Covardes
"Os covardes morrem muitas vezes antes de sua morte; os valentes nunca provam da morte senão uma vez"
( Júlio César)
Note que os covardes são os primeiros a se manifestarem seus planos, ciladas e más escolhas; já os corajosos se apresentam, na hora mais oportuna, as melhores oportunidades para edificar vidas e gerar felicidade.
O cinismo é a armadura dos covardes; é muito fácil fingir que nada importa para nunca ter que arriscar nada pela verdade.
Niilismo é a ideologia dos covardes que preferem adorar o nada a ter coragem de construir algo do nada.
Quantas vezes dei o meu mundo para pessoas covardes . .. pessoas que tinham medo , vergonha, pessoas que nao acreditavam em mim ... percebi que as pessoas tinham a alma pequena .. e eu era grande demais .. nos sonhos, nas atitudes , na coragem .... pessoas de um ego enorme...e uma mente tão pequena... não, elas não mereciam o meu eu..
DEUS É FIEL
A vida é uma constante luta
Onde não tem lugar para covardes!
A disciplina valoriza os sonhos...
A fe que nos faz alcançar o céu
O trabalho pelo pão de cada dia
Revela valentia com sorriso no rosto
Mesmo que as vezes lágrimas rolem
Pela saudade ou pelas ausências
Que se fazem necessarias pra viver.
O reflexo nos olhos de uma rainha
Mâe que através dos sentimentos
Na capacidade de amar sem limites
Para que entendam um pouco do amor de Deus!
Precisamos valorizar o que temos
Pois sempre alguém nos espera
Para compartilhar até mesmo do pouco
Para que o mundo se torne melhor
Porque o Senhor é o nosso refúgio!
Entao faça o seu melhor
Porque Deus esta no controle!
Jamais esqueça:
DEUS É FIEL!
"O desespero político revela a verdadeira face dos covardes. Sem argumentos e sem a influência nefasta de antes, eles partem para o ataque pessoal. Diante disso, o único castigo justo é o desprezo: deixe-os isolados no cercadinho da própria insignificância."
Pregadores covardes são aqueles que só usam o púlpito para se auto promoverem e nunca para conhecerem publicamente as ovelhas antes ou depois da sua pregação.
Os covardes fragilizam as vidas das pessoas, deixando-as à deriva, quando eles mesmos serão atormentados, em tempo oportuno, pela sua própria covardia.
