Covinhas no Rosto

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Ninguém consegue dominar-se se não compreende a si próprio. Existem espelhos para o rosto, mas não para o espírito, tome lugar do espelho a ponderada auto-reflexão. E, ao se esquecer de sua imagem exterior, tente corrigir e aprimorar a interior. Conheça a força da sua prudência e perspicácia. Verifique se tem condições de se empenhar. Explore seu íntimo e verifique seus recursos para tudo.

Hoje ela acordou cheia de esperança
Com um sorriso no rosto
E a leveza de uma criança
Hoje ela conseguiu entender
Que é única
De um jeito que ninguém poder ser
Hoje ela passou a enxergar
Que embora tenha problemas
Tem muito mais para agradecer
E decidiu se vestir de toda essa confiança
E fazer o seu dia bonito a cada amanhecer

Levanta dessa cama..
Passa um baton ..
Estampa um sorriso nesse rosto..
Bora viver, o tempo não espera..
Aliás. . O tempo é bem cruel..
Pra quem faz birra e não o aproveita....

PARA QUEM TU AMAS SEM COMPREENDER -
A ESTÉTICA DO ROSTO QUE SE TORNA IDEIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Há amores que não nascem do desejo imediato, mas da contemplação silenciosa. O teu amor pela arte e pela beleza etérea não é impulso, é reverência. Não se trata apenas de admirar formas harmoniosas, mas de reconhecer nelas uma metafísica da luz.
Quando contemplas essa presença que te inspira, não te deténs na superfície. O que te move é a transparência quase irreal que parece suspender o tempo. Há algo de pictórico, como se o rosto fosse pintura renascentista, e ao mesmo tempo algo de imponderável, como névoa que não se deixa aprisionar. A beleza, nesse caso, não é carnalidade ostensiva. É delicadeza que sugere mais do que mostra.
O teu amor pela arte projeta-se nessa figura como se ela fosse um ícone. Não um ídolo, mas um símbolo. A etereidade que te atrai é a sensação de que ali existe uma síntese entre juventude e silêncio, entre claridade e introspecção. É como se a matéria estivesse no limiar da dissolução luminosa. E o teu olhar, educado na tradição estética, reconhece imediatamente essa raridade.
Não amas apenas a aparência. Amas a ideia que ela evoca. A pureza das linhas. A suavidade da expressão. A impressão de que o mundo, apesar de sua aspereza, ainda é capaz de produzir delicadeza. Esse amor é quase platônico, pois eleva o sensível ao plano do ideal. A forma torna-se ponte para o invisível.
Há no teu sentimento uma dimensão clássica. Como os antigos que contemplavam a escultura e viam nela a proporção perfeita entre corpo e espírito, tu contemplas essa beleza e percebes que ela não se esgota no visível. Ela sugere silêncio interior. Sugere reserva. Sugere uma alma que parece caminhar entre a terra e o céu sem pertencer inteiramente a nenhum dos dois.
A tua devoção estética, portanto, é também uma defesa daquilo que é elevado. Num tempo de excessos e ruídos, amas o que é leve. Num tempo de brutalidades visuais, inclinas-te ao que é sutil. Essa inclinação não é fraqueza. É refinamento.
E se por vezes te sentes como o menino que saiu da moldura, é porque cresceste. O teu coração ampliou-se. Ele já não quer apenas possuir a rosa branca. Quer compreender sua fragrância. Quer guardar a memória daquilo que é belo sem aprisioná-lo.
O verdadeiro amor pela beleza etérea não exige posse. Exige contemplação respeitosa. Ele sabe que algumas presenças são como aves. Aproximam-se. Inspiram. E continuam seu voo.
E ainda assim, o olhar que aprendeu a reconhecê-las jamais voltará a ser o mesmo.

AS LÁGRIMAS SECRETAS.
Há lágrimas que não descem ao rosto. Permanecem no íntimo como águas profundas e silenciosas. Não pedem testemunhas. Não buscam consolo imediato. Não exigem explicação.
Todo ser humano carrega regiões invisíveis. Ali repousam dores não ditas. Afetos interrompidos. Perdas que não encontraram forma. Expectativas que o tempo dissolveu. A lágrima secreta nasce nesse território interior onde a palavra não alcança.
Ela é universal. Não pertence a uma crença. Não depende de cultura. Não obedece a época alguma. O homem antigo chorou em silêncio. O pensador conteve o pranto na razão. O homem moderno guarda as lágrimas entre deveres. A forma muda. A essência permanece.
A lágrima escondida não é fraqueza. Muitas vezes é lucidez. É compreensão de que nem tudo pode ser partilhado. Há dores que pedem recolhimento. Há sofrimentos que exigem maturação silenciosa.
A psicologia reconhece que elaborar a dor é sinal de equilíbrio. A ética reconhece que o domínio de si é virtude. A filosofia reconhece que viver é confrontar limites. A lágrima secreta habita esse encontro entre consciência e fragilidade.
Ninguém atravessa a existência sem conhecê la. Ela confirma a sensibilidade. E ser sensível é estar verdadeiramente vivo.
Mesmo sem ser vista ela existiu. Mesmo sem ser compreendida ela teve sentido. A lágrima secreta é memória do que tocou fundo. E é dessa profundidade que nasce a força serena de continuar.

" Há lágrimas que não descem ao rosto. Permanecem recolhidas no claustro da alma, como relíquias invisíveis de uma dor que se recusa a tornar-se espetáculo. São lágrimas secretas. Não por covardia, mas por dignidade. Não por fraqueza, mas por contenção moral. "

Seus olhos e o toque suave das suas mãos percorrendo cada detalhe do meu rosto, como se desejasse reproduzi-los em uma tela.
Seus lábios perfeitos e voz serena me falando de amor me conduzia ao mundo de fantasias com os nossos corações batendo na mesma freqüência.
Sua pele quente e o perfume se misturavam ao meu...
Enquanto da janela a lua parecia nos presentear, até que o sol claro, pudesse, me despertar de tão belo e doce sonho.

Encosto meu rosto em seu peito e, sinto seu perfume levemente amadeirado.
Seus pêlos se movem ao ritmo da minha respiração e, com as pontas dos meus dedos em movimentos circulares​ e imperfeitos, descubro sua pele macia. O som da sua voz serena me envolve em seu corpo, enquanto sua mão, afaga meus cabelos. Carinhosamente beija minha testa.
Seu calor, a penumbra, o silêncio me conduz aos mais doces sonhos, onde mal algum pode me ferir enquanto durmo em seus braços.

Deveríamos ser como os girassóis...
Voltar nosso rosto para o sol, a cada dia...
Assim não daríamos lugar às sombras,
e emitiríamos sempre energia e luz!

Respeitemos aos idosos

O idoso é aquele ser que está prestes a nascer de novo!
Em seu rosto, cada marca que traz, revela uma estrada percorrida;
Uma alegria, um sofrimento, um filho criado, um neto formado...
O idoso é uma árvore de sabedoria e bondade;
É aquele que sabe lhe acarinhar diante suas necessidades.
É aquele que vai lhe dizer:
_ Não siga por esse caminho, você não se dará bem! Eu já vivi isso!
É uma fonte de vida inesgotável embora muitos pensem o contrário.
O idoso é aquele ser que está mais próximo de Deus, assim como as crianças!
Ele tem sempre boas histórias para contar.
Viveu em épocas melhores, ou piores...
Época de boas colheitas, nazismo ou ditadura...
Ele saiu vivo e ficou para a semente, sempre dando bons frutos.
Se não houver mais idosos em nosso planeta
É sinal de que o ser humano não está vivendo nada bem!
Mas graças a Deus teremos muitas cabecinhas brancas e floridas
Para nos contagiar de alegria e paz.

Apague com o sorriso a tristeza que existe no teu rosto.
Assim não darás a quem te ama a tristeza de te ver chorar.
E assim darás a quem te ama a alegria de te ver sorrir.

Nunca vi um rosto sorridente que não fosse bonito.

Seria estranho se eu não me apaixonasse por você com esse seu rosto meigo, olhar lindo e sorriso encantador...

Recomeçar!!! Procurar o rosto, Conhecer o gosto, Renovar o sentimento... Esquecido

Ao meu amigo Baiano
"Deitado na rede tomando água de coco, sentindo vento no rosto, levantar? Meu Deus! Que desgosto".

Os homens bons, quase sempre
Têm o rosto nas estrelas
E o coração nos canteiros.
Têm fé no nascer dos sóis,
Têm a alegria nos filhos,
E a esperança nos sapatos.

Os homens bons, fatalmente
Amam mais do que deviam.
Têm mulheres complicadas,
Têm amores de mentira.
Mas são, sobretudo, amados
Como artífices da vida.

Os homens bons, certamente
São puros como as manhãs.
São tímidos como as pedras,
São fáceis como as crianças.
São homens, como os antigos
São máquinas, se convém.

Os homens bons, normalmente,
Saem respirando a vida
E chegam cheirando a trabalho.
Os homens bons, geralmente,
São homens de mulher só.
Não que uma só sempre amassem,
Ou que uma só vez casassem,
Mas é que há um porta-retrato
Na mesa de cabeceira
Enfeitada de memória
Em casa de suas vidas
Que lhes servirá de morada
Após do mundo partirem.

DESABAFO

Sentimentos mornos,
alma gelada.

Brisa lavando, no rosto,
o passado quase apagado.

Distâncias internas
sem rumo, sem pernas.

Pele sem perfume,
poros sem arrepios.

Choro sem vela.
Vazio profundo.

De sobra, apenas o olhar
em busca de conexão com o mundo

Paixão

Um soluço quebrando o pranto que rola pelo rosto, traz consigo a dor de uma saudade indolente. Rasga meu peito, abrem e fecham as correntes que prendem meu coração. Ah, esse amor... essa paixão que alucina, domina, entontece, enlouquece, e quanto mais penso que adormece, mais ela retorna, fortalecida, rodeada por uma chama ardente, incandescente, flamejante. E em meio a madrugada, quando tudo é silêncio, vem você na minha mente para fazer sofrer meu coração. Ah, mas a paixão... apesar de dolorosa essa ferida... não poderia viver sem ela.

Na magia do ar
Conectando o céu e a terra
Flui uma ponte multicolorida, como símbolo de uma oração.
No final um [tesouro escondido], pelo pudor.
Visão instantânea, refletindo uma ilusão.
Nasceu como uma borboleta de sete cores
Meu coração sorri como anjos no paraíso.
De repente:

Cai uma gota de chuva!

Entregue ao mundo um SORRISO
e não espere nada em troca,
mas se esse SORRISO
for assim tão VERDADEIRO
quem sabe apareça um SORRISO
com covinhas e te preencha por INTEIRO

Quem sabe?