Covinhas no Rosto
Sou a lagrima incontida
Molhando teu rosto cansado
Sou o silencio que grita.
Alma e coração.
Sou o por do sol no entardecer
A brisa,o vento,o tempo...
A palavra de amor
Um sim ,um não,um talvez
O amor em sentimento
Embalando os versos
Os versos do nosso amor.
O meu coração sempre te aconchega em meus abraços, Olhei para o teu rosto iluminado de amor, Senti um sabor que só a poesia é capaz de crer.
Neste teu rosto cigano, Encontro a certeza de um amor bruxo que abrirá trilhas da paixão, Sinestesia entre alma, corpo e todo o coração...
Uma mulher
para impressionar
um homem
não precisa
de muito,
basta um
sorriso no rosto,
amor no coração
e seja qual for
a ocasião
estar vestida
de qualquer poesia.
Você me fez crer nisso...
E assim você me disse:
- O mundo é pequeno demais
para quem não desiste.
Se tenho inspiração
pelo corpo todo
eu não sei,
mas sei que o quê
faço bem é escrever,
e resto só conto
quando eu te ter.
Você me fez pensar em você...
Deslumbrantemente,
quem enxerga
beleza no caminho
merece me ter,
Pois é desse jeito
exato que você
irá me trazer.
Bom dia
Bom dia para você
que levanta ante do Sol raiar,
E que leva um sorriso
no rosto o dia todo
para muitos corações iluminar.
Blumenau Poema
Este poema é bem
mais antigo do que
você imagina,
e no teu rosto fez
uma suave carícia.
Um poema que fez
festa dançando só
nos pátios das aldeias
xokleng e carijó,
e virou notícia.
É o poema do "Poema
para o Índio Xokleng",
que esculpido pela Elke,
virou criptopoema
e ganhou forma revel.
Um poema que bebeu
muito dos ribeirões
Velha e Garcia,
e se inscreveu poesia
no Rio Itajaí-Açu.
Na campina florida
e do vento a sinfonia
solta foi assobiando
o quê seria a melodia
da primeira bandinha.
(Este poema é uma homenagem
ao casal Lindolf Bell e Elke Hering).
Ainda no rosto
está a umidade
das lágrimas
pelo Sri Lanka,
A dor do mundo
nessa alma
latinoamericana
ninguém estanca.
A vida me espanta,
Vem, e me diz
que estou errada:
mártires estão
por todos os lados,
De concentração
há campos infantis
inenarráveis;
E governantes
de braços cruzados.
Mesmo que seja
a canção derradeira,
Ela é pelo General
que o único crime
foi ter sido patriota
e continuar sendo;
Canto o mesmo
e o tanto pela tropa.
Você precisa escutar:
O quê se exarcerba
a mim também afeta,
a Terra é o meu lar.
(Se permita libertar e se reconciliar).
Crianças Africanas
Mesmo com inúmeras dificuldades conseguem manter um sorriso no rosto, sorriso que ilumina o mundo com muita magia, amor e alegria, e preenche o coração e a alma de quem os vê.
Crianças Africanas
Sensíveis que nem o coração;
Radiantes que nem o sol;
Belas como o mar, cheirosas como as flores e puras como as águas cristalinas.
Com um abraço caloroso que nos aquece em noites de cacimbo, e um amor verdadeiro que nos transmite tranquilidade.
Se ame Ame aquela gordurinha que sempre sobra, ame aquela espinha que não sai de seu rosto. Ame o seu nariz, mesmo ele não sendo aquela coisa perfeita. Ame o seu cabelo, mesmo ele não sendo do jeito que você gostaria. Tudo isso faz parte de você, ou seja, isso é você! SE AME, seja qual seu jeito ou forma. Assim, os outros vão poder te amar também
Como a lâmpada que brilha no candelabro sagrado, assim é a beleza do rosto na idade madura.
Um dia na sua vida
Você vai lembrar de um lugar
De alguém tocando seu rosto
Você vai voltar, e vai olhar ao seu redor
Um dia na sua vida
Você vai lembrar do amor que encontrou aqui
Você vai lembrar de mim de alguma forma
Embora você não precise de mim agora
Eu vou ficar no seu coração
E quando as coisas desmoronarem
Você vai lembrar de um dia...
Um dia na sua vida
Quando você descobrir que você sempre esteve esperando
Por um amor que costumávamos dividir
Apenas chame o meu nome, e eu estarei lá
Você vai lembrar de mim de alguma forma
Embora você não precise de mim agora
Eu vou ficar no seu coração
E quando as coisas desmoronarem
Você vai lembrar de um dia...
Um dia na sua vida
Quando você descobrir que sempre esteve aguardando
Por um amor que costumávamos dividir
Apenas chame o meu nome, e eu estarei lá.
Não era amor; era vontade, era momento, era brisa suave que dá no rosto e logo passa. Não queria para sempre; queria apenas aquela noite poder olhar nos olhos e aproveitar o que inesperado me reservava. Sabe, não sou fã de contos de fadas e não acredito que o amor verdadeiro um dia vá aparecer em um cavalo branco. Acho que o amor aparece na sua vida todos os dias; em um olhar sincero no metro ou até mesmo no toque de mãos daquele cara bonitinho do seu trabalho. Foi amor, foi momento, passou.
..Uma jovem tamoia, cujo rosto moreno parecia tostado pelo fogo em que ardia-lhe o coração, muito linda e sensível, tinha por habitação esta rude gruta, onde ainda então não se via a fonte que hoje vemos. Ora, ela, que até aos quinze anos era inocente como a flor, e por isso alegre e folgazona como uma cabritinha nova, começou a fazer-se tímida e depois triste, como o gemido da rola; a causa disto estava no agradável parecer de um mancebo da sua tribo, que diariamente vinha caçar ou pescar na ilha, e vinte vezes já o havia feito, sem que uma só desse fé dos olhares ardentes que lhe dardejava a moça. O nome dele era Aoitin; o nome dela era Ahy, que o seguia, ora lhe apanhava as aves que ele matava, ora lhe buscava as flechas disparadas, e nunca um só sinal de reconhecimento obtinha; quando no fim de seus trabalhos, Aoitin ia adormecer na gruta, ela entrava de manso e com um ramo de palmeira procurava, movendo o ar, refrescar a fronte do guerreiro adormecido. Mas tantos extremos eram tão mal pagos, que Ahy, de cansada, procurou fugir do insensível moço e fazer por esquecê-lo; porém, como era de esperar, nem fugiu-lhe nem o esqueceu.
Desde então tomou outro partido: chorou. Ou porque a sua dor era tão grande que lhe podia exprimir o amor em lágrimas desde o coração até aos olhos, ou porque, selvagem mesma, ela já tinha compreendido que a grande arma da mulher está no pranto, Ahy chorou.
Cada lágrima que cae no rosto, para muitos, transforma em predras em seu caminho. As lágrimas que caem no meu rosto, transformam em um rio que me leva em direção ao mar!
Ele é o nó no meu cabelo.
O esmalte descascado na minha unha,
as olheiras no meu rosto.
Ele é o brinquedo na gaveta de roupas,
o amassado nas páginas do meu livro,
o rasgado no meu caderno de anotações.
Ele é o melado no controle remoto,
o canal de televisão,
o filme no DVD.
Ele é o farelo no sofá,
As tesouras no alto.
Ele é o backup no computador,
o mouse escondido,
as cadeiras longe da janela.
Ele é a marca de mão nos móveis,
o embaçado nos vidros,
o desfiado nos tecidos.
Ele é o ventilador desligado,
a porta do banheiro fechada,
a gaveta da cômoda aberta.
Ele é o coque na minha cabeça,
o amarrotado nas roupas,
as frutas fora da fruteira,
os panos de prato amarrando os armários.
Ele é o meu shampoo cheio de água,
a espuma no chão do banheiro,
o brinquedo dentro da privada.
Ele é o interruptor nas tomadas.
Ele é o peixe no aquário,
a árvore de natal,
os "pisca-pisca" de todas as casas.
Ele é o círculo, o susto....
A primeira visão da lua no começo da noite....
O valor do trabalho, a vontade de aprender,
a minha força,
a minha fraqueza,
a minha riqueza.
Ele é o aperto no meu peito diante de uma escada,
a ausência de sono diante de uma febre.
Ele é o meu impulso, o meu reflexo, a minha velocidade.
O cheirinho no meu travesseiro,
o barulho,
a metade,
o azul.
Ele é o vazio triste no silêncio de dormir,
o meu sono leve durante a noite.
Ele é o meu ouvido aguçado enquanto durmo.
A minha pressa de levantar da cama,
a minha espera de bom dia.
Ele é o arrepio quando me chama,
a paz quando me abraça,
a emoção quando me olha.
Ele é meu cuidado, a minha fé,
o meu interesse pela vida,
a minha admiração pelas crianças,
o meu respeito pelas pessoas,
o meu amor por Deus.
É o meu ontem,
o meu hoje,
o meu amanhã.
Ele é a vontade,
a inspiração,
a poesia.
A lição, o dever.
Ele é a presença, a surpresa
a esperança.
A minha dedicação.
A minha oração.
A minha gratidão.
O meu amor mais puro e bonito.
A minha vida!
Lábios de mel de terras estrangeiras
Tu chicoteias meu rosto com teus cabelos longos sedosos.
nessa nação em ruínas, eu te resgataria, e juntos, mergulharíamos na tempestade do meu Brasil
nossas angústias entrelaçadas na cama, no cotidiano
Seriam eternizadas em páginas rabiscadas de desespero,
por mãos calejadas de ansiedade.
