Corrupção
Se minhas postagens incomodam, basta ignorar — exatamente como você ignora a corrupção do governo atual.
O homem de caráter enfrenta a corrupção, seja qual for o partido.
O homem sem caráter se ajoelha ao partido, seja qual for a corrupção.
A linha que os separa não é ideológica. É moral.
Um homem de caráter é como um metal nobre e precioso. Nenhuma crítica, pressão ou corrupção é capaz de anular sua essência de valores.
"Quando a corrupção acabar na terra, a espécie humana sofrerá uma mutação e transformar-se- a em uma nova espécie".
A corrupção é o maior espetáculo de um país, especialmente quando o líder e o povo são palhaços do mesmo circo.
"A corrupção, no Brasil, sempre existiu, não é isso exclusividade do PT. Não é de hoje que famílias inteiras, gerações completas e continuas (de trambiqueiros), vem enriquecendo às custas do dinheiro público, acumulando verdadeiras fortunas, quantias milionárias, provenientes de roubo político. A única diferença é que agora vemos o que quase nunca 'ninguém via'."
A corrupção é um câncer que destrói a confiança e o desenvolvimento de um país. Ela corrói as instituições, desvia recursos e perpetua a desigualdade.
Quando há corrupção na educação, o futuro de uma nação é comprometido. A corrupção desvia recursos que deveriam ser usados para melhorar a qualidade do ensino, infraestrutura e apoio aos estudantes.
"Para alguns, traição é igual corrupção. Só incomoda se não forem eles os beneficiarios!"
Frase Minha 0292, Criada no Ano 2008
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0292 "Traição e corrupção, para alguns, têm relação. Só incomoda se não forem eles os autores e os beneficiários, respectivamente!"
O Brasil que me dói
é o Brasil que padece
da Metástase Cultural da Corrupção Estrutural.
O que me dói não é apenas o dos escândalos que estampam manchetes, nem o das cifras desviadas que nos indignam por alguns dias.
O Brasil que me dói é aquele em que a corrupção deixou de ser episódio e virou ambiente — deixou de ser exceção e passou a ser método.
É um Brasil que já não se escandaliza com os erros — justifica-os — e até estranha a honestidade.
Onde o “jeitinho” é celebrado como inteligência e a integridade é tratada como ingenuidade.
A metástase cultural da corrupção estrutural não começa nos palácios; ela se espalha quando pequenas concessões morais se tornam hábitos sociais.
Quando furar a fila, fraudar um atestado, comprar produtos de procedência duvidosa ou sonegar um imposto parecem pecados menores diante de outros pecados…
Essa metástase é muito silenciosa.
Não dói de imediato.
Vai corroendo a confiança — essa argamassa invisível que sustenta qualquer nação.
E quando a confiança apodrece, tudo começa a desmoronar: instituições, relações e sonhos coletivos.
O cidadão já não acredita no Estado, o eleitor já não acredita no voto, o jovem já não acredita no mérito.
Mas talvez a dor seja também um sinal vital.
Algo de bom no meio do caos.
Só dói o que ainda tem um pouco de vida.
E se o Brasil nos dói, é porque ainda nos importamos.
É porque ainda enxergamos a possibilidade de um país onde o certo não seja heroísmo, mas normalidade; onde caráter não seja exceção, mas cultura.
A cura de uma Metástase Cultural não começa apenas nas urnas ou nos tribunais — começa no espelho.
Começa quando decidimos que não aceitaremos, em pequena escala, aquilo que condenamos em grande escala.
Porque a corrupção estrutural se alimenta de microcorrupções diárias; e a transformação estrutural também nasce de microatos de integridade.
O Brasil que me dói é o mesmo Brasil que ainda pode florescer.
E talvez a verdadeira revolução não seja a que grita nas ruas, mas a que ainda sussurra na consciência de cada um de nós: ou mudamos a cultura, ou a cultura continuará nos mudando.
Corrupção rasteja pelas veias do poder como veneno lento, transformando líderes em marionetes podres que dançam para o ouro sujo.
