Covardes
DEUS É FIEL
A vida é uma constante luta
Onde não tem lugar para covardes!
A disciplina valoriza os sonhos...
A fe que nos faz alcançar o céu
O trabalho pelo pão de cada dia
Revela valentia com sorriso no rosto
Mesmo que as vezes lágrimas rolem
Pela saudade ou pelas ausências
Que se fazem necessarias pra viver.
O reflexo nos olhos de uma rainha
Mâe que através dos sentimentos
Na capacidade de amar sem limites
Para que entendam um pouco do amor de Deus!
Precisamos valorizar o que temos
Pois sempre alguém nos espera
Para compartilhar até mesmo do pouco
Para que o mundo se torne melhor
Porque o Senhor é o nosso refúgio!
Entao faça o seu melhor
Porque Deus esta no controle!
Jamais esqueça:
DEUS É FIEL!
Algumas pessoas não perguntam porque são covardes e têm medo da verdade..
Preferem o silêncio porque sabem que a resposta pode destruir a fantasia que sustentam.
Outras não perguntam porque são trouxas e acham que já conhecem a verdade.
Confundem amor com posse e confiança com certeza absoluta.
Os falsos e os covardes se revelam logo nos primeiros passos da jornada. A caminhada exige uma verdade que eles não conseguem sustentar.
O cinismo é a armadura dos covardes; é muito fácil fingir que nada importa para nunca ter que arriscar nada pela verdade.
Niilismo é a ideologia dos covardes que preferem adorar o nada a ter coragem de construir algo do nada.
A inação dos covardes vai bem além de um simples achincalho: é um tapa na cara dos insurgentes que usam desafios como força motriz de conquistas nas quais convertem cada passo em direção às suas metas.
As mulheres não são frágeis em relação aos homens, e sim vulneráveis à situações covardes por alguns canalhas.
Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.
Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.
A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!
Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.
Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.
Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.
O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.
Os Covardes e Arrogantes são especialistas em guerra palavrosa: lutam nas Narrativas e Bravatas, sempre na esperança de convencer os tolos a se lascar por eles.
É um tipo de combate extremamente curioso, porque dispensa coragem e, muitas vezes, até coerência.
Basta uma “boa” retórica, um punhado de frases inflamadas e a habilidade de transformar conflitos complexos em slogans simplificados.
Nessa arena, não se exige a presença de quem convoca a luta — exige-se apenas a adesão de quem está disposto a acreditar.
A covardia se protege atrás da multidão; a arrogância se alimenta dela.
Enquanto uns inflam discursos, outros são empurrados para as trincheiras — simbólicas ou reais.
E assim se constrói uma dinâmica perversa: quem menos arrisca é, quase sempre, quem mais exige sacrifícios.
Os arquitetos dessas guerras raramente aparecem quando chega a conta.
Preferem permanecer na confortável distância de suas convicções barulhentas, observando de longe o estrago que suas palavras ajudaram a provocar.
Porque, para eles, o campo de batalha nunca foi o lugar onde se paga o preço — é apenas o palco onde se convence alguém a pagá-lo.
Talvez por isso a prudência seja uma virtude tão subestimada em tempos de tantos gritos.
Pensar antes de aderir, duvidar antes de marchar, desconfiar antes de se indignar — tudo isso parece pouco heroico para quem foi seduzido pela estética da guerra.
Mas quase sempre é assim que se evita morrer, ou viver quebrado, por batalhas que nunca foram realmente suas.
Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.
Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.
É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.
A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.
O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.
Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.
A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.
Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.
Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.
Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.
No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.
Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.
Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.
Como podemos ser covardes conosco mesmos
e nos ater a uma subserviente ignorância
onde há uma obrigatoriedade que acorrenta,
que machuca e só oprime nossa capacidade,
como se fosse os enganos uma prioridade,
que o universo divino sempre conspira afavor,
porque um "deus" irreal e alucinante inferiu,
em palavras escritas no códice de um tempo,
que devemos nos afundar e depois nos afogar,
como um sérvido e pacato pescador de ilusões,
no fosso negro de uma fé legada em absurdos,
que nos cega e nos conduz em vias dolorosas,
rumo a um surreal e sutil "paraíso eterno"!
Almany Sol - 28/09/2012
