Criação e inspiração

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Pra hoje, vista-se com sua melhor armadura, a fé! Muna-se com sua melhor arma, a força de vontade! Devidamente trajado, erga a cabeça, em sinal de coragem, e vá a luta.
Desafie-se! Lute contra seus maiores medos, lute contra o mal humor, lute contra a falta de amor...
Lute incessantemente, incansavelmente e diariamente, até que sua força, sua coragem e sua ousadia sejam tão grandes, que qualquer desafio se torne pequeno diante de ti. Seja o melhor! E ser o melhor, nas batalhas da vida, depende da forma como você tem encarado suas lutas. É que em uma luta, "o melhor", nem sempre é aquele que leva o troféu. Muitas vezes, o melhor, é aquele que fez uso de todas as técnicas que detinha, que em momento algum deixou que desânimo lhe consumisse e que mesmo cansado, acreditou em si e continuou a lutar. É aquele que, apesar de ainda não ter conquistado "o grande prêmio", que apesar de todas as cicatrizes das batalhas anteriores, põe-se de pé e luta novamente, incessantemente e quantas vezes mais forem preciso. Por isso, não desista de nenhuma batalha que lhe for posta! Seja aquele lutador que, apesar das adversidades, acredita em sua capacidade e que, enquanto seu coração pulsar, lutará bravamente.

Eu não posso mudar o outro, mas posso mudar em mim o que melhora minha relação com os demais.

Mesmo quando sua visão parecer lhe faltar, procure enxergar o melhor que há em cada situação. Use para isso os olhos da alma, enxergue com o coração.

Ter esperança é se pôr em estado de espera. Ser alguém que espera por algo, ou dias melhores. Momentos ruins são passageiros. Apenas espere que eles passem e confie que os momentos extraordinários cheguem.

Se até um sapato de numeração diferente da sua é capaz de te machucar, imagine esse relacionamento. Não adianta tentar caber em algo que não foi feito para ti. Cedo ou tarde, ou te machuca demais, ou te deixa na mão.

"Instinctive-se⁠"!
Permita que seus melhores e maiores instintos se mantenham despertos.
Ouça sua voz interior e siga a vida a passos firmes, carregados de confiança e ousadia.
Abra-se para o universo de possibilidades que existem dentro de você e à sua volta.
"Que você seja e leve luz, que leve paz, que leve amor, por onde quer que você for"

O Pão de Cada Dia e a Arte de Servir

Imagine uma cidade e 2 padarias…
A Padaria A, tradicional e rainha do pedaço por anos. O conforto do hábito, a ausência de risco, mantinham a maioria dos clientes fiéis, mesmo que o pão já não fosse mais tão surpreendente.
A padaria “A” acreditava que sua tradição era seu escudo.

Certo dia, surge a Padaria B. Nova, disposta a ser mais do que apenas um lugar para comprar pão.

Um a um, por curiosidade ou insatisfação sutil, os moradores começam a visitar a B. O boca a boca se espalha. Sem roubo de receita ou rasteira, apenas pela força inegável da livre concorrência em ação, a padaria B passa a ganhar a confiança dos clientes e, logo, sua preferência.

A verdade é que os clientes buscam algo que vai além de um CNPJ com tradição.
Eles buscam conexão. Querem ser ouvidos, atendidos com cordialidade e personalização. Querem se sentir únicos. E isso é:
* É ser chamado pelo nome.
* É ter o aniversário lembrado.
* É o cuidado em um contrato bem feito.
* É o brinde simples, mas cheio de significado.

Muitas vezes, não é o preço que define o vencedor, mas sim a forma como o negócio é conduzido: o ouvir, o carinho, a atenção, a sensibilidade. É sobre construir parcerias com pessoas, e não apenas focar em lucros. É vender bem, mas entregar além.

Quando um concorrente surge, ele não é apenas uma ameaça; é um espelho e uma oportunidade de aprendizado.
De analisar: Onde estão as qualidades deles? E, mais crucialmente: Onde estão as nossas falhas e nossos pontos fortes?

No mundo corporativo (e na vida pessoal), a capacidade de aprender com o concorrente, apesar da sua própria história e experiência, é o que garante a evolução ou decreta o seu fim.

Essa escola , é mais olhar ou vigiar a vida do outro, mas de olhar para a sua própria através da lente da concorrência, e decidir entregar mais do que “mais do mesmo.”

E você, Como você está negociando o seu “pão”?

"É melhor esperar pelo tempo de Deus, do que pela bondade das pessoas "

Eu tive um amigo na infância. Nossa diferença de idade era de apenas oito meses. Fomos criados juntos, compartilhamos as mesmas ruas, as mesmas descobertas e conhecíamos a essência um do outro de uma forma que só a inocência da infância permite.

Na adolescência, nossos caminhos começaram a se separar. Ele se mudou para outro bairro, depois para outra cidade e, mais tarde, para outro país. Ainda mantínhamos um contato esporádico, insuficiente para que soubéssemos o que realmente acontecia na vida um do outro. Hoje, sequer me lembro da última vez em que nos vimos. Não lembro da última conversa, do último assunto, nem se nos despedimos da maneira que duas pessoas deveriam se despedir quando não sabem que aquele será o último adeus.

Há pouco mais de um ano, recebi a notícia de sua morte. Um tumor maligno no cérebro o levou depressa demais. Não houve tempo para uma ligação, uma mensagem ou algumas palavras que, talvez, pudessem confortar seu coração. Ou talvez fossem apenas para aliviar o meu.

Curiosamente, a dor não chegou naquele dia. Ela veio muito depois.

Foi só com o passar do tempo que compreendi o verdadeiro peso daquela perda. Entendi que nunca sabemos quando será a última vez que veremos alguém que fez parte daquilo que somos. Nunca sabemos qual abraço será o derradeiro, qual conversa ficará inacabada ou qual silêncio será definitivo.

É estranho perceber que uma vida inteira pode terminar sem que tenhamos a chance de dizer tudo o que ficou guardado.

Desde então, passei a enxergar a existência de outra forma. Somos absurdamente frágeis. Fazemos planos como se o amanhã nos pertencesse, adiamos palavras como se sempre houvesse outra oportunidade e nos afastamos acreditando que o tempo nos esperará pacientemente.

Mas ele nunca espera.

A vida é cruel. Não apenas porque nos tira as pessoas que amamos, mas porque quase nunca nos avisa quando está prestes a fazê-lo.

Título: O som do amaldiçoado
Chovendo em dias sem sentido,
O frio virou o meu melhor amigo ,
Não conseguia acreditar, nem podia revirar eles tomaram meu corpo
E me enchecaram de coisas não conhecidas por mim
Estou com medo
Com dores
E
Tonturas, e acho que não consigo ver , nem sobreviver
A coisa olhou pra mim
Encarando minha vida
Como se o terror não tivesse fim,
Queria socorros
Mas não podia
Aí quem me dera poder socar o meu corpo
Haver se eu ganhasse juízo
E pensa-se pela minha vida ,
Mas, não, o mal olhou pra mim com perolas vermelhas
Ameaçando-me desde a imaginação
Comendo minha cabeça enquanto devorava minhas esperanças
Não podia correr
Porque não queria
No fundo eu já sabia
Que terminaria
Ali, naquela casão
Aonde minha mãe apanhava as águas da vida com medo
Que os seus filhos se adotassem
E o menino, temesse reprovar
O Bodo ria-se de mim,
E prometeu mandar os seus vir rir-se de mim também
Mas tão amaldiçoado eu sou
Como abençoado
Que meu pai inverteu minha maré de sorte
E agora não sei pecar
Nem me dou por pecador
O mal me percegue
Mas não me toma
Pelo tom que me reescreve
Mas olha lá diz o grilo,
Não te disse que você vai escrever
Que teu destino
É o seu caderno
Levanta-te
O. Dos meus .
Pois tens que escrever novos caminhos
E justificar os antigos

Fazer tudo sempre da mesma maneira é a melhor maneira de não errar e de sempre obter os mesmos resultados. Não espere nada de diferente nesse cenário.

Você não pode ter o meu melhor, se não conviver com o meu pior.

Se você comprometeu-se a fazer algo, então faça seu melhor com todo seu coração!

Em um mundo de criações imediatas, apenas o contexto é que soma valor.

Sinto medo desde que era criança! Piorou quando descobi que medos fazem parte de nossas lembranças, logo me lembro de sentir, não é apenas instinto. Agora, vejo herói, todos os que nem conhecem o medo.

"Uma criança sabe daquilo de que gosta e do que não, mas um adulto tem mais dificuldades nesse campo."

É MELHOR MORTO COM CRISTO DO QUE VIVO SENDO UM COVARDE

Títulos: São Tiros
São tiros atrás de tiros
Nomes aqui me inspiram
Às vezes rio como o Coringa
À procura de um sentido
Em uma sociedade que me mata
Com políticas que me escravizam
E uma economia que me rouba
Sou apenas um número, um nome
Teu amor, me ilumina
Para minha dor, é aspirina
Sem o senhor, sou comida
São tiros atrás de tiros
Nomes aqui me inspiram
Sou rodeado por inimigos
Que se parecem com amigos
Teu brilho é um instinto
A ver se eu vivo
Em um mundo de ódio e medo
Onde a justiça é um sonho
E a igualdade é uma mentira
Sou apenas um jovem cansado
Teu amor, me ilumina
Para minha dor, é aspirina
Sem o senhor, sou comida
São tiros atrás de tiros
Nomes aqui me inspiram

O quão insignificantes somos quando anelamos ser melhores do que outras almas.

Como devemos tratar nossas crianças?


Essa é uma pergunta que muitos responderão prontamente: "Com amor." E essa resposta está certa. Mas, logo percebemos que apenas o amor não é suficiente para educar uma criança.


Vamos começar por nós mesmos e voltar um pouco ao passado...


Talvez você tenha ouvido frases como: "Você não sabe fazer nada direito. Saia daí, deixe que eu mesma faço!" Ou então: "Você não sabe nem segurar um copo!", logo após derrubar um copo de vidro ao tentar beber água. Isso quando não vinham os xingamentos.


Essas são frases que muitas pessoas ouviram repetidamente durante a infância.


Mas por que, quando era a criança da visita que derrubava um copo, o tratamento era diferente?


Quantas vezes ouvimos nossas mães dizerem: "Não tem problema, deixe aí que eu limpo."


E é justamente assim que deveríamos tratar nossas próprias crianças: com a mesma tolerância, compreensão e respeito que oferecemos às crianças dos outros.


Afinal, derrubar um copo, deixar um objeto cair ou esbarrar em alguma coisa é algo normal. Isso não acontece apenas com crianças, mas também com adultos. Às vezes por distração, pressa, cansaço ou falta de atenção.


Esses acontecimentos não significam que a criança seja incapaz. Porém, quando ela é constantemente criticada ou humilhada, pode começar a acreditar que realmente não é capaz.


Quando experiências negativas se repetem com frequência, aumentam as chances de a criança desenvolver medo de errar, baixa autoestima, insegurança e até dificuldades para experimentar coisas novas, por receio de ser criticada.


Então, voltando à pergunta: como devemos tratar nossas crianças?


Com amor? Sim. Mas o amor, sozinho, não basta.


Devemos compreender e respeitar os sentimentos delas. Precisamos exercer empatia, paciência e acolhimento, sendo a base segura de que elas tanto precisam. Devemos educá-las com palavras que fortaleçam, com atitudes que inspirem confiança e, claro, estabelecendo limites, mas sempre com respeito.


Portanto, trate sua criança como a criança da visita!


— Kaiane Macedo