Costumes e Cultura
O único preconceito racial que tenho, é sanguíneo. Fujo de toda vida que não tenha o sangue vermelho.
Algum dia a historia da arte e o mercado de arte universal, entenderá que a arte do desenho, não é um esboço e sim uma arte final, com toda sua maestria, valorização e importância.
Os deserdados, revoltados e amotinados, nunca foram nada e possivelmente nunca serão. Sendo assim, diante de uma infeliz oportunidade passam a ser, mais que fieis seguidores de um errado, um ser desprezível, desqualificado e mentiroso que tão bem os representam. Pois a de convir que em uma sociedade normal, dificilmente seria encontrado um um ser livre que possua tantos erros, tantas maldades e tantas insignificâncias.
Haverá um tempo que a Igreja Apostólica no Brasil encontrará uma grande mãe indígena de bondade, para ser beata. Não em algum processo de canonização pois a cultura indígena tem espiritualidade mas distante de qualquer santidade humana. Sendo assim será reconhecida pelo amor e a vida de bondade a todos os filhos da vida, indiscriminadamente, pois a separação e a diferença sempre partiu da religiosa cultura européia na cultura indígena brasileira, todos são iguais.
A civilidade sem o bem e a caridade distancia se da generosa humanidade e concorre para uma vitalidade natural individual nativa, bem mais egoísta, exclusivista e embrutecida.
Politicas sociais, inclusivas e culturais me interessam mas politicagens demagógicas e sancionais de partidos políticos, não.
O mercado de arte universal tem o péssimo habito de super valorizar, divagar sobre a grande importância e valor das criações geniais do artista morto.
Não tenho o menor direito de me sentir próximo ao perfeito mas sou bem mais poucos erros e muito mais acertos.
Minha alma gêmea é míope, desorientada e totalmente estabanada. Digo isto por que até hoje, ela não me encontrou.
A pequena imperfeição revela a destreza da perfeição humana. O que é exatamente perfeito sem nenhuma falha, não é humano, é feito por uma maquina.
2022 Brasil Cultural, o manifesto antropofágico de Oswald de Andrade de 1922, está mais vivo do que nunca. Viva o canibalismo estrangeiro nas artes, resgatem a brasilidade pois o "Abaporu" de Tarsila já vive no exilio incondicional.
Todo imbecil que adentra no mercado de arte brasileiro, em pouco tempo ganha uns trocados e se diz especialista de tudo.
Meu conhecimento sobre a Amazônia está intimamente ligado ao saber, ver e pensar de meu grande mestre e amigo o artista amazonense Moacir Andrade.
A depressão muitas vezes pode vir de um ponto camuflado do vazio, que esconde se no tudo, desvia se de todos e permanece desordenado e angustiado, sem objetivo e direção.
As palavras de ordem da antiga geração eram amor, paz e liberdade mas as palavras de ordem da nova geração hoje são egoísmo, vantagem e libertinagem.
