Corpo e Mente Nietzsche

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O demônio precisa de um corpo para usar a língua:
Cuide da sua para não ser hospedeiro da míngua.

Seu corpo pode ser um instrumento de trabalho;
porém, para honra do Senhor.

O corpo de Bombeiros se move diante dos perigos e das altas chamas; o corpo de Cristo, diante dos pecadores.

Urubu só pousa em terra para comer carne putrefata; demônio só encarna no corpo para comer a alma.

Malditas bebidas, malditos vícios e malditas novelas, que matam à longo prazo o corpo e a alma dos seus usuários

"Falhar é o requinte, de quem tenta, criticar é o passatempo, de quem faz corpo mole."

Às vezes o corpo e a alma só pedem
pausa, não solução. Não é sobre força ou coragem, é sobre permitir-se descansar, mesmo que seja só por hoje, mesmo que seja no silêncio ou na solidão.

Chorar não é o oposto de ser forte.
É o corpo dizendo “ainda tô aqui, mesmo quebrado”. Gente forte não é quem não desaba, é quem levanta todo santo dia com a alma em pedaços e ainda tenta dar um jeito.

Ela olha outra agora,
e eu finjo que não desmorono.
digo que esqueci, mas meu corpo ainda lembra
o cheiro, o riso, o espaço que ficou frio.

Tá tudo bem sentir medo.
Ele aparece quando a alma percebe que algo precisa mudar,
mas o corpo ainda não sabe como seguir. O medo não é INIMIGO, é o teu aviso de que algo importa demais pra ser ignorado.

Eu


Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.

⁠A minha cabeça é uma fábrica. O meu corpo é uma máquina.

Por isso nunca ficamos desanimados.
Mesmo que o nosso corpo vá se gastando, o nosso espírito vai se renovando dia a dia.
E essa pequena e passageira aflição que sofremos vai nos trazer uma glória enorme e eterna, muito maior do que o sofrimento.
Porque nós não prestamos atenção nas coisas que se veem, mas nas que não se veem.
Pois o que pode ser visto dura apenas um pouco, mas o que não pode ser visto dura para sempre.
-2 Coríntios 4: 16-18

O corpo sente, mas o espírito decide.

"Entre o tempo do corpo e o tempo da alma,
é a postura que mostra quem já cresceu.
Porque a idade passa, mas a consciência fica,
e a maturidade nasce do que a gente escolheu."

✨Entre o tempo do corpo e o tempo da alma🍂


Maturidade não tem a ver com idade, e sim com postura. Há quem acumule muitos anos de vida, mas pouca bagagem interior
Porque maturidade não está na numeração da idade, mas na forma de agir: tem gente que soma anos, mas não evolui na consciência.

Entre o tempo do corpo e o tempo da alma,
é a postura que mostra quem já cresceu.
Porque a idade passa, mas a consciência fica,
e a maturidade nasce do que a gente escolheu.

Você que pensa ser grande, és tão pequeno, insignificante, que se queimar seu corpo, não dá um copo de 200 mililitros de cinza.

Dor na alma - Dor no corpo -
Dor no ser - Pra esquecer
Dor-mir!!!

🎵 Voto Incônscio


Vejo a face sofrida desse povo,
que tem o corpo surrado
e a miséria nas mãos.
Trazem no peito a dor da fome,
na batalha da vida nada lhes basta.


Esse rosto sofrido, banhado por lágrimas,
essa marca que o tempo não apagou,
um povo semimorto, tratado qual animal,
por miseráveis políticos profissionais.


Ouço promessas e falas desses
ignóbeis homens,
que têm em seus planos serem herdeiros do poder.
Na hora do voto eles falam da fome,
mas depois de votar, tanto faz você morrer.


Bordam suas mentes com fachadas e mentiras,
suas máscaras escondem toda ignorância.
São discípulos de mercenários e suas ganâncias,
pobres preguiçosos, com seus corpos letais,
se intitulam ordeiros, mas rejeitam a paz.


Vejo um povo sofrido e sem horizonte,
que vive num submundo, dentro de barracos.
Não conseguem ir além da fome,
e caem aos pés da miséria, vestidos de trapos.


Eles criam suas próprias leis,
eles são reis,
de uma elite imunda,
que tenta nos injetar a inconsciência profunda.
São loucos, dotados de alarvia,
somos prisioneiros de uma falsa democracia.


Bordam suas mentes com fachadas e mentiras,
suas máscaras escondem toda ignorância.
São discípulos de mercenários e suas ganâncias,
pobres preguiçosos, com seus corpos letais,
se intitulam ordeiros, mas rejeitam a paz.


Eles criam suas próprias leis,
eles são reis,
de uma elite imunda,
que tenta nos injetar a inconsciência profunda.
São loucos, dotados de alarvia,
somos prisioneiros de uma falsa democracia.

Quando o corpo desaba, a alma ruge no silêncio da exaustão, arde o fogo indomável que nada pode extinguir.