Covardes

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⁠Não tenha inimigos medíocres, e nem amigos medíocres, Deus não tem compromisso com os covardes!

A fé é o conforto dos covardes.

A inação dos covardes vai bem além de um simples achincalho: é um tapa na cara dos insurgentes que usam desafios como força motriz de conquistas nas quais convertem cada passo em direção às suas metas.

As mulheres não são frágeis em relação aos homens, e sim vulneráveis à situações covardes por alguns canalhas.

A ingratidão é a saída dos fracos e a solução dos covardes, mas as perdas são lamentos dos orgulhosos;

Algumas pessoas não perguntam porque são covardes e têm medo da verdade..
Preferem o silêncio porque sabem que a resposta pode destruir a fantasia que sustentam.


Outras não perguntam porque são trouxas e acham que já conhecem a verdade.
Confundem amor com posse e confiança com certeza absoluta.

Em meio a um exército de covardes,
Confiar no amor do outro é um ato de corajoso.

A ilusão é a forma dos covardes se convencerem do próprio fracasso!
F.S.Pimentel

A ilusão é a forma
dos covardes se convencerem do próprio fracasso!

"Os covardes morrem muitas vezes antes de sua morte; os valentes nunca provam da morte senão uma vez"


( Júlio César)

Note que os covardes são os primeiros a se manifestarem seus planos, ciladas e más escolhas; já os corajosos se apresentam, na hora mais oportuna, as melhores oportunidades para edificar vidas e gerar felicidade.

Deus é a desculpa metafísica dos covardes que não suportam assumir a própria crueldade.

O cinismo é a armadura dos covardes; é muito fácil fingir que nada importa para nunca ter que arriscar nada pela verdade.

Niilismo é a ideologia dos covardes que preferem adorar o nada a ter coragem de construir algo do nada.

Deus é a desculpa dos covardes para não enfrentarem o caos nu e cru da existência.

Religião é ética para covardes: faz o bem por medo, não por razão.

Os maus tomam o poder quando os bons são covardes. ⚠️

"Covardes não amam!"

☆ Haredita Angel

O que é o namoro senão o abrigo dos covardes?

⁠Os Covardes e Arrogantes são especialistas em guerra palavrosa: lutam nas Narrativas e Bravatas, sempre na esperança de convencer os tolos a se lascar por eles.


É um tipo de combate extremamente curioso, porque dispensa coragem e, muitas vezes, até coerência.


Basta uma “boa” retórica, um punhado de frases inflamadas e a habilidade de transformar conflitos complexos em slogans simplificados.


Nessa arena, não se exige a presença de quem convoca a luta — exige-se apenas a adesão de quem está disposto a acreditar.


A covardia se protege atrás da multidão; a arrogância se alimenta dela.


Enquanto uns inflam discursos, outros são empurrados para as trincheiras — simbólicas ou reais.


E assim se constrói uma dinâmica perversa: quem menos arrisca é, quase sempre, quem mais exige sacrifícios.


Os arquitetos dessas guerras raramente aparecem quando chega a conta.


Preferem permanecer na confortável distância de suas convicções barulhentas, observando de longe o estrago que suas palavras ajudaram a provocar.


Porque, para eles, o campo de batalha nunca foi o lugar onde se paga o preço — é apenas o palco onde se convence alguém a pagá-lo.


Talvez por isso a prudência seja uma virtude tão subestimada em tempos de tantos gritos.


Pensar antes de aderir, duvidar antes de marchar, desconfiar antes de se indignar — tudo isso parece pouco heroico para quem foi seduzido pela estética da guerra.


Mas quase sempre é assim que se evita morrer, ou viver quebrado, por batalhas que nunca foram realmente suas.