Criação e inspiração

Cerca de 115684 frases e pensamentos: Criação e inspiração

Se nenhum ser humano errasse na vida, como é que iríamos fazer nossos amanhãs serem um melhor que o outro?

Inserida por AmauriLucas

Não existe a pessoa perfeita. A pessoa perfeita é você mesmo que cria quando a escolhe para se relacionar.

Inserida por AmauriLucas

Há pessoas que criam ilusões de acharem que são felizes vivendo na mentira justamente para poder não enfrentar a realidade.

Inserida por AmauriLucas

- Existe muitas pessoas que falam, que para crítica-las tem que ser melhor do que elas. Discordo até porque ninguém é melhor do que ninguém. Sendo assim, para uma pessoa criticar alguém, essa pessoa precisa ter algum motivo, argumento e algo a falar. Portanto essas pessoas que se acham melhores que os outros, elas podem está abaixo do "ninguém é melhor do que ninguém.

Inserida por EdivanFilho

Se Deus criou esse enorme universo,para nós humanos morarmos,qual o motivo de ter criado um universo tão grande,para um pequeno grão de areia?E por que o universo estar à se expandir?!se nós não usamos nem 1% dessa imensidão cósmica

Inserida por PabloSilva

De um jeito difícil, aprendi que as melhores escolhas não são fáceis.

Inserida por Hirlo

A vida ensina!
Ensina muita genteeee
Sabe aquelas pessoas que se acham melhores que você,mais ricas que você,mais espertas que você,mais tudo que você?
Então deixa...
A vida ensina
Ensina que caráter não se compra,
Sabedoria você adquire,que bom coração só aquele que tem Deus dentro dele sabe o que é!
Que ser bom muitas vezes a gente passa por bobo!
Que ser bom amigo é um sentimento que somente quem tem sabe dar o devido valor!
Que o mundo dá muitas voltas e que numa dessas a gente volta a se encontrar!
E que um coração sincero e quebrantado Deus jamais despreza!
Não se ache demais, como diz o ditado "Tudo o que é demais SOBRA!
E o que sobra vai para o LIXO!

Inserida por andreiagodoi

A melhor versão
do meu maior verso
é um versinho:
Amo

Inserida por PierredaGama

Que Deus seja prioridade na sua vida,que seja o melhor amigo,melhor conselheiro!
Que todas as suas dores sejam saradas,que todas as suas angustias sejam retiradas,que não lhe falte nada!
Que a Depressão do seu corpo seja arrancada,que sua alma seja restaurada!Que não existam mais decepções na sua estrada! Que seu corpo seja a casa e que o Espirito Santo entre e faça dele sua morada!

Inserida por andreiagodoi

ʚïɞ✿E eu, continuo regando meu jardim de lindezas.
Porque melhor que ser flor, é fazer florir.
Cultivo sorrisos... pra cativar corações.ʚïɞ✿

Inserida por usuario566773

Ao ouvir uma bela canção, nos faz imaginar algo que talvez não exista, mas nos faz sentir saudade de alguma coisa que nunca tivemos e talvez nunca teremos.

Inserida por sergiocancioneiro

Gosto de gente inteira. Pessoas fragmentadas me causam aflição e não me inspiram confiança alguma.

Inserida por AdriaRiedo

Nesse mundo enfermo sou paciente, e pacientemente espero dias melhores.

Inserida por DiegoVilar

Em tempos de solidão
a melhor companhia
é o amor próprio
Ele não nos abandona
Nos revigora para a
próxima jornada
E me auxilia a encontrar
os momentos de felicidade.
12/9/15

Inserida por IrmaJardim

Melhor um gostar inteligente do que um amor burro.

Inserida por Lara1808Silva

O MELHOR QUE NUNCA VEM

O que será que nunca vem? O que será que as pessoas tanto esperam? Isso está parecendo pergunta de poeminha barato, né (risos)? Talvez. Bom, parecendo estranho ou não, esse título quer falar das relações amorosas na contemporaneidade, ao menos de um determinado ponto de vista, é claro. Antes de adentrar especificamente no tema (polêmico para alguns), vou narrar um breve prelúdio a você, leitor(a), em relação a esse texto. Assim, inspirei-me em escrevê-lo após uma conversa de almoço com uma amiga, que por sinal é uma das poucas que tenho que cursa a área de ciências exatas. Encontro-a, casualmente, e a convido para almoçarmos juntos e bater aquele papo furado (que para mim acaba nunca sendo essa furada que dizem, risos). Em nosso último encontro, incrivelmente, o assunto acabou sendo esse que apresento aqui, coincidentemente ou não, trazido por ela naquela ocasião, segundo ela própria. Até perguntei se não teria sido eu que havia abordado essa questão de amores (um tema sempre delicioso para dissertar) na última vez, porém ela me disse com ares de certeza que não. Bom, se não fui eu, o que será que isso quer dizer? O que está por trás disso? Ora, leitor(a), não veja coisas onde não existe nada para se ver. Sem interpretações selvagens. Às vezes um assunto é só um assunto, mesmo que ele se repita com determinada frequência e intensidade por parte do falante e em contextos específicos ou distintos. (Ah! Como eu queria acreditar nessa pureza em alguns momentos, risos). Brincadeiras à parte, às vezes um assunto é só um assunto mesmo. Bom, terminado esse prelúdio, vamos indo.
Já sentados em nossos respectivos lugares e realizado nossos pedidos, ela começa o diálogo propriamente dito com a seguinte afirmação em tom caloroso-gracioso-catártico: “A vida é complicada, meu amigo Héldice”. Nessa hora eu até quis confirmar (até porque não nos faltam argumentos para dizer que a vida é complicada, né? risos) e depois fazer uma das minhas clássicas piadas (que por sinal são fatalmente sem-graça, e acabam fazendo rir pelo simples de fato da instalação de dó nas pessoas em relação a mim, risos), entretanto meu espirito curioso não me deixou ficar por ai e acabei por dizer: “Jura? O que te faz pensar que a vida é complicada?” E adivinhem só o que surgiu? Sim, o amor (Há quem goste de escrevê-lo com letra maiúscula, risos). Ele como sempre atravessando os ditos, não ditos e mal-ditos de nossas falas cotidianas. Minha amiga, então, relata agora em tom preocupante: “Héldice, eu não dou certo com ninguém, é impressionante”. “Nunca acho a pessoa certa”. Não vou abordar aqui, para tristeza de alguns, a questão do tipo de amor que ela está trazendo e fazer aquela historicidade critica tão clichê e brega que, por vezes, torna-se enjoativa de se ler. (Deixo essa tarefa para os grandes teóricos críticos do amor, risos.) O que quero ressaltar aqui é outra coisa. Ela prossegue dizendo: “Sabe, eu sinto como se o outro, aquele que eu não tenho, fosse sempre melhor.” Quando essa frase surgiu me fez pensar vários pontos e por isso optei por ir mais fundo e verbalizei a clássica expressão: “Fale mais sobre isso, risos”. Então ela diz: “Olha, assim... Faz tempo que eu não fico e não namoro com ninguém.” “A sensação que tenho hoje é que existe alguém melhor que vai superar este que estou gostando no momento”. Procuro por mais sentidos e digo: “Como assim?” E ela diz assustada: “Isso é estranho, mas é como se hoje eu não me relacionasse com alguém porque estou presa a um outro que pode ser sempre melhor”. Nessa hora pensei em ter compreendido (o que acabou por ser verdadeiro depois) o que ela queria me dizer, porém queria ouvir mais claramente dela e por isso falei: “Olha, acho que entendi, mas me explica melhor”. Então ela fala o queria, finalmente, falar: “É que eu espero sempre ‘O MELHOR QUE NUNCA VEM, ou seja, acho que a pessoa que me faz sentir algo, que me afeta, não é a que vai me fazer feliz, porque existem tantas outras por ai, por que seria justamente ela, entendes?” A conversa continuou (e ficou muito interessante, por sinal), porém paro por aqui e, finalmente, vou trazer à baila o foco que quero dar a esse texto.
Caro leitor(a), vocês estão entendendo o que essa fala quer dizer? Não é novidade para ninguém que muitos dizem que a nossa sociedade atual está de pernas para o ar, que está tudo mudado, que as coisas não são mais as mesmas, os valores estão diferentes, a gente vive em um caos, blá, blá, blá. Não vou entrar na discussão crítica em relação a isso. Apesar de meu posicionamento ser bem discordante em vários pontos desse sentido. Contudo, evidentemente, reconheço as transformações que acontecem na contemporaneidade em nossas relações e que podem trazer, minimamente, validade para discursos trágicos como esse que citei inicialmente. E, claramente, não há como negligenciar como todas essas transformações afetam diretamente as estruturas sociais e subjetivas, didaticamente falando, risos. A questão que quero levantar é como essas transformações incidem inteiramente no fenômeno das relações amorosas, especificamente, abordando as consequências trágicas, malgrado minhas críticas teóricas em relação a essa posição.
Isso não é nenhuma novidade, entretanto gostaria de ressaltar esse acontecimento que intitulo aqui de “inibição pela fantasia do porvir” por acha-lo extremamente interessante e que vem se manifestando em muitos relatos clínicos (e cotidianos) que venho estudando. O que quero dizer com “inibição pela fantasia do porvir”? Bom, vem acontecendo com relativa intensidade uma produção subjetiva no sentido de nos pausar e inibir no tocante a vivência de nossas relações amorosas justamente pelo ou por um aprisionamento no futuro. Podemos atribuir tal feito a noção capitalista no tocante a produção de variedades, de opções e que se estendem para além de um simples mercado de produtos comerciáveis. Tal processo de produção vem tomando e se tornando (como sempre foi) um grande motor no que tange a instalação de comportamentos, em formas de pensar e sentir a vida. Além, é claro, dos múltiplos discursos que vieram abalar as verdades dantes estabelecidas acerca das vivências dos amores. Como assim? A lógica é que as pessoas não estão vivendo relações, dentre tantas outras questões, pelo fato de estarem visualizando e sentindo antecipadamente que a pessoa pela qual se sentiram afetadas amorosamente é inferior a uma outra que ainda não apareceu efetivamente, ou seja, essa lógica instala-se puramente no plano da fantasia. Acontece, então, uma desvalidação do afeto em favor da fantasia do porvir que, certamente, também produz sensações no sujeito. O qual seria o problema desse fenômeno? Bom, em si mesmo não há nada de errado nisso. A questão é a queixa que ele formula nas pessoas, sendo do tipo: “Eu queria viver essa afetação, mas não me permito, porque acho que ainda não é a certa, há outras superiores.” "Eu queria viver, mas não consigo". Neste sentido, essa lógica se perpetua sem o sujeito ter controle disso. O que estaria por trás de tudo isso? Vou tentar lançar algumas hipóteses.
Tenho a nítida impressão de que vivemos uma crise simbólica. O que é isso? A nossa vida está acelerada a tal ponto que não há mais tempo para refletir acerca dos acontecimentos. Não há mais tempo para elaborar as situações. Para ler teóricos que estão comigo nesse raciocínio, procurar: Zygmunt Bauman, Gilles Lipovetsky e Jürgen Habermas. Vivemos uma dinâmica puramente espacial e não mais temporal. Há um excesso de discursos para apenas uma situação. E não é que isso ocasiona o problema, porque deve haver sim discursos vários para os fenômenos. A questão que afeta o sujeito aqui são as não-dialogações dos discursos entre si. E também não é problema eles não dialogarem. O ponto aqui é como o fato deles não dialogarem afeta o sujeito, e nada mais. Posso dizer que vivemos um fast-food de teorias, ou um “fast-words”, sejam elas quais forem. E isso acabou por se aplicar também em nossas relações amorosas. Não estou dizendo que não deva haver várias opções, contudo como toda e qualquer insurgência teórica ela vai trazer consigo suas negações e complicações pragmáticas e utilitárias implícitas e explicitas. Outro ponto no qual quero bater é que não podemos esquecer que estamos mergulhados em uma determinada cultura e que somos subjetivados em determinados processos discursivos, como, a título de exemplo, relações amorosas de teor romântico, monogâmicas e heterossexuais. Seria estupidez dizer que esses textos sociais não atuam no sujeito contemporâneo, independente deles serem críticos ou não a esses sistemas. O que acontece, então, é uma dificuldade em alguns indivíduos de se relacionarem com os discursos com os quais e pelos quais se subjetivaram e com os que estão disponíveis a eles a todo momento. Há um menu de verdades para se seguir. Basta escolher. E não precisa permanecer a mesma por muito tempo, você pode trocar ao bel-prazer e a hora que quiser. O que isso pode ocasionar? Uma crise na noção de identidade. As relações tornam-se, nessa perspectiva, instáveis. O outro agora parece distante e incompreensível, pois os códigos da comunicação se tornaram confusos. Há uma desordem simbólica entre os sujeitos que acometeu, entre tantas coisas, as relações amorosas.
O quão sofredor para alguém pode ser querer viver uma relação, porém é inibida por uma fantasia de que aquela afetação não merece crédito porque haveria outra superior e melhor que ainda vai acontecer? Esse é apenas mais um dos fenômenos (já de muito tempo) que está acontecendo para que nós pensemos sobre. Há quem diga (né, Freud?) que as neuroses são frutos de um passado reprimido. Neste caso, é o futuro que vem reprimindo o desejo.
Pergunto a você, caro leitor(a), estará você esperando esse MELHOR QUE NUNCA VEM?

Inserida por heldicemachado

Tem dia que estou tão inspirado
Que estouro com facilidade
Não posso conter
Esses estilhaços
São plumas
São cacos
Que ferem
Que saram
Não posso contê-los
Talvez sem algum zelo
Nem mesmo com apelo
Não há um porquê!?
Tudo acaba dependendo
Do instante
Do momento
Não peço que aceite
Nem veja beleza
Pois até mesmo eu
Não tenho certeza
Com toda a clareza
O que quero dizer
Há quem me condene
Que se diga ofendido
Em ter me sentindo
O que posso fazer?
Não posso jamais
E isso eu afirmo
Deixa de viver
Porque que você quer
E todo esse verso
Meio desajeitado
Não clama sentido
Nem leitor assíduo
Sou eu mais uma vez
Brincando com a vida
Escrevendo ao bel-
Com todo -prazer
Para encerrar
De um jeito elegante
Quero parabenizar
A mulher
Esse ser fascinante
Mulher ser divino
Que me causa paixão
Meus parabéns
Por serem quem são

Inserida por heldicemachado

Gênio da lampada!

Cada um cria o gênio da lâmpada que lhe convém e ninguém tem nada a ver com a quantidade de desejos que negociamos com ele...,
Porém, as únicas condições são: não deixar de acreditar que são possíveis e a outra é fazer nossa parte para que possam acontecer.

http://www.facebook.com/rascunhosescondidos

Inserida por rascunhosescondidos

Não trocaria um Único Ser por milhares de melhores amigos...
Eu vi pessoas me abandonando quando eu mais precisei!... E a minha bússola, o meu farol, o meu alicerce e o meu céu, continuou sendo esse Único Ser: Deus!
Ele continua sendo bom!!!

Inserida por wilianneri

" Ser mãe é revelar, é encontrar, é se realizar, é se doar
Ser mãe é imaginar, é desvendar, é se humanizar e se transformar Ser mãe é amparar, é transcender, é permanecer Ser mãe é paciência, perseverança, amparo e cuidado, lado a lado

Inserida por Marianalavignelima