Corpo e Mente Nietzsche
Pense nisso todo dia, e coloque na sua mente, nenhum um rio chagaria ao mar sem a sinergia dos seus afluentes. Ninguém chega ao pódio sozinho, não deixe pra trás quem te ajudou no seu caminho.
A boca não consegue traduzir plenamente, a dor que o peito sente, mas o olhar não mente, os seus olhos falam com precisão; a linguagem correta e secreta do seu coração.
A minha fragilidade
O coração bulha com a mente
A mente bulha com a vivência
A vivência bulha com com os poros
Os meus poros bulham com as lágrimas
Agora não tenho como segurar......
Porque as minhas lágrimas não , contentam-se em permanecer nos meus poros.
“A mente que repousa com serenidade e resiliência torna-se poderosa em discernimento. Decisões tomadas em extremos emocionais raramente são sábias.”
”A mente suporta o que rouba a paz, mas a alma cobra o preço em silêncio. Conviver é possível, permanecer é corrosivo.”
II. A lógica da mente e o descompasso da alma
A mente ordena, analisa, nomeia. Mas a alma não obedece a essa geometria. Há dias em que o corpo se move com exatidão, e ainda assim algo dentro tropeça. Em que se cumpre a rotina, mas a essência vagueia por labirintos que ninguém vê. Loucura, talvez, não seja um erro da razão, mas um grito da alma diante da razão que ignora a dor.
Há um descompasso entre o que pensamos e o que suportamos. A sanidade, nesse contexto, é um acordo social: parecer funcional, mesmo quando a alma arde. Ser coerente, mesmo quando se sangra em silêncio. Mas há quem não suporte esse pacto. E rompe. Rompe com o discurso, com a lógica, com a aparência. E no romper, revela, com crudeza, que há algo errado não com o indivíduo, mas com o mundo que não acolhe as rupturas internas.
A verdadeira loucura talvez esteja em fingir equilíbrio quando tudo clama por reconstrução. E a sanidade, paradoxalmente, pode ser encontrada no delírio que denuncia. No delírio que, mesmo desconexo, aponta para o que foi negado, rejeitado, silenciado.
O que chamamos de loucura, muitas vezes, é apenas a linguagem de um sofrimento que não encontrou tradução. E o que exaltamos como sanidade, às vezes, é só o verniz de uma desistência quieta. O desafio é olhar sem julgar. Ouvir sem enquadrar. E lembrar que, entre a razão e o delírio, há uma dor que pede escuta, não diagnóstico.
“A verdadeira liberdade nasce na mente. Um espírito emancipado não se curva nem mesmo diante dos grilhões do corpo.”
Escrevo minha história, controlo minha mente para que assim eu possa desfrutar mais e melhor da vida que eu criei.
Mantenha sua mente limpa e livre de negatividade, pois é o lugar sagrado onde florescem sonhos e conquistas.
