Criação e inspiração
Novos seres saem dos vulcões da alienação sombra religiosa.
Num jogo de doces dele é melhor venha saborear doce veneno da traição.
Bonecos de cordas conta moedas do roubo aos aposentados depois quem vai questionar a vovó é apenas um lanche que depois vem presidência prato principal a sobremesa é a netinha chapéuzinho vermelho...
Aplausos pois espectadores são alienados vendo o show de sombras pois a fogueira do congresso aplaude novas leis na surdina..
O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.
Estava olhando para ceus,imaginava lua de Europa seus mares congelado e abaixo as correntes de mares profundo emitindo sons pois cada camada mais profunda emite uma nota que perceptível no telescópio ondas de rádio são emetidas iguais aqui na terra manto de magma emiti sinais de radio.
Minha imaginação vejo criaturas que mudam de forma pois pressão esmagadora é simplicidade um desafio para natures em ponto vulcanização polvos alienígenas comem micros organismos plantons vegetais meio silício meio vegetais dão oxigênio a água de forma gradual se mistura com gases vulcânicos peixes iluminado parecem tubarões com asas para fluituar pelas ondas termais.
Enguias como da terra são vermes gigantes. Os tardigrados do tamanho de golfinhos se alimentam de peixes.
Os animais muito parecido com sereias mais não são desta constelação.
Um acidente em Júpiter pois meteoro igual momoamoa colidiu com a nave de transdimencional alguns foram para terra outros ficaram em Europa outros desceram em marte mais ouve uma guerra com terrenos cinzas.
A razão racional se torno obsuleta e obtusa pois outros idiomas foram criada sua antiga civilização foi esquecida pela evolução.
homem nada cria, tudo se transforma; no exato momento em que existo, logo copio. O espelho contemporâneo virou apenas a sombra da caverna digital. De um lado, o perfil do "eu" pragmático que se rende às dancinhas; do outro, a realidade crua de chineses se matando de estudar. Na pragmática do meu eu profundo, pergunto-me por que existo. Só sou eu diante de uma comédia vazia. Por que rir, se nada disso é realmente engraçado? São apenas velhas piadas coreografadas num novo ritmo.
No entanto, o abismo não é o fim: ele começa e termina num rio que flui, moldado por um cenário de árvores e um pôr do sol lindo. Suspiro. É melhor que qualquer filme, porque esse cenário real continua a despertar o suspiro pela vida inteira.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Talvez eu nunca consiga ser o irmão que os meus merecem, mas fui agraciado com os melhores. Minha eterna gratidão, Pai!
Se a polarização teve o cuidado de criar mecanismos para alimentar vieses de confirmação de ambos os lados, talvez o foco seja a guerra palavrosa em detrimento da razão.
Quando a polarização se instala, ela não se contenta em só dividir: constrói mecanismos sutis para reforçar os vieses de confirmação de cada lado.
Alimenta certezas pré-fabricadas, faz do contraditório um inimigo e transforma o diálogo em trincheira.
Nesse cenário, a razão deixa de ser o norte e se torna apenas adereço, usada quando convém e descartada quando incomoda.
O que prevalece não é a busca pela verdade, mas a guerra palavrosa, em que vencer importa mais do que compreender.
E assim, o que poderia ser um espaço de encontro, se reduz a um medonho campo de batalha onde todos falam, mas quase ninguém realmente escuta.
Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…
Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.
Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.
A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.
Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.
A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.
Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.
E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.
Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.
A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.
Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!
O mundo e quase tudo que nele existe foi criado pela palavra…
Mas é pela ironia que ele quase sempre subsiste.
Quando a polarização, acompanhando a carruagem, se reinventou, essa corja convenceu parte do povo a se armar a pretexto de segurança para não perceberem que o chicote era a Bíblia mal-intencionada em suas mãos.
Não obstante, essa ironia, demonizaram a mídia só para monopolizar sua atenção.
Hoje elas não têm pauta mais relevante, senão dar palco para o encardido que arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
O diabo é um gênio!
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…
É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.
Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.
Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.
E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.
A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.
Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.
A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.
A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!
Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!
E lá se vai o Mês das Crianças...
Que vá!
Mas deixando em nós a Paz e a Alegria da Criança Interior, necessária para o Bom novembro!
Então, Bom novembro!
Os manipuladores nunca foram Fortes nem Espertos... Eles só se criam na Fraqueza ou no Descuido dos Manipuláveis.
Talvez o melhor lugar para se Demonizar a dúvida seja o aconchego das Verdades Aveludadas.
É curioso como o ser humano, em nome da paz interior, constrói castelos de certezas com tijolos de incertezas mal resolvidas.
E, uma vez confortavelmente instalado, passa a olhar com desdém para qualquer sopro de dúvida que se atreva a bater à sua porta.
A dúvida, porém, é visita nobre — é ela quem areja as salas abafadas da mente, quem desmancha o mofo dos dogmas e faz circular o ar do pensamento.
Mas o aconchego das verdades aveludadas é macio demais!
E poucos se arriscam a trocar o travesseiro da convicção pela cama fria da reflexão.
Talvez por isso se demonize tanto a dúvida: porque ela incomoda os que aprenderam a amar o próprio engano.
Mas, ai daqueles que o fazem…
Ai daqueles que, embriagados pelo perfume das próprias certezas, caminham pelas estradas espinhosas da arrogância intelectual.
Renunciam à graça de poder se questionar, mas se julgam aptos a questionar o mundo — esquecendo que a mente que não duvida — não floresce — apodrece em Silêncios.
Aprendamos a fugir do aconchego das verdades aveludadas!
Amém!
Sou simples para quem não me conhece. Sou forte como ninguém imagina. Sou louco como só meus amigos sabem
