Permita-se ser instrumento do Amor do Criador.

Inserida por jorge_tolim

Prosperidade caminha com a lealdade.

Inserida por Moris

⁠Todos nós conhecemos esses tipos que se apoiam na análise intelectual em todas as situações, independentemente de ser ou não a resposta apropriada. Eles vencem todas as discussões e perdem todas as guerras.

Inserida por odemilson

⁠Apesar do dia ter amanhecido cinzento e chuvoso, o brilho desse sorriso mudou todo o cenário, enaltecendo o meu amanhecer e o deixando extraordinário.

Inserida por elvismoura

Depois das lágrimas

" Que a morte não seja o lamento de uma vida sem coragem..⁠".

Inserida por HaydeeWandy

⁠Quer ter a vida mais leve? Conheça novas trilhas.

Inserida por zanovisk

⁠Vejo e ouço a hipocrisia de muitos que se fundamentam na religião e crenças, na condição social, na sua intelectualidade ou em um diploma para se julgarem melhor que outras pessoas. Não sabem os tolos que assim se afirmam que a religião segrega, a condição social é uma acepção de pessoas, a intelectualidade não implica em humildade, um diploma é um papel que não reflete suas qualidades nem o torna imortal e suas crenças são subjetividades pelas quais eles tentam explicar o que fugiu de seu conhecimento ínfimo.

Inserida por ClaudioRBarbosa

⁠A história a gente escreve com atitudes e com coragem.
É com o ir...
Mesmo diantes das incertezas.
É olhando para cima...
Mesmo que pareçam existir espinhos diante dos nossos olhos.
É romper por meio de amor...
Mesmo que nos falte referência ou até mesmo inspiração.

Para se construir história é assim...
Fazer sem a necessidades da desculpa de uma palavra chamada "MOTIVO."

Inserida por Samuelblessedoficial

⁠"Conquanto sejam insondáveis seus mistérios, podemos descansar sob o pálio de uma única certeza: enquanto permanecermos sob os auspícios d’Aquele que primeiro nos amou, serão sempre maiores e melhores os seus planos para nós, do que jamais imaginou supor a nossa singela criatividade humana."

Inserida por wandermedeiros

⁠Em tantos momentos da vida somos obrigados a seguir em frente sem saber nem mesmo como caminhar... ainda assim podemos fazê-lo

Inserida por PATRICIAGABRIEL

⁠ A natureza é bela
E se olharmos para dentro
Da nossa essência
Perceberemos
Quão belo
Foi o amor de Deus por nós
Por causa da nossa criação
E muitos choram
Sofrem
Por não entenderem
Tão grande amor por nós!...
Paz no coração
Felicidades sempre
Você foi gerado com muito amor e carinho, viu!...

Peregrino Corrêa

Inserida por PeregrinoCorrea

Um fato :
A mesma importância dada à mãe,
a esposa terá.
Tenha certeza disso.
Mostre ao seu filho a melhor forma
de viver .⁠

Inserida por Ktxeira

⁠ Quando se considera o contexto de limitação tecnológica da ciência tradicional, os valores da ciência criacional sempre irão prevalecer.

Inserida por WladimirMoreiraDias